curta.news

Notícias em 1 parágrafo!

Operação Hydra mira fintechs ligadas ao PCC e resulta em prisão de CEO

A Operação Hydra foi desencadeada pela Polícia Federal e pelo GAECO em São Paulo, visando desmantelar um esquema de lavagem de dinheiro relacionado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Duas fintechs, Invbank e 2GO Bank, estão sendo investigadas. Como parte da ação, o CEO da 2GO Bank, Cyllas Elia Junior, um policial civil, foi preso, e mandados de busca foram cumpridos em várias cidades. A operação levou ao bloqueio de contas e à suspensão das atividades das fintechs, sendo que a investigação começou a partir de informações de um delator assassinado no ano passado, segundo a nota do Gaeco.

Comentários (0)

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a comentar!

Deixe seu comentário


Senador desafia STF e investiga Banco Master em CPI

  • O senador Alessandro Vieira é o relator da CPI do Crime Organizado e destaca a gravidade da investigação sobre o Banco Master.
  • Vieira enfatiza que o crime organizado não se limita à violência armada, mas envolve uma estrutura organizada infiltra-se no poder público.
  • A CPI busca ouvir familiares de ministros do STF para esclarecimentos, e novas investigações são consideradas necessárias, dada a gravidade do caso.

Senador Alessandro Vieira denuncia corrupção e propõe impeachment de ministros do STF

  • Alessandro Vieira, senador e ex-delegado, critica a corrupção no Brasil, destacando a infiltração do crime organizado no governo.
  • Ele propõe a apuração do Banco Master e defende impeachment de ministros do STF, como Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
  • Vieira se posiciona como político de centro, defendendo a criminalização da LGBTfobia e o combate à corrupção, com foco na transparência e respeito às leis.

China toma ação drástica contra máfia de golpes e tráfico

  • A China executou 11 membros da família Ming, envolvidos em fraudes e tráfico de pessoas para Mianmar.
  • Os Mings foram condenados por homicídio, cárcere privado e outras crimes, e tinham um império que arrecadou mais de 10 bilhões de yuans entre 2015 e 2023.
  • As execuções visam enviar uma mensagem a potenciais golpistas, mas crimes semelhantes continuam se deslocando para regiões com menos influência chinesa.

Delegada do PCC é presa por lavagem de dinheiro em padaria

A delegada da Polícia Civil de São Paulo, Layla Lima Ayub, de 36 anos, e seu namorado, Jardel Neto Pereira da Cruz, conhecido como ‘Dedel’, foram presos na operação Serpens. Ambos são acusados de comprar uma padaria em Itaquera, que serviria para lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas. A padaria, chamada Bom Jesus, teria um laranja como administrador. Layla, que recém-assumiu seu cargo, admitiu ter ligação com o PCC. Eles foram indiciados por múltiplos crimes, incluindo associação ao tráfico e exercício irregular da profissão, após investigações profundas sobre suas atividades ilícitas.

Delegada é presa por suposta infiltração no PCC em São Paulo

A delegada Layla Lima Ayub foi presa em São Paulo, acusada de infiltração na Polícia Civil a mando do PCC. Recentemente empossada, ela teria atuado irregularmente em favor da facção ao libertar um membro preso. O juiz comentou sobre as implicações de um possível envolvimento da delegada com o crime organizado no estado, ressaltando o risco de se tornar um narcoestado. Além disso, Layla é ligada a Jardel Neto Pereira da Cruz, integrante do PCC, e investigações apontam que o casal teria adquirido uma padaria para lavagem de dinheiro, envolvendo várias empresas na trama.

Comando Vermelho invade a política do Rio: figuras chave presas!

Nos últimos meses, investigações revelaram a infiltração do Comando Vermelho na política do Rio de Janeiro, resultando na prisão de figuras proeminentes como o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, e o deputado estadual TH Joias. As acusações incluem o favorecimento das atividades criminais da facção, com a Polícia Federal identificando conexões diretas entre Bacellar e TH Joias. O sociólogo Daniel Hirata destaca que essa situação expõe uma nova dinâmica, onde altos escalões políticos, antes considerados intocáveis, agora estão sob sospeita. O impacto das investigações na política fluminense continua a se desenrolar.

Polícia Federal combate organização criminosa em operação de grande escala

A Polícia Federal deflagrou a Operação Opções Binárias em 16 de dezembro de 2025, visando combater uma organização criminosa que conseguiu arrecadar mais de 50 milhões de reais através de plataformas de opções binárias e apostas irregulares. Durante a ação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em cinco estados e aplicada medidas cautelares a quatro suspeitos. A investigação revelou que os criminosos manipulavam plataformas, promovendo lucros inverossímeis e bloqueando saques. As suspeitas incluem lavagem de dinheiro, evasão de divisas e estelionato digital, com envolvimento de influenciadores e contatos internacionais.