O governo federal pode combater incêndios com crédito extraordinário após autorização do STF
O governo federal pode combater incêndios com crédito extraordinário após autorização do STF
O ministro Flávio Dino do STF autorizou o governo federal a abrir crédito extraordinário para combater incêndios e secas na Amazônia e no Pantanal, ignorando as restrições do novo marco fiscal. A decisão ocorreu no dia 15 de setembro de 2024 e permitirá o envio de uma Medida Provisória ao Congresso, semelhante àquela adotada durante as enchentes no Rio Grande do Sul. Identificando os incêndios como uma 'pandemia', Dino argumentou que a devastação teria um impacto econômico maior do que o gasto adicional. A medida também inclui a contratação imediata de brigadistas para o Ibama e ICMBio.
O ministro Sidônio Palmeira proibiu que ministros do governo desfilem no Carnaval do Rio, visando proteger a imagem do presidente Lula em ano eleitoral.
A primeira-dama Janja será destaque no desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageará Lula, enquanto alguns ministros desistiram de participar após o veto.
A decisão também é influenciada por temores de ações judiciais e possíveis críticas da oposição relacionadas à propaganda eleitoral antecipada.
O partido da primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, e seu aliado conquistaram 352 das 465 cadeiras na Casa Baixa, obtendo uma maioria expressiva.
A dissolução do Parlamento e a convocação de novas eleições resultaram em um aumento significativo para o governo, alterando a composição política em favor da coalizão governista.
Takaichi havia apostado seu futuro político nas eleições, prometendo renunciar caso seu partido não obtivesse sucesso.