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Técnico de enfermagem é preso por matar pacientes com desinfetante

A Polícia Civil do Distrito Federal apura um caso alarmante envolvendo um técnico de enfermagem, Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, preso por suspeita de assassinar três pacientes na UTI do Hospital Anchieta. Ele usava desinfetante, injetando na veia das vítimas, incluindo uma idosa de 75 anos, e manipulara medicamentos inadequados. Outras duas técnicas de enfermagem estão sendo investigadas por negligência e possível cumplicidade. O padrão incomum de agravamento nas condições dos pacientes chamou atenção, levando a diretores hospitalares a demitir os acusados, que agora enfrentam acusações de homicídio qualificado.

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Técnicos de enfermagem presos por assassinato de pacientes no DF

No Distrito Federal, três técnicos de enfermagem foram presos, suspeitos de assassinato de pacientes na UTI do Hospital Anchieta. Eles aplicaram medicamentos de forma irregular, incluindo desinfetante, resultando em paradas cardíacas. As investigações revelaram que um técnico se passou por médico para prescrever e administrar os medicamentos à vítimas com quadros graves, sempre agindo durante a supervisão das colegas. O crime veio à tona após uma análise de câmeras e prontuários. A operação policial, chamada Anúbis, apura outros possíveis envolvidos. O hospital notificou as autoridades e as famílias dos pacientes sobre o ocorrido.

Delegada Presa por Ligação com PCC e Atuação Irregular como Advogada

A delegada Layla Lima Ayub foi presa em São Paulo sob suspeita de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC) durante a Operação Serpens, que também apura suas ações enquanto policial militar e advogada no Espírito Santo e Pará. Com registros na Ordem dos Advogados do Brasil, Layla moveu várias ações administrativas contra o Estado adaptando-se aos parâmetros legais. A investigação revela que ela se envolveu com a facção criminosa, sendo acusada de integrar organização criminosa e outros crimes, especialmente devido ao seu relacionamento com um membro do PCC.

Delegada do PCC presa pela compra de padaria para lavar dinheiro em SP

A delegada da Polícia Civil de São Paulo, Layla Lima Ayub, e seu namorado, Jardel Neto Pereira da Cruz, líder do PCC, foram presos por suspeita de lavagem de dinheiro. O casal adquiriu uma padaria no Jardim Itapemirim com esse objetivo, fato confirmado durante coletiva de imprensa da Secretaria de Segurança Pública. A investigação, marcada pela Operação Serpens, revelou o envolvimento de Layla com a facção criminosa. Além da prisão, mandados de busca e apreensão foram cumpridos em SP e Marabá. A postura firme das autoridades demonstra compromisso em erradicar irregularidades nas forças de segurança.

Governo Lula implanta estratégia conjunta para combater crime organizado

O novo ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, anunciou uma estratégia integrada de combate ao crime organizado, em reunião com o presidente Lula e autoridades de diversos órgãos, incluindo o Judiciário e o Ministério Público. Ele afirmou que o combate seria uma prioridade em sua gestão, necessitando da colaboração entre instituições para ser eficaz. Lima e Silva destacou a ineficácia de ações isoladas do Poder Executivo e enfatizou a necessidade de articulação entre diversas entidades. A estratégia busca também sufocar economicamente as organizações criminosas e garantir uma atuação conjunta e eficaz contra esse problema.

Mistério envolvendo PM desaparecido: corpo é encontrado em embu-guaçu

O corpo do policial militar Fabrício Gomes de Santana, de 40 anos, desaparecido desde 7 de janeiro, foi encontrado em Embu-Guaçu, São Paulo. O PM se envolveu em uma discussão com um indivíduo ligado ao tráfico de drogas antes de desaparecer. A investigação indicou que ele foi levado a um 'tribunal do crime', onde teria sido ameaçado e, possivelmente, morto. Quatro pessoas foram presas em conexão ao caso, incluindo o proprietário do sítio onde o corpo foi encontrado. O veículo de Fabrício havia sido descoberto carbonizado em Itapecerica da Serra, aumentando a complexidade das investigações.

Desaparecimento de PM detalha tribunal do crime em SP

A investigação sobre o desaparecimento do cabo da Polícia Militar, Fabrício Gomes de Santana, de 40 anos, revela que ele foi levado a um chamado 'tribunal do crime' após uma discussão com um homem vinculado ao tráfico de drogas em São Paulo. Desde a tarde de quinta-feira, 8, ele não é visto e três pessoas foram presas. Sua última localização foi em uma adega, onde foi abordado por criminosos. Um depoimento indicou que Fabrício estava desarmado e controlado por várias pessoas. A polícia investiga se o PM foi morto e realiza buscas na região de Itapecerica da Serra.

Morte suspeita do tio de Suzane von Richthofen levanta questionamentos

Miguel Abdalla Neto, tio materno de Suzane von Richthofen, foi encontrado morto em sua casa na Vila Congonhas, São Paulo, em 9 de janeiro de 2026. O corpo do homem, que estava em avançado estado de decomposição e sem sinais de violência, foi descoberto após dois dias de ausência, quando funcionários estranharam sua falta. A polícia foi acionada por um vizinho e o caso foi registrado como morte suspeita no 27º Distrito Policial. Miguel foi tutor do irmão de Suzane, Andreas, até sua maioridade e teve relevância na história de sua família polêmica.