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Tudo sobre Groenlândia

Trump e o pinguim: a campanha que gerou risadas na web

A Casa Branca postou uma imagem de Donald Trump caminhando ao lado de um pinguim na Groenlândia em uma tentativa de promover sua campanha para a anexação do território. A estratégia rapidamente se tornou motivo de zombarias, já que pinguins não habitam a Groenlândia, sendo nativos do hemisfério sul. Usuários do X criticaram a postagem e lembraram que as aves estão a milhares de quilômetros da Groenlândia, principalmente na Antártida. A agência estatal chinesa Xinhua também aproveitou a oportunidade para debochar, questionando se houvesse pinguins, eles seriam tratados de maneira caricatural como Trump fez.

Trump fecha acordo com Otan para o futuro da Groenlândia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou progressos em um acordo com a Otan para a Groenlândia, território que deseja anexar. Em reunião com o secretário-geral da aliança, Mark Rutte, Trump revelou a criação de uma estrutura para futuras negociações. Com o avanço do acordo, ele abandonou a aplicação de tarifas de 10% a países da Otan contrários à compra da Groenlândia. Trump também mencionou conversas sobre um projeto de defesa antimísseis, o Domo de Ouro, sendo encarregado de sua negociação o secretário de Estado e outros membros do governo. Detalhes adicionais serão divulgados.

Tensão EUA-UE: Crise Diplomática Aumenta com Ameaças de Trump

A tensão entre os EUA e a União Europeia aumentou após Donald Trump ameaçar anexar a Groenlândia, levando o Parlamento Europeu a suspender a ratificação de um acordo comercial com Washington. Macron, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, classificou as tarifas de Trump como 'inaceitáveis' e a UE considera tarifas retaliatórias. O acordo, que visava eliminar tarifas sobre produtos industriais dos EUA, agora está em risco. Além disso, Trump anunciou tarifas de 10% a países que se opõem à anexação, aumentando a pressão sobre os opositores. A crise diplomática pode ter repercussões globais significativas.

Trump revela mensagem de Macron sobre a Groenlândia: 'Não entendo o que você está fazendo'

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou uma mensagem privada do presidente francês, Emmanuel Macron, que expressa preocupação sobre a política dos EUA em relação à Groenlândia. Na mensagem, Macron questiona as ações de Trump, afirmando: 'Não entendo o que você está fazendo' e sugere negociações. Para discutir a crise, líderes europeus agendaram uma reunião de emergência em Bruxelas e Macron ofereceu-se para organizar outra oportunidade de diálogo em Paris. Ele propõe incluir a Ucrânia e a Dinamarca nas conversas, além de sugerir um jantar entre ele e Trump na quinta-feira.

Trump admite erro sobre tropas na Groenlândia em ligação com premiê britânico

O presidente dos EUA, Donald Trump, reconheceu em uma ligação com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, que recebeu informações incorretas sobre o envio de tropas europeias à Groenlândia. A aliança militar da Otan anunciou uma pequena movimentação de soldados para a ilha, o que irritou Trump. Diplomatas dinamarqueses afirmam que os EUA foram comunicados sobre essas tropas antes de qualquer anúncio. A declaração do ministro dinamarquês, Lars Løkke Rasmussen, ressalta a divergência entre EUA e Europa sobre a Groenlândia, mas a criação de um grupo de trabalho pode facilitar o diálogo entre as partes.

EUA enviam aviões militares à Groenlândia em meio a tensões geopolíticas

Recentemente, aviões militares dos Estados Unidos foram enviados à Groenlândia para realizar operações planejadas há muito tempo. O Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (Norad) informou que as atividades foram coordenadas com a Dinamarca, bem como com o governo da Groenlândia, que recebeu informações sobre os planos. Essa movimentação ocorre em meio à pressão de Donald Trump, que estava interessado em adquirir a Groenlândia, uma ilha com significativo valor estratégico e rica em minerais. O Norad não especificou o número ou tipo de avião envolvido nas operações na base aérea de Pituffik.

