curta.news

Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Enfermagem

Técnico de enfermagem é preso por matar pacientes com desinfetante

A Polícia Civil do Distrito Federal apura um caso alarmante envolvendo um técnico de enfermagem, Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, preso por suspeita de assassinar três pacientes na UTI do Hospital Anchieta. Ele usava desinfetante, injetando na veia das vítimas, incluindo uma idosa de 75 anos, e manipulara medicamentos inadequados. Outras duas técnicas de enfermagem estão sendo investigadas por negligência e possível cumplicidade. O padrão incomum de agravamento nas condições dos pacientes chamou atenção, levando a diretores hospitalares a demitir os acusados, que agora enfrentam acusações de homicídio qualificado.

Investigação revela massacre no Hospital Anchieta: técnicos de enfermagem como suspeitos

A Polícia Civil do Distrito Federal investiga três técnicos de enfermagem suspeitos de assassinatos em um hospital. Presos, Marcos, Amanda e Marcela são acusados de matar pacientes na UTI do Hospital Anchieta, em Taguatinga. O hospital alertou as autoridades após notar mortes atípicas e a polícia encontrou indícios de homicídios dolosos qualificados, pois as vítimas estavam em estado crítico. Os técnicos inicialmente negaram os crimes, mas provas os levam a confissão. A motivação permanece desconhecida e investigações continuam para determinar se há outras vítimas ou casos semelhantes. A situação repercute amplamente entre familiares e profissionais de saúde.

Justiça nega habeas corpus preventivo para técnica de enfermagem no caso Benício

O Tribunal de Justiça do Amazonas negou o habeas corpus preventivo solicitado pela defesa de Raiza Bentes Praia, técnica de enfermagem envolvida no trágico caso da morte da criança Benício Xavier de Freitas, de seis anos, em novembro. O incidente ocorreu no Hospital Santa Júlia, onde Raiza administrou erroneamente uma dose de adrenalina endovenosa. A decisão, assinada pelo desembargador Abraham Peixoto,justificou a gravidade do ocorrido, citando a comoção social gerada e a necessidade de cautela na investigação. Diferentemente de Raiza, a médica responsável, Juliana Brasil, obteve habeas corpus por falta de evidências de erro na prescrição.

Quer mais notícias? Cadastre-se para acessar conteúdo personalizado e exclusivo!