Astrônomos exploram vida extraterrestre em nova era de ouro
Astrônomos exploram vida extraterrestre em nova era de ouro
Localizado na Virgínia Ocidental, o observatório de Green Bank tem sido fundamental na busca por vida extraterrestre, utilizando o maior radiotelescópio orientável do mundo. Nos últimos dez anos, com avanços em inteligência artificial, o projeto Breakthrough Listen colabora com o observatório, após anos de desinteresse do Congresso. O cenário muda, já que a maioria das estrelas parece ter planetas semelhantes à Terra. Cientistas acreditam que estamos em uma nova era de ouro na pesquisa espacial, o que aumenta otimisticamente as chances de descobrir sinais de vida inteligente do universo.
Uma mancha solar conhecida como AR 4366, observada pelo Observatório de Dinâmica Solar, apresenta um formato inusitado que lembra um ponto de interrogação deitado.
A NASA destacou a imagem da mancha, registrando várias erupções solares de classe X, a mais intensa, nos dias seguintes ao seu surgimento em 30 de janeiro.
Com aproximadamente 10 vezes o tamanho da Terra, a mancha gerou um total de 64 erupções, tornando-se um fenômeno raro de intenso atividade solar.
Novas imagens e análises da NASA ajudam a entender a composição do cometa interestelar 3I/ATLAS, um visitante raro no Sistema Solar.
O telescópio espacial SPHEREx identificou água, dióxido de carbono, monóxido de carbono e moléculas orgânicas na nuvem de gás e poeira ao redor do cometa.
Observações indicam que o cometa aumentou seu brilho após a passagem próxima ao Sol, liberando materiais ricos em carbono que estavam aprisionados no gelo.
A sonda lunar Chang'e 6 da China confirmou a presença de nanotubos de carbono e grafite no lado oculto da Lua.
A pesquisa revelou que a atividade geológica na região é mais intensa do que se pensava, ligada a processos naturais extremos como impactos de micrometeoritos.
Essa descoberta pode alterar a compreensão sobre a formação de materiais complexos em ambientes extraterrestres e oferecer novas pistas sobre a história do Sistema Solar.
Cientistas monitoram um buraco negro supermassivo que apresenta um comportamento alimentar desordenado após devorar uma estrela.
O buraco negro está expelindo material em alta velocidade, resultante de uma indigestão que começou dois anos após a destruição da estrela.
O evento é considerado um fenômeno raro e poderoso, com um aumento exponencial na luminosidade do buraco negro, aproximadamente 50 vezes mais brilhante do que quando foi descoberto.