Trump ameaça Europa com tarifas e exige Groenlândia

Donald Trump escalou tensões com a Europa ao exigir a compra da Groenlândia, prometendo tarifas de até 25% para países que se opuserem a essa intenção. Essa postura interrompeu meses de progresso nas negociações comerciais com a UE e a Otan, colocando os líderes europeus em uma posição delicada, já que dependem da proteção americana. A Europa, relutante em ceder a uma anexação forçada, estuda formas de retaliar sem escalar a situação. Enquanto isso, tropas europeias realizaram exercícios militares na Groenlândia, reafirmando seu compromisso com a região estratégica, numa nova era de confrontos diplomáticos.

Protestos em massa na Dinamarca e Groenlândia contra planos de Trump

Neste sábado, manifestantes na Dinamarca e Groenlândia se uniram para protestar contra a intenção de Donald Trump de anexar a ilha. Os participantes das marchas exigiram que a Groenlândia tenha autonomia para definir seu futuro, com gritos de 'A Groenlândia não está à venda' e slogans como 'Tirem as mãos da Groenlândia'. Na capital dinamarquesa, Copenhague, milhares se dirigiram à embaixada dos EUA, enquanto em Nuuk, liderados pelo primeiro-ministro Jens-Frederik Nielsen, milhares demonstraram apoio em frente ao consulado dos EUA, enfatizando que a Groenlândia não é uma propriedade, mas uma casa.

Trump ameaça tarifas para países que se opuserem à anexação da Groenlândia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou taxar países que não apoiarem a tentativa dos EUA de anexar a Groenlândia, defendendo a medida como crucial para a segurança nacional. Durante um evento na Casa Branca, ele mencionou que a Groenlândia é vital para o novo sistema de defesa aéreo, o Domo Dourado. A ilha, estrategicamente posicionada entre os EUA e a Rússia, tem grande importância geopolítica, e Trump enfatizou que, caso os EUA não a adquiram, Rússia ou China o farão. Países europeus já enviaram tropas para a Groenlândia a pedido da Dinamarca.

Alemanha, Suécia e Noruega enviam tropas para Groenlândia em resposta a Trump

A Alemanha, Suécia e Noruega anunciaram no dia 14 de janeiro de 2026 que enviarão tropas à Groenlândia para uma missão de exploração entre 15 e 17 de janeiro. Esta ação ocorre em resposta às ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem pressionado a Dinamarca sobre o controle da ilha. O comunicado alemão destaca que essa colaboração visa explorar condições para potencial apoio militar à Dinamarca, que reforçou sua presença na região em parceria com aliados da Otan. A situação é complexa, envolvendo crescente interesse geopolítico de Rússia e China no Ártico.

China critica EUA por uso da Groenlândia em interesses políticos próprios

A China pediu aos Estados Unidos para não utilizarem outros países, como a Groenlândia, como justificativa para atender a seus próprios interesses. A declaração surgiu após o presidente Donald Trump sugerir que os EUA deveriam garantir a posse da Groenlândia para evitar que Rússia ou China a ocupem. A porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China, Mao Ning, destacou, em coletiva de imprensa, que as ações da China no Ártico buscam promover paz, estabilidade e desenvolvimento sustentável, enfatizando a importância do respeito aos direitos das nações para realizar atividades lícitas na região.

Trump zomba da defesa dinamarquesa e reafirma interesse na Groenlândia

Em conversa com repórteres, Donald Trump comparou a defesa da Groenlândia a 'dois trenós puxados por cães', afirmando que os Estados Unidos devem garantir o controle da ilha. Ele destacou que, se os EUA não a adquirirem, a Rússia ou a China o farão, declarando sua intenção de 'ficar com a Groenlândia, de um jeito ou de outro'. O presidente explicou que a Groenlândia é crítica para a segurança americana e as autoridades dinamarquesas reiteraram que a ilha não está à venda, apesar do interesse dos EUA em explorar sua localização estratégica e recursos naturais.

