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Astrônomos exploram vida extraterrestre em nova era de ouro

Localizado na Virgínia Ocidental, o observatório de Green Bank tem sido fundamental na busca por vida extraterrestre, utilizando o maior radiotelescópio orientável do mundo. Nos últimos dez anos, com avanços em inteligência artificial, o projeto Breakthrough Listen colabora com o observatório, após anos de desinteresse do Congresso. O cenário muda, já que a maioria das estrelas parece ter planetas semelhantes à Terra. Cientistas acreditam que estamos em uma nova era de ouro na pesquisa espacial, o que aumenta otimisticamente as chances de descobrir sinais de vida inteligente do universo.

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Telescópio chileno revela nebulosa em formato de borboleta

Um imagem impressionante da nebulosa NGC 6302, chamada de 'borboleta cósmica', foi capturada pelo telescópio Gemini Sul no Chile. Localizada entre 2.500 e 3.800 anos-luz de distância, na constelação de Escorpião, a nebulosa possui um formato que remete a uma borboleta, resultado das camadas de gás expelidas por uma estrela anã branca em sua região central. O evento foi celebrado por estudantes que participaram de um concurso para marcar os 25 anos do funcionamento do observatório. A nebulosa permanece um objeto de interesse astronômico, a qual foi estudada desde o início do século XX.

Acompanhe em tempo real a fase crescente da Lua

A fase da Lua que ocorre em 28 de novembro de 2025 é a crescente, um período em que o Sol começa a iluminar novamente seu disco, embora parcialmente. Este estágio do ciclo lunar se dá após a Lua nova e antecipa a Lua cheia. O ciclo lunar, conhecido como mês sinódico, dura aproximadamente 29,5 dias e apresenta importantes marés, impactando diversos organismos marinhos. A Lua, que está a cerca de 384.400 km da Terra, mostra sua face iluminada de formas diferentes nos hemisférios terros, dependendo do ângulo de observação, afetando também a percepção visual das marés.

ONU dá início a monitoramento do cometa 3I/ATLAS sem ameaças de origem alienígena

As Nações Unidas iniciaram a vigilância global do cometa interestelar 3I/ATLAS, com monitoramento contínuo pelos próximos dois meses, realizado pela Rede Internacional de Alerta de Asteroides (IAWN). Apesar de não representar uma ameaça, a passagem do cometa oferece uma oportunidade valiosa para testar protocolos de observação global. A campanha, programada desde 2024, busca melhorar técnicas de monitoramento para objetos interestelares. Rumores sobre a origem alienígena do cometa foram desmentidos pela NASA, que apresentou imagens que confirmam a natureza do corpo celeste. Ilustrações de astrônomos amadores continuam a alimentar debates.

Astrônomos capturam primeiras imagens de matéria escura

Astrônomos anunciaram a captura das primeiras imagens diretas da matéria escura, utilizando o Telescópio Espacial Fermi de Raios Gama da Nasa. A equipe detectou raios gama resultantes da colisão de partículas dessa misteriosa substância, que, segundo teorias, interage apenas através da gravidade. O professor Tomonori Totani, da Universidade de Tóquio, destacou que, se confirmada, essa seria a primeira vez que a humanidade teria 'visto' a matéria escura, representando um grande avanço na astronomia. Os dados ainda passarão por verificação adicional para assegurar a autenticidade das descobertas.

Cometa 3I/ATLAS pode ter seu caminho desviado por Júpiter

O cometa interestelar 3I/ATLAS, descoberto em julho, poderá ter sua trajetória alterada ao passar próximo de Júpiter em março de 2026. Um recente artigo no arXiv destaca simulações que mapeiam sua rota desde sua origem até o Sistema Solar. A velocidade elevada do cometa, de 58 km/s, é típica de objetos extraterritoriais. Embora algumas especulações sobre sua natureza alienígena tenham surgido, não há evidências que a apoiem. Estudos sugerem que, após bilhões de anos viajando solitário, 3I/ATLAS pode ter se originado em uma região galáctica distinta, o que o torna de grande interesse científico.

Como os maias previam eclipses com precisão milenar

Um estudo recente revelou como os maias previam eclipses solares com precisão surpreendente, séculos antes da invenção de telescópios modernos. Analisando o Códice de Dresden, os pesquisadores descobriram que os maias empregavam uma tabela que registrava 405 meses lunares, ajustada para manter precisão em suas previsões. Este método, que combinava elementos de ciência, religião e sociedade, mostrava um desvio mínimo em relação aos eclipses entre os anos 350 e 1150 d.C. A pesquisa evidencia a sofisticação matemática e astronômica dos maias, oferecendo um olhar profundo sobre a compreensão antiga do cosmos.

Eclipse solar de 2027: o fenômeno do século está chegando!

Em 2 de agosto de 2027, um eclipse solar total revelará um fenômeno espetacular que promete escurecer parte do hemisfério oriental, oferecendo a maior duração de totalidade do século 21, com 6 minutos e 22 segundos de escuridão. A Lua, perfeitamente alinhada com o Sol, criará o efeito de um crepúsculo global. Este evento extraordinário terá sua faixa de sombra com 258 km de largura, passando pelo Atlântico Leste, Gibraltar, e atingindo o Egito, enquanto o Brasil ficará fora da rota. Observadores devem ter cuidados especiais ao admirar este espetáculo celeste.