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Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Direitos Humanos

Thiago Schutz, influenciador, é preso após agredir namorada em Salto

Thiago Schutz, conhecido como Calvo do Campari, foi preso em flagrante neste sábado em Salto, São Paulo, após agredir sua namorada, Lais Angeli Gamarra. A jovem, com marcas de agressão, conseguiu chamar a polícia enquanto fugia. Thiago foi solto provisoriamente após audiência de custódia, mas recebeu ordens judiciais que o proíbem de se aproximar da vítima ou entrar em contato. Lais, em estado de choque, recebeu atendimento médico e sua advogada denunciou a gravidade das agressões, incluindo uma tentativa de estupro. Thiago é famoso por promover discursos misóginos na internet.

Hugo Motta desafia STF e protege Alexandre Ramagem após fuga para os EUA

Hugo Motta desafia a decisão do STF sobre a cassação de Alexandre Ramagem, que fugiu para os EUA antes de ser condenado a 16 anos. Ramagem, ex-chefe da Abin, usou o aparato de inteligência para espionagem e monitoramento de opositores durante o governo Bolsonaro. Sua fuga representa um desafio à justiça brasileira, já que continua a atuar politicamente mesmo no exterior. Enquanto isso, Motta ignora a determinação do STF e adia providências legais. Essa situação expõe a fragilidade da democracia e a necessidade de vigilância constante contra as ameaças ainda presentes no cenário político do Brasil.

Policiais são detidos por crimes na megaoperação violenta do RJ

Cinco policiais militares do Rio de Janeiro foram presos por suspeita de crimes durante uma megaoperação que deixou 122 mortos em outubro. A Corregedoria da Polícia Militar conduziu a operação, que incluiu a busca e apreensão de evidências. As detenções foram motivadas pela análise de imagens das Câmeras Operacionais Portáteis utilizadas pelos agentes no dia da ação. A 1ª DPJM investiga possíveis crimes cometidos. A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos acompanha a situação, buscando garantir transparência e a apuração de falhas no uso das câmeras. O comando da PM promete rigor nas punições.

PMs do Batalhão de Choque são presos após megaoperação no RJ

A Corregedoria da Polícia Militar do Rio de Janeiro prendeu cinco policiais do Batalhão de Choque, envolvidos em crimes durante uma megaoperação que resultou em 122 mortes. A operação ocorreu nos complexos da Penha e do Alemão, e investigações revelam diálogos que indicam ocultação de armamento e subtração de peças automotivas. As imagens mostram um sargento pegando um fuzil do chão, que não foi apresentado oficialmente. Essa ação visa esclarecer eventuais excessos e desvios de conduta, com mandados de busca e apreensão sendo cumpridos por agentes da 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM).

O terror psicológico de Moraes: busca e apreensão atinge crianças

No programa Última Análise, discutiu-se a recente ação do ministro Alexandre de Moraes, que chegou a atingir crianças. Rebeca Ramagem, esposa do deputado federal Alexandre Ramagem, relatou ter sido alvo de um mandado de busca e apreensão enquanto estava em um avião no aeroporto do Galeão, no Rio. Suas filhas, de 7 e 14 anos, tiveram seus celulares confiscados. Omar Godoy, editor da Gazeta do Povo, destacou que isso pode ter ferido o Estatuto da Criança e do Adolescente, classificando a ação como um “terror psicológico”. Críticas também surgiram na mídia, questionando os limites das investigações do STF.

Policiais presos após megaoperação assassina no Rio de Janeiro

A Corregedoria da Polícia Militar prendeu cinco policiais do Batalhão de Choque, acusados de crimes durante uma megaoperação realizada nos complexos da Penha e do Alemão em 28 de outubro, a qual resultou em 122 mortes. Entre as denúncias está o roubo de um fuzil, que seria revendido a criminosos. Além das prisões, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão. Imagens de câmeras portáteis contribuíram para a investigação, apontando indícios de conduta inadequada. A operação interna busca verificar eventuais excessos e crimes cometidos pelos agentes envolvidos na ação militar controversa.