EUA buscam anexar a Groenlândia: segurança e recursos em jogo

A busca dos Estados Unidos pela anexação da Groenlândia, impulsionada pelo presidente Donald Trump, funde questões de segurança internacional e interesses econômicos. Trump defende que o território é crucial para proteger os EUA e seus aliados, especialmente devido à sua localização estratégica no Ártico. Além disso, a Groenlândia abriga valiosos recursos minerais, essenciais para a tecnologia moderna. A situação gera tensões diplomáticas entre Washington, Copenhague e autoridades groenlandesas. Apesar da retórica de segurança, o interesse econômico em petróleo, gás e minerais raros também fundamenta a postura dos EUA em relação à ilha.

Groenlândia: O novo alvo estratégico de Trump no Ártico

A Groenlândia, território dinamarquês no Ártico, tem se tornado foco de interesse dos Estados Unidos após Donald Trump manifestar desejo de adquirir a ilha, destacando sua importância estratégica. O território, historicamente habitado por povos inuítes, passou a ter autonomia em 2009, embora dependa economicamente da Dinamarca. Os EUA mantêm presença militar na ilha, crucial para monitoramento no Atlântico Norte. As relações entre Groenlândia e Dinamarca são tensas devido a um passado colonial, enquanto a população demonstra interesse em independência, temendo a influência americana e a necessidade de diversificação econômica além da pesca.

Trump e a Groenlândia: uma disputa de poder e estratégia

Donald Trump expressou interesse em 'tomar' a Groenlândia, com a Casa Branca considerando várias opções, incluindo ações militares. Embora a ilha, com uma população de apenas 58 mil habitantes, seja vista como um alvo fácil, analistas alertam sobre as profundas implicações políticas e legais dessa ação. A Dinamarca, responsável pela defesa da Groenlândia, tem capacidades limitadas para proteger o território. Ao mesmo tempo, Trump está avaliando a compra da Groenlândia, mas tanto Nuuk quanto Copenhague alegam que a ilha não está à venda, complicando as discussões sobre a autodeterminação da população local.

Trump e a Groenlândia: a crise que ameaça a Otan

As declarações de Donald Trump sobre a Groenlândia estão gerando tensões significativas dentro da Otan, mesmo sem um ataque militar iminente. Especialistas e políticos alertam que a aliança deve reagir com firmeza frente às ameaças do presidente americano. A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, enfatiza a gravidade da situação, afirmando que qualquer agressão militar dos EUA contra um aliado teria consequências desastrosas. Com falta de um protocolo da Otan para questões internas, o pedido por uma resposta contundente tem ganhado força, abrangendo desde a mobilização de tropas até pressões econômicas contra Washington.

Trump e o desejo de anexar a Groenlândia: entenda a disputa geopolítica

Donald Trump expressou seu interesse em anexar a Groenlândia, um território autônomo da Dinamarca, devido aos seus recursos minerais valiosos e à sua importância geoestratégica. A declaração foi feita durante uma visita do vice-presidente dos EUA à base militar em Pituffik, onde Trump afirmou que 'precisamos tê-la'. O interesse americano pela área se intensifica com o derretimento das geleiras, que abre novas rotas marítimas. Contudo, a Groenlândia busca mais autonomia com relação à Dinamarca, embora dependa economicamente da pesca e dos subsídios dinamarqueses que sustentam seu PIB.

Trump defende controle da Groenlândia na segurança internacional

Donald Trump reafirmou nesta sexta-feira (28) que os Estados Unidos 'precisam' controlar a Groenlândia, destacando sua importância para a segurança internacional. Durante a visita do vice-presidente J.D. Vance à base militar em Pituffik, Trump comentou que a Groenlândia é crucial para a paz mundial devido à presença de navios chineses e russos. A declaração ocorreu em meio à formação de uma nova coalizão na Groenlândia com o objetivo de fortalecer os laços com a Dinamarca, o que foi interpretado como uma resposta às pressões norte-americanas. A visita de Vance gerou críticas dos governos dinamarquense e groenlandês.

