curta.news

Notícias em 1 parágrafo!

Descoberta de vestígios de veículos de 22 mil anos surpreende cientistas

Pesquisadores identificaram marcas e pegadas de um veículo chamado travois, utilizado há 22 mil anos por povos pré-históricos no Parque Nacional White Sands, Novo México. Este veículo, simples e composto por postes que sustentam uma carga, desempenhou um papel crucial na vida desses antigos habitantes. Os estudos, publicados na revista Quaternary Science Advances, revelam registros de arrasto e pegadas humanas, sugerindo que esses povos usavam travois para transportar bens. A pesquisa incluiu experiências para validar suas teorias, e as evidências podem oferecer uma nova compreensão sobre os modos de vida e deslocamentos dos primeiros migrantes nas Américas.

Comentários (0)

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a comentar!

Deixe seu comentário


Homem-Dragão: Novas Revelações Sobre Nossa Evolução Humana

Uma descoberta arqueológica recente desvendou o mistério do Homem-Dragão, um ancestral humano cujas evidências estavam guardadas por décadas. Através da análise de DNA de um crânio encontrado em Harbin, na China, os cientistas conseguiram estabelecer uma conexão entre esse fóssil, com aproximadamente 146.000 anos, e os Denisovanos, uma população humana até então desconhecida. Essa pesquisa, facilitada por técnicas modernas, revelou novos detalhes sobre a interação entre denisovanos e Homo sapiens, além de despertar uma nova onda de investigações que poderão fornecer informações cruciais sobre a evolução da nossa espécie e a diversidade genética humana atual.

Dinossauro mancando? Pegadas fossilizadas revelam comportamento impressionante

Cientistas descobriram pegadas fossilizadas de um dinossauro saurópode no Colorado, formando uma trilha inusitada há 150 milhões de anos. O estudo revelado na revista Geomatics destaca uma curvatura fechada de 95,5 metros de extensão, levantando a hipótese de que o dinossauro caminhava mancando. Análises detalhadas do padrão de passo indicaram uma diferença de até 10 centímetros entre os lados, o que sugere um possível problema de locomoção. Estrategicamente, drones foram utilizados para capturar imagens, permitindo a criação de um modelo 3D que proporciona como resultado, insights sobre o comportamento do animal na época.

Cientistas revelam segredos do concreto romano em Pompeia

Cientistas que exploram as ruínas de Pompeia descobriram um canteiro de obras congelado na erupção do vulcão Vesúvio, em 79 d.C., revelando segredos sobre o durável concreto romano. O local contém paredes inacabadas, materiais secos e ferramentas, permitindo entender a técnica de mistura quente que os romanos utilizavam. Este método, diferente do descrito por Vitrúvio, emprega cal viva e rochas vulcânicas, proporcionando autorregeneração ao concreto. A descoberta oferece uma visão única da construção romana, com potencial para influenciar a arquitetura moderna, buscando desenvolver concretos duráveis e de baixo carbono para infraestruturas futuras.

Nova descoberta sobre o nariz dos Neandertais desafia teorias evolutivas

Cientistas analisaram o crânio do Homem de Altamura, um dos esqueletos mais bem preservados da história, para investigar a formação da cavidade nasal dos Neandertais, que viveu entre 130.000 e 172.000 anos atrás. A equipe utilizou câmeras minúsculas, já que o fóssil está incrustado na pedra, para entender se o formato do nariz é uma adaptação ao frio da Era do Gelo ou resultado de outras transformações evolutivas. Os resultados, publicados na revista PNAS, sugerem que as características faciais dos Neandertais são mais influenciadas por fatores ancestrais do que por mudanças climáticas.

Neandertais podem nunca ter se extinguido, revela nova pesquisa

Uma nova pesquisa publicada na revista Scientific Reports revela que os neandertais podem nunca ter sido totalmente extintos geneticamente. O estudo sugere que Homo sapiens e neandertais, que coexistiram entre 400 mil e 40 mil anos atrás, se misturaram, resultando em que humanos modernos possuem entre 1% a 4% de DNA neandertal. Pesquisadores usaram modelos matemáticos para analisar a reprodução de grupos de caçadores-coletores contemporâneos, sugerindo um longo 'caso de amor' entre as espécies. A causa do desaparecimento dos neandertais, que ocorreram há 40 mil anos, ainda é incerta e pode envolver múltiplos fatores.

Crânio de 300 mil anos na Grécia revela nova verdade sobre a evolução humana

Um crânio com aproximadamente 300.000 anos, encontrado na Caverna de Petralona, na Grécia, teve sua classificação reavaliada. Estudo recente indica que o fóssil não pertence aos humanos modernos ou neandertais, mas a uma população distinta do Homo heidelbergensis. Técnicas de datação por urânio em camadas de calcita, onde o crânio estava incrustado, possibilitaram essa nova estimativa de idade. O paleoantropólogo Chris Stringer confirmou que essa descoberta revela a coexistência de diferentes grupos arcaicos na Europa no final do Pleistoceno Médio, aprimorando nossa compreensão da evolução humana e suas complexas interações.

Ferramentas de madeira com mais de 300 mil anos são descobertas na China

Uma recente escavação na China revelou ferramentas de madeira com mais de 300 mil anos, desafiando a visão tradicional sobre os humanos arcaicos. Os artefatos, encontrados no sítio de Gantangqing, indicam que a madeira pode ter sido tão vital quanto a pedra para esses ancestrais. Analisados por pesquisadores de diversas instituições, os itens mostram modificações intencionais, sugerindo que esses humanos antigos não eram apenas caçadores, mas também praticavam a coleta e manipulação de vegetais. Essa descoberta pode alterar nosso entendimento sobre o estilo de vida desses hominínios e sua interação com o ambiente ao redor.