Sóstenes anuncia denúncias contra Moraes após prisão de Bolsonaro

Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara dos Deputados, manifestou nesta segunda-feira (24) sua intenção de denunciar o ministro Alexandre de Moraes em embaixadas e organismos internacionais, em resposta à prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro. Durante uma entrevista ao programa Bastidores CNN, ele alegou que essa ação visa expor o que considera uma crescente perseguição política e religiosa contra Bolsonaro. Sóstenes indicou que as denúncias serão feitas em todas as embaixadas em Brasília, mencionando organismos como a OEA e a ONU, ao criticar severamente Moraes por suas decisões judiciais.

Bolsonaro prefere refeições caseiras e recusa comida da PF na prisão

Jair Bolsonaro, atualmente preso na Superintendência da Polícia Federal, optou por não consumir as refeições fornecidas pela corporação, preferindo alimentos caseiros que atendem a recomendações médicas de baixo teor de gordura. As refeições são trazidas por familiares e auxiliares, uma prática comum entre detentos. O ex-presidente, que se mantém calmo e sociável, recebeu visitas, incluindo a da ex-primeira-dama Michelle. Ele aguarda o desfecho de sua pena de 27 anos, imposta em um caso envolvente golpista, enquanto a rotina no local segue com a presença constante de sua família, trazendo apoio emocional.

Família Ramagem alega perseguição política em fuga para os Estados Unidos

Rebeca Ramagem, esposa do deputado Alexandre Ramagem, afirmou que a mudança da família para os EUA foi uma medida em resposta à 'perseguição política desumana' que enfrentam no Brasil. O deputado, condenado pelo STF devido à sua participação em um esquema golpista, teve a prisão preventiva decretada por Alexandre de Moraes depois que imagens dele foram divulgadas em solo americano. Rebeca destacou que a segurança de suas filhas é sua prioridade e reafirmou sua luta por justiça, prometendo continuar defendendo seus valores, independentemente da distância do país natal.

Homem agredido em vigília pró-Bolsonaro é de grupo evangélico de Janja

Ismael Lopes, integrante da Frente Evangélica pelo Estado de Direito e aliado da primeira-dama Janja da Silva, foi agredido durante uma vigília em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro. O incidente ocorreu enquanto ele discursava, onde criticou a instrumentalização da fé e as políticas do governo anterior. Após ser empurrado por apoiadores de Bolsonaro, policiais usaram spray de pimenta para controlar a situação. Lopes busca promover justiça social, enfatizando a luta contra a violação dos direitos humanos e a preservação do Estado democrático, e já foi representante do movimento em diversas agendas sociais.

EUA criticam prisão de Bolsonaro como provocativa e desnecessária

Christopher Landau, vice-secretário de Estado dos EUA, criticou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro emitida pelo ministro Alexandre de Moraes, classificando a decisão como 'provocativa e desnecessária'. A prisão ocorreu após a Polícia Federal identificar risco de fuga e ameaça à ordem pública, em consequência de tentativas de violação da tornozeleira eletrônica de Bolsonaro. Landau expressou preocupação com a crescente violação do Estado de Direito no Brasil e afirmou que a decisão trouxe descrédito ao STF. Moraes foi acusado de ser um 'violador dos direitos humanos' pela aplicação da Lei Magnitsky.

Felipe Folgosi compara prisão de Bolsonaro à crucificação de Jesus

O ator Felipe Folgosi declarou que o Brasil está sob um sistema 'anticristão' após a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em um vídeo com os olhos marejados, ele comparou a detenção de Bolsonaro à crucificação de Jesus Cristo, destacando supostas perseguições ao cristianismo no país. Folgosi afirmou que a prisão é um reflexo de um governo que visa silenciar a fé, relembrando que Jesus também foi preso injustamente. Ele conclamou seus seguidores a realizarem uma corrente de oração em apoio a Bolsonaro, enfatizando a necessidade de fé em tempos de adversidade.