Trump aumenta pressão sobre a Groenlândia em busca de controle estratégico

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou a pressão para assegurar a Groenlândia, afirmando que os EUA 'precisam' da ilha em uma recente entrevista. A declaração vem acompanhada da visita iminente do vice-presidente J.D. Vance à base militar americana na Groenlândia, que provocou reações adversas de autoridades dinamarquesas e groenlandesas, classificando a ação como 'pressão inaceitável' e 'interferência estrangeira'. A Groenlândia, que discute sua independência, possui recursos minerais e hidrocarbonetos que atraem o interesse dos EUA, auge de uma história de tentativas americanas de compra da ilha.

Trump considera tomar a Groenlândia para segurança dos EUA

Donald Trump, o ex-presidente dos Estados Unidos, declarou sua intenção de tomar a Groenlândia, afirmando em um podcast que o território é essencial para a segurança internacional americana. Ele não descartou a possibilidade de usar a força para adquirir a ilha, que é administrada pela Dinamarca. Trump e sua equipe, liderada pelo vice-presidente J.D. Vance, planejam visitar a Groenlândia para discutir a segurança e a situação do local, uma manobra criticada pelo primeiro-ministro interino da Groenlândia, Mute Egede, que considera a visita uma interferência na autonomia local.

Trump 2: Discurso expansionista e novas tarifas no horizonte

Donald Trump, presidente eleito dos EUA, assume a presidência no dia 20 de janeiro de 2025, destacando temas de política externa. Ele afirmou que a posse da Groenlândia é uma necessidade e que pretende aumentar tarifas de importação sobre produtos do México e Canadá, alegando preocupações com imigração ilegal e drogas. O novo mandato de Trump pode ser marcado por tensões com parceiros tradicionais e um enfoque em conflitos internacionais, buscando cessar-fogos e redefinindo relações na América e Europa. As expectativas são altas para suas primeiras medidas no governo.

Trump busca controle da Groenlândia: o que pode acontecer?

Donald Trump, o presidente eleito dos EUA, manifestou um renovado interesse em assumir o controle da Groenlândia, um território autônomo dinamarquês. A ideia de compra foi inicialmente levantada em 2019, mas agora Trump não descarta ações econômicas ou militares. Autoridades dinamarquesas rechaçaram a proposta, afirmando que a Groenlândia não está à venda. O território é crucial, dado seu potencial mineral e a aspiração de independência de sua população. Enquanto algumas especulações sugerem que Trump apenas busca aumentar a segurança da Groenlândia, também existem preocupações sobre as tensões que podem surgir entre aliados da Otan.

Trump ameaça anexar Groenlândia, gerando forte reação da Europa

Donald Trump, presidente eleito dos EUA, afirmou recentemente que não descarta uma ação militar para tomar controle da Groenlândia, um território dinamarquês. Durante uma conversa com jornalistas, Trump mencionou a importância da Groenlândia e do Canal do Panamá para a segurança econômica dos Estados Unidos, sugerindo que a NATO deveria aumentar seus gastos militares. As declarações geraram críticas de líderes europeus, incluindo os chanceleres da França e da Alemanha, que rechaçaram qualquer ideia de anexação, destacando a necessidade de fortalecer as defesas da União Europeia contra possíveis agressões. A situação tem causado apreensão internacional.

Europa se une contra ameaças de Trump à Groenlândia

A Europa, representada por França e Alemanha, reagiu firmemente às ameaças de Donald Trump sobre a Groenlândia, reafirmando a proteção das fronteiras soberanas da União Europeia. O ministro francês, Jean-Noël Barrot, destacou que ações contra essas fronteiras não serão toleradas. Trump, em sua alocução, considerou o território crucial para a segurança dos EUA, afirmando o desejo de comprá-lo. Contudo, tanto a Dinamarca quanto os groenlandeses enfatizaram que a soberania da Groenlândia é inegociável, ressaltando que somente eles podem decidir seu futuro. A reação europeia surge em meio ao atual clima de tensão internacional.

Dinamarca defende Groenlândia contra propostas de Trump Jr.

