Cientistas de uma empresa nos EUA desenvolveram um rato geneticamente modificado com pelo longo e encaracolado, como parte de um projeto para ressuscitar o mamute lanoso, extinto há mais de quatro mil anos. O rato, que apresenta características semelhantes aos mamutes, é essencial para testar como alterações genéticas podem trazer de volta traços que ajudaram essas criaturas a sobreviver em climas frios. A empresa arrecadou US$ 435 milhões para o projeto, envolvendo a modificação de elefantes asiáticos para adaptá-los ao frio, gerando debates sobre a viabilidade e ética desse empreendimento.