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Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Impunidade

Julgamento de golpistas marca uma nova era na democracia brasileira

O julgamento dos civis e militares envolvidos na tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023 é considerado um marco histórico no Brasil. Juristas e historiadores afirmam que essa responsabilização é crucial para a democracia, quebrando uma longa tradição de impunidade. Historicamente, o país presenciou diversas tentativas de golpes, mas este processo refletiu a importância de punir aqueles que atentaram contra a Constituição. O resultado do julgamento não apenas reforça a intercalação das forças armadas ao poder civil, mas também reafirma que qualquer cidadão, independentemente de seu cargo, deve responder pelos seus atos diante da lei.

Reunião sobre combate ao crime termina em fracasso para Lula e governadores

A reunião entre a equipe do governo Lula e governadores terminou em fracasso na discussão sobre combate ao crime, sem avanços significativos. Durante mais de quatro horas, esteve em pauta a defesa da vida e propriedade dos cidadãos, mas acabou resultando em conversas infrutíferas, enfatizando disputas de poder entre as autoridades presentes. O verdadeiro desafio enfrentado pelo brasileiro é o crime cotidiano, exacerbado pela impunidade e pela ineficácia das políticas. Em vez de um consenso para enfrentar os criminosos, o foco foi dirigir debates administrativos e orçamentários que pouco atendem à urgência da segurança pública.

Governador de Minas Gerais celebra derrubada de veto sobre 'saidinha' após morte de sargento

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, comemorou a derrubada do veto parcial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao trecho da lei que tratava da saída temporária dos presos em regime semiaberto, as 'saidinhas'. Zema afirmou que a 'justiça prevaleceu sobre a impunidade' nas redes sociais. A decisão do Congresso Nacional de derrubar o veto foi apoiada pelo governador em memória do sargento Roger Dias, morto em Belo Horizonte. A votação contou com 314 votos favoráveis na Câmara e 52 no Senado. A crítica às saidinhas temporárias se intensificou após a morte do sargento em janeiro deste ano.

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