A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, reafirmou a soberania da Groenlândia em resposta a comentários de Donald Trump Jr., que visitou a ilha. Frederiksen afirmou que o povo da Groenlândia não deseja vender seu território, e considerou absurda a sugestão de compra feita por seu pai, Donald Trump. A mensagem foi clara: a Groenlândia está longe de estar à venda. Além disso, a primeira-ministra destacou que a crescente busca pela independência da Groenlândia é legítima e que o futuro da ilha deve ser decidido por seus próprios habitantes, reforçando a autonomia política do território.

Trump sugere ações militares para controle do Canal do Panamá e Groenlândia

Na terça-feira, 7 de janeiro de 2025, Donald Trump, presidente eleito dos Estados Unidos, indicou a possibilidade de uma ação militar para obter controle sobre o Canal do Panamá e a Groenlândia. Trump afirmou que tais medidas seriam fundamentais para a segurança econômica do país, ressaltando tarifas injustas cobradas pelo Panamá durante o comércio. Ele também expressou interesse em anexar a Groenlândia, já que o território é atualmente dinamarquês. Além disso, Trump manifestou intenções expansionistas, propondo mudar o nome do Golfo do México e falar sobre a anexação do Canadá como o 51º estado dos EUA.

Trump propõe mudar nome do Golfo do México e retomar o Canal do Panamá

Durante uma coletiva, o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, anunciou planos para renomear o Golfo do México para 'Golfo da América', argumentando que a mudança é necessária devido ao déficit mexicano. Trump também insinuou que poderia usar força militar para tomar o controle do Canal do Panamá e expressou interesse em controlar a Groenlândia, atualmente administrada pela Dinamarca. Ele sugeriu que o Canadá deveria ser anexado, o que implicaria na criação do 51º estado dos EUA. Trump ressaltou a importância estratégica dessas regiões para a segurança econômica dos Estados Unidos.

Nasa desvenda mistério de tsunami que fez a Terra vibrar por nove dias

A Nasa revelou detalhes sobre um tsunami que golpeou a Groenlândia em setembro de 2023, causado por um deslizamento de rochas. As ondas de até 1,2 metros de altura perpassaram o Fiorde Dickson, gerando vibrações que ecoaram pelo planeta durante nove dias. O satélite SWOT, fruto de uma colaboração com o CNES, registrou essas oscilações em alta resolução. Cientistas de quinze países investigaram o evento, inicialmente classificados como um 'Objeto Sísmico Não Identificado'. As evidências demonstram que a observação detalhada das ondas se tornou possível com essa tecnologia, revelando novos dados sobre tsunamis e suas origens.

Megatsunami de 200 metros na Groenlândia choca cientistas e questiona a estabilidade das geleiras

Em setembro de 2023, um fenômeno sísmico inédito surpreendeu cientistas ao gerar um zumbido constante por nove dias, resultado de um colossal deslizamento de terra no Fiorde Dickson, na Groenlândia. Esse evento provocou um megatsunami de impressionantes 200 metros, superando eventos históricos notáveis, como os tsunamis de 2004 e 2011. A onda massiva evidenciou os impactos alarmantes do aquecimento global, revelando colapsos e alterações geológicas significativas. Os pesquisadores alertam que a instabilidade das geleiras intensifica a frequência de desastres naturais, exigindo uma revisão urgente nas abordagens científicas e políticas para mitigar futuros riscos climáticos.

Estudos apontam que mudanças climáticas estão tornando os dias mais longos e alterando o eixo de rotação da Terra

Dois estudos divulgados apontam que as mudanças climáticas estão aumentando a duração do dia e alterando o eixo de rotação da Terra devido ao derretimento das calotas de gelo na Groenlândia e Antártida. Isso faz com que o planeta gire mais lentamente, resultando em dias mais longos. Essas alterações têm potencial para interferir em processos como tráfego da internet, transações financeiras e navegação por GPS. Além disso, o derretimento do gelo também afeta a massa da Terra, mudando seu eixo de rotação, o que precisa ser considerado em viagens espaciais.

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