Senadores defendem prisão domiciliar para Bolsonaro por problemas de saúde

A presidente da Comissão de Direitos Humanos, Damares Alves, e outros senadores relataram irregularidades no Complexo Penitenciário da Papuda, discutindo a possibilidade de o ex-presidente Jair Bolsonaro cumprir pena em prisão domiciliar, devido a problemas de saúde. O Estatuto dos Militares limita sua transferência para presídios comuns e, caso condenado, ele só pode cumprir pena em instituições militares. Em meio a preocupações sobre a segurança e deficiência de atendimento na Papuda, os senadores argumentam que Bolsonaro estaria mais protegido em casa. A decisão final do STF sobre a pena ainda está pendente.

Mototaxista é resgatado após ser torturado por traficantes no Rio

Um mototaxista foi resgatado pela Polícia Civil após ser brutalmente torturado durante três dias por traficantes do Comando Vermelho na Vila Kennedy, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Ele foi confundido com um miliciano e mantido em cárcere privado, onde sofreu espancamentos. Durante a operação, denominada Contenção, a polícia prendeu 18 traficantes, apreendeu armas e drogas, e encontrou entorpecentes em uma escola local. A ação também interrompeu as atividades de duas unidades de saúde na região. A operação foi vital para combater a expansão do tráfico na comunidade e proteger moradores inocentes.

Flávio Bolsonaro desafia Tarcísio e agita corrida presidencial de 2026

Flávio Bolsonaro intensificou sua candidatura à presidência em 2026, desafiando os planos do governador Tarcísio de Freitas e causando agitação na direita. Apoiado por Eduardo Bolsonaro, Flávio acredita em seu potencial para vencer, embora aliados duvidem. A movimentação dos irmãos visa evitar que o poder da família Bolsonaro seja perdido para o Centrão. Tarcísio, sem suporte explícito da família, pode reconsiderar sua posição na corrida, e o apoio da família à campanha poderia ser vital. A disputa revela vulnerabilidades no campo político e a incerteza sobre os próximos passos do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Governo Lula cria plano para proteger defensores dos direitos humanos e MST

O governo Lula publicou o decreto 12.710 de 2025, estabelecendo o Plano Nacional de Proteção a Defensores de Direitos Humanos, que visa beneficiar o movimento dos trabalhadores sem terra (MST). Este plano inclui ações como regularização fundiária, acesso à terra e segurança em áreas de conflito. Embora o MST não seja mencionado diretamente, a iniciativa reconhece a necessidade de proteção para defensores do campo. O financiamento é uma colaboração entre União, Estados e municípios, além de organizações privadas. O planejamento será detalhado até o dia 5 de dezembro de 2025, envolvendo a participação da sociedade civil.

Jorginho Mello critica decreto de proteção a direitos humanos de Lula

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, criticou o decreto do presidente Lula que institui um Plano Nacional de Proteção a Defensores de Direitos Humanos, citando que o MST é incluído entre os grupos prioritários. Mello alegou em um vídeo que a nova medida poderia “blindar invasores”, referindo-se ao MST como formadores de invasão. O Ministério da Justiça e Segurança Pública será responsável por apoiar a segurança de defensores, mas o decreto não estabelece automaticamente formas de escolta ou procedimentos de proteção, deixando as definições para uma futura portaria conjunta.

Eduardo Tagliaferro denuncia abuso de poder e se torna réu em processo controverso

Eduardo Tagliaferro, ex-assessor de Alexandre de Moraes, denunciou servidores do TSE que produziam relatórios para decisões contra bolsonaristas no STF. Em vez de investigar, a PGR o denunciou por violar sigilo funcional e outros crimes. Tagliaferro virou réu, com julgamento conduzido pelo mesmo ministro que acusou, em um processo questionável. Mensagens privadas foram usadas contra ele, infringindo suas prerrogativas de defesa. A situação evidencia um padrão de exceção, onde o STF ultrapassa limites constitucionais sob pretextos de segurança. Tagliaferro fugiu para a Itália, enquanto seu processo de extradição foi iniciado.

Críticas ao STF: o caso Tagliaferro e a crise de justiça

O jornal O Estado de S.Paulo criticou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) em editorial, destacando a 'perversão jurídica' no caso de Eduardo Tagliaferro. O ex-assessor de Alexandre de Moraes revelou uma estrutura paralela no Tribunal Superior Eleitoral, voltada para monitorar opositores. Após denunciar irregularidades, Tagliaferro tornou-se réu em um processo conduzido pelo próprio ministro que denunciou, levantando questões sobre a imparcialidade do STF. O Estadão ressalta que a liberdade não pode ser preservada através da censura e critica o poder do tribunal supremo em desconsiderar garantias constitucionais.

Lesões atípicas em megaoperação no Rio levantam questões sobre atuação policial

Em uma recente megaoperação policial nos complexos do Alemão e da Penha, o Ministério Público do Rio de Janeiro identificou 'lesões atípicas' em dois dos 121 corpos analisados. Esses casos se destacam por apresentarem tiros à curta distância, e um deles ainda apresentava a decapitação. O relatório, que acompanha as autópsias, sugere a análise das câmeras corporais dos agentes envolvidos na operação. O MP revelou que muitos dos mortos utilizavam uniformes camuflados, e diversas lesões de entrada e saída de projéteis foram registradas, reforçando a intenção de investigar as circunstâncias dos confrontos armados.

Madrasta é acusada de encomendar morte da mãe em tragédia no Rio

No Rio de Janeiro, a Polícia Civil investiga a morte de Laís de Oliveira Gomes Pereira, que foi baleada na nuca enquanto empurrava o carrinho do filho de 2 anos. A madrasta, Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, é identificada como mandante do crime, planejando a execução para ter a guarda exclusiva da criança. A tragédia ocorreu em Sepetiba, em 4 de novembro. Dois executores foram presos, incluindo Davi Malto, fugitivo, e Erick Santos Maria, que se entregou. O caso agrava a discussão sobre violência e relações familiares no Brasil, gerando indignação e revolta na comunidade local.

Alexandre de Moraes intervém em investigação sobre remoção de corpos no Rio

O ministro Alexandre de Moraes decidiu intervir pessoalmente na investigação que apura a remoção de corpos na mata após uma operação policial no Rio de Janeiro. Moraes intimou o delegado responsável a justificar a abertura do inquérito, que investiga possíveis crimes como vilipêndio a cadáver. A 22ª Delegacia de Polícia iniciou a apuração das circunstâncias envolvendo moradores que retiraram os corpos e os expuseram em via pública. O debate sobre a legitimidade das ações do STF e da polícia está acirrado, com especialistas alertando sobre a erosão da institucionalidade no Brasil.

Mototaxista é morto em abordagem policial e deixa filhos em estado de choque

Andrew Andrade do Amor Divino, de 29 anos, mototaxista, foi morto por um disparo de fuzil da polícia durante uma abordagem no Complexo do Chapadão, na Pavuna, no Rio. Ao saber da tragédia, seu filho mais velho, de seis anos, teve uma crise de choro, impactado pela notícia. Andrew deixou dois filhos e sua viúva, Dayene, relatou que ele não deveria ter sido abordado dessa forma e que estava apenas voltando para casa. Ele era trabalhador e tinha acabado de comprar uma casa nova para a família, enquanto a PM instaurou um procedimento para apurar os fatos.

Viúva defende marido morto por PM: 'Não era bandido, era trabalhador'

Dayene Nicacio Carvalho, viúva de Andrew Andrade do Amor Divino, afirma que seu marido, morto por um disparo de um policial militar na Pavuna, não era criminoso, mas um trabalhador. Ele foi alvejado após não parar ao comando da polícia, segundo a versão oficial. Dayene defende que ele estava em um carro com som alto, sem ouvir a ordem, e que havia um ônibus à frente. Andrew, mototaxista e recentemente consertador de celulares, deixava sua família com dificuldade após a compra recente de uma casa. A Secretaria de Polícia Militar reafirma sua versão e investiga o caso.

