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Ministro Moraes revela mensagens sobre Fux durante julgamento polêmico

O ministro Alexandre Moraes, do Supremo Tribunal Federal, trouxe à tona mensagens entre réus do núcleo 4 que mencionam Luiz Fux, sugerindo uma ligação entre o ministro e o banco Itaú. Essa citação surge após Fux divergir no julgamento do núcleo 1 ao votar contra a condenação de Jair Bolsonaro e outros réus. Moraes argumenta que o núcleo 4 é parte de uma organização criminosa que visa deslegitimar a Justiça Eleitoral, e critica a atuação de milícias digitais. Ele também mencionou um discurso de Bolsonaro que comprovou monitoramento de agentes públicos antes das eleições.

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Adolescente agredido por ex-piloto Pedro Turra morre após briga por chiclete

  • Um adolescente de 16 anos morreu após ser agredido pelo ex-piloto Pedro Turra em uma briga motivada por um chiclete arremessado.
  • A agressão ocorreu no dia 24 de janeiro, após a qual a vítima ficou em coma até sua morte no último sábado, 7.
  • Turra, de 19 anos, está preso e já tem um histórico de violência, estando sob investigação por outras ocorrências.

Ministro Buzzi é acusado de assédio sexual por estudante durante banho de mar

  • Uma jovem de 18 anos registrou uma denúncia contra o ministro Marco Buzzi, afirmando que ele teria se aproximado dela de forma inapropriada durante um encontro na praia.
  • A estudante relatou que, após as investidas, o ministro deu um “conselho” que soou como uma ameaça ao narrar sua sinceridade em relação a outras pessoas.
  • O caso está sendo investigado pela Polícia Civil e pelo CNJ, enquanto o ministro se afastou temporariamente de suas funções e nega as acusações.

STF classifica caixa dois como improbidade administrativa

  • O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a prática de caixa dois pode ser punida como improbidade administrativa em campanhas eleitorais.
  • Políticos que utilizarem recursos não contabilizados poderão ser responsabilizados tanto por crime eleitoral quanto por improbidade, caso haja provas.
  • A decisão foi aprovada por unanimidade durante um julgamento virtual, com o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, enfatizando a independência das esferas de responsabilização.

Ex-participante do BBB 26 indiciado por importunação sexual

  • Pedro Henrique Espindola do BBB 26 foi indiciado por importunação sexual após tentar beijar uma participante sem consentimento.
  • A ocorrência estava sob investigação da Delegacia de Atendimento à Mulher, que recolheu provas das imagens do programa.
  • Atualmente, Pedro Henrique está internado em um hospital psiquiátrico em tratamento intensivo devido a problemas de saúde mental.

Dani Suzuki se abre sