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STF mantém pena de prisão de Collor em decisão importante

Em uma decisão crucial, o STF manteve a condenação do ex-presidente Fernando Collor de Mello, rejeitando recursos que pleiteavam a redução da pena de 8 anos e 10 meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O julgamento, inicialmente em plenário virtual, foi transferido para o físico após um pedido do ministro André Mendonça, que queria uma nova votação. O placar final foi de 6 a 4, com alguns ministros defendendo uma pena menor, mas a maioria decidiu pela manutenção total. Collor, condenado em 2023, poderá apresentar novos recursos, mas sem novos argumentos, pode haver aceleração na execução da pena.

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Crime organizado e emendas parlamentares: uma conexão alarmante

Uma recente megaoperação da Polícia Federal revelou que a facção criminosa PCC tem laços com o mercado financeiro e o comércio de combustíveis, além de conexões com emendas parlamentares. As apurações mostraram que o Comando Vermelho é o grupo mais citado e que licitações fraudulentas em prefeituras são alimentadas por emendas que vão para regiões dominadas pelo crime organizado. Um exemplo é o deputado Junior Mano, alvo de investigação por desvio de emendas para influenciar eleições em 51 municípios no Ceará. O STF lidera mais de 100 inquéritos sobre esse esquema preocupante.

Megaoperação revela como PCC lucra na Faria Lima

A Polícia Federal, em colaboração com a Receita Federal e o Ministério Público de São Paulo, desencadeou três grandes operações visando um esquema do Primeiro Comando da Capital (PCC), que utilizava a avenida Faria Lima em São Paulo para movimentar bilhões. O esquema, que envolvia fundos de investimento e fintechs, permitiu ao PCC ocultar e lavar dinheiro do tráfico de drogas e combustíveis, voltando-se para 42 endereços na região. A estimativa é de que R$ 52 bilhões tenham sido movimentados entre 2020 e 2024. O governo está buscando aumentar o controle sobre as fintechs envolvidas.

Escândalo de corrupção abala governo Milei na Argentina

Um escândalo de corrupção abalou o governo da Argentina, envolvendo a irmã do presidente Javier Milei, Karina Milei. Na semana passada, o chefe da Agência Nacional para a Deficiência foi demitido após a divulgação de áudios que sugerem cobranças de propina de indústrias farmacêuticas, sendo que a voz atribuída a Diego Spagnuolo menciona Karina como beneficiária principal. Autoridades já iniciaram investigações, realizando buscas em diversas propriedades. O caso surge em um momento crítico para Milei, que enfrenta reveses legislativos. A reação negativa nos mercados financeiros indica um preocupação com a sua agenda econômica nas iminentes eleições.

Transações milionárias de Bolsonaro e filhos geram polêmica e investigação

Relatórios do Coaf revelam que Eduardo Bolsonaro recebeu R$ 4,1 milhões em menos de dois anos, enquanto Carlos Bolsonaro obteve R$ 4,8 milhões em um ano. Essas transações financeiras estão sendo analisadas pela Polícia Federal no contexto de um inquérito sobre coação e tentativa de golpe. Ambos foram indiciados por pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF) em meio a estas investigações. A ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, também foi mencionada, com movimentações que totalizam R$ 2,9 milhões. Estes dados levantam questões sobre a origem e a legalidade das movimentações financeiras dos envolvidos.

Reviravolta na CPMI do INSS: Carlos Viana é eleito presidente

A CPMI do INSS teve uma reviravolta em sua eleição, escolhendo o senador Carlos Viana como presidente em vez de Omar Aziz, que havia sido apoiado pelo governo e pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Viana venceu com 17 votos a 14, enquanto Aziz manifestou seus votos à nova condução da comissão. A nova mesa foi dominada por bolsonaristas, e Viana indicou Alfredo Gaspar como relator, contrariando as expectativas. O colegiado irá investigar fraudes na Previdência Social que podem atingir 6,3 bilhões de reais, ampliando a tensão entre governo e oposição.

Tarcísio promete punições severas em escândalo de corrupção no ICMS

Em resposta ao esquema de corrupção envolvendo o ICMS na Secretaria da Fazenda de São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas anunciou severas punições para os envolvidos. Durante uma agenda em Sorocaba, ele reafirmou que as sanções serão rigorosas em todas as esferas legais. A operação do Ministério Público revelou que auditores fiscais recebiam propinas de grandes empresas, resultando em um desvio de aproximadamente R$ 1 bilhão. O escândalo, que começou em 2021, levou à prisão de dois funcionários da secretaria e de empresários, incluindo Sidney Oliveira e Mário Otávio Gomes.

Tarcísio promete punições severas contra fraudes no ICMS em SP

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, anunciou punições severas aos corruptos envolvidos em fraudes no ICMS, descobertas em uma recente operação do Ministério Público em Sorocaba. A investigação identificou um esquema que cobrava propinas de auditores fiscais para acelerar a emissão de créditos tributários, movimentando cerca de R$ 1 bilhão ilegalmente. Tarcísio ressaltou que as irregularidades começaram em 2021 e que sua administração, iniciada em janeiro de 2023, se compromete em agir com rigor. A operação resultou na prisão de funcionários e empresários, incluindo o dono da Ultrafarma e o diretor da Fast Shop.