Avaliação médica de presos: deputados solicitam exame para Jair Bolsonaro

A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Câmara Legislativa do DF solicitou a avaliação médica de todos os presos no sistema penitenciário após o GDF ter pedido ao STF uma avaliação para Jair Bolsonaro. O ex-presidente, condenado a 27 anos por participação em um golpe de Estado, pode ser preso na Papuda. O deputado Fábio Felix, autor do pedido, ressaltou a necessidade de tratamento igualitário no sistema penitenciário e expressou preocupação com as condições de saúde de Bolsonaro. Além disso, o julgamento de recursos de sua condenação acontece nos próximos dias, aumentando a expectativa sobre sua prisão.

Câmara aprova projeto que dificulta acesso ao aborto legal para menores

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de decreto legislativo que pode restringir o acesso de crianças e adolescentes ao aborto legal, especialmente em casos de violência sexual. A proposta suspende uma resolução do Conanda, que estabelecia diretrizes para o atendimento desses jovens em tais situações. Argumentos contra a medida destacam que ela ultrapassa as funções do conselho e prejudica a autonomia das vítimas, além de exigir a apresentação de boletim de ocorrência, o que pode desencorajar denúncias. O texto agora será analisado pelo Senado, acirrando o debate sobre direitos das vítimas.

Ministério desmente boatos sobre auxílio a vítimas no Rio de Janeiro

O Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC) repudiou informações falsas que circulam na internet sobre um suposto auxílio financeiro destinado às famílias de vítimas fatais em ações policiais no Rio de Janeiro. De acordo com a nota do ministério, esses boatos não têm base na realidade e visam desestabilizar a confiança pública. O MDHC reafirma seu compromisso com a verdade e a transparência, ressaltando a importância de informações corretas em questões tão delicadas. O ministério também pede à população que desconfie de notícias sem fontes confiáveis e que busque informações diretas nos canais oficiais.

Câmara aprova ampliação da licença-paternidade para 20 dias

A Câmara dos Deputados aprovou a ampliação da licença-paternidade de cinco para 20 dias, com implementação gradual até 2027, incluindo estabilidade e salário garantido pelo INSS. O relator da proposta, deputado Pedro Campos, ajustou o texto em resposta a preocupações fiscais, reduzindo de 30 para 20 dias. A medida visa impactar positivamente a igualdade de gênero, permitindo que os homens participem mais ativamente nos primeiros meses de vida dos filhos, embora persista um debate sobre sua viabilidade financeira. O projeto precisa ser aprovado pelo Senado antes de se tornar lei, promovendo novas condições para os pais.

Lula condena megaoperação que deixou 121 mortos no Rio de Janeiro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a megaoperação policial que resultou em 121 mortes no Rio de Janeiro, descrevendo-a como uma 'matança'. Em entrevista, Lula afirmou que a operação, que tinha como objetivo a prisão de membros do Comando Vermelho, foi um fracasso do ponto de vista estatal. Embora as autoridades locais a considerem um sucesso, Lula acredita que acompanhar a investigação independente é fundamental para entender as circunstâncias. Ele enfatizou que a ordem judicial era para prender, não para promover um massacre. A situação gera preocupação sobre direitos humanos e segurança.

Lula chama de 'matança' operação que deixou 121 mortos no Rio e pede investigação

Em resposta à megaoperação policial no Rio de Janeiro que resultou na morte de 121 pessoas, incluindo 117 supostos criminosos e quatro policiais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou a ação como uma matança, solicitando uma investigação detalhada. Durante uma entrevista em Belém, Lula destacou a importância de esclarecer as circunstâncias em que os eventos ocorreram, desafiando a versão do governo estadual. A operação, que visava combater o Comando Vermelho, foi chamada de 'sucesso' pelo governador Cláudio Castro, mas despertou forte indignação entre organizações de direitos humanos e a ONU.

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