O ministro Dias Toffoli sinaliza um possível desmembramento no caso Banco Master, enviando parte do inquérito à primeira instância, enquanto as suspeitas sobre políticos com foro permanecem no STF.
A Operação Compliance Zero investiga fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master, com apreensões de bens superiores a R$ 5,7 bilhões e suspeitas sobre autoridades políticas.
Pressões sobre a condução do caso geram tensões entre instituições, destacando a necessidade de transparência e criticando decisões consideradas atípicas por Toffoli.
O Departamento de Justiça dos EUA liberou milhões de páginas da investigação sobre Jeffrey Epstein, destacando potenciais co-conspiradores e omitindo figuras próximas a ele.
Novos documentos revelam a troca de e-mails entre Howard Lutnick, o atual Secretário de Comércio, e Epstein, apesar das negativas anteriores de Lutnick em se associar com ele.
A lista de alegações de agressão sexual contra Donald Trump, compilada pelo FBI, inclui mais de uma dúzia de denúncias, embora ele permaneça sem acusações formais relacionadas ao caso Epstein.
O governo de Santa Catarina apresentou uma defesa ao STF para justificar a proibição de cotas raciais nas universidades estaduais, alegando que a população é majoritariamente branca.
O Estado argumenta que políticas públicas devem refletir a realidade local e sugere a adoção de critérios socioeconômicos em vez de raciais.
Críticos advertem que essa justificativa pode ignorar desigualdades históricas e reduzir a eficácia das políticas de inclusão já consolidadas pelo STF.
O ministro Dias Toffoli do STF levantou o sigilo dos depoimentos do caso Master, incluindo os de Daniel Vorcaro e Paulo Henrique Costa.
O inquérito permanecerá sob sigilo até que a Procuradoria-Geral da República se manifeste, e investigações revelam possíveis fraudes em carteiras de crédito.
Toffoli enfrenta pressão sobre sua condução no caso, com questionamentos sobre sua atuação e a possibilidade de o caso retornar à primeira instância.