Vitória esmagadora do governo Japonês nas eleições da Casa Baixa
Vitória esmagadora do governo Japonês nas eleições da Casa Baixa
O partido da primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, e seu aliado conquistaram 352 das 465 cadeiras na Casa Baixa, obtendo uma maioria expressiva.
A dissolução do Parlamento e a convocação de novas eleições resultaram em um aumento significativo para o governo, alterando a composição política em favor da coalizão governista.
Takaichi havia apostado seu futuro político nas eleições, prometendo renunciar caso seu partido não obtivesse sucesso.
António José Seguro, de 63 anos, foi eleito presidente de Portugal neste domingo (8) e tomará posse no dia 9 de março.
Durante a sua campanha, ele se posicionou como uma 'opção segura', recebendo apoio de vários setores, incluindo conservadores e ministros do governo anterior.
Analistas indicam que este suporte reflete preocupações com o crescimento da direita no país, especialmente em relação ao partido Chega, liderado por André Ventura.
Renan Filho, ministro dos Transportes, defende que Lula deve ampliar seu palanque político para o centro, buscando mais apoio para 2026.
O MDB pode ser decisivo nessa estratégia, com a oferta de uma vaga de vice que ajude a isolar o bolsonarismo na extrema direita.
Discussões sobre alianças e competições locais em Alagoas estão em andamento, enquanto o governo prioriza investimentos e reformas populares, como a reforma na CNH.
O PT iniciou sua campanha presidencial de 2026 em Salvador, com Lula declarando-se candidato à reeleição e convocando a militância para uma 'guerra política'.
Durante o evento, Lula destacou a importância de alianças amplas e criticou disputas internas que enfraqueceram o partido ao longo dos anos.
O presidente também comentou sobre temas internacionais, defendendo a soberania do Brasil e criticando a intervenção dos Estados Unidos em Cuba e na Venezuela.
O vice-presidente Geraldo Alckmin sinaliza que não pretende se candidatar em São Paulo se for descartado na chapa de reeleição de Lula.
Está ocorrendo pressão do PT para que Alckmin considere uma candidatura majoritária, mas ele resiste a essa ideia.
Lula menciona diversos nomes para a disputa em São Paulo, reforçando a importância de Alckmin, mas também abre espaço para novos candidatos como Haddad e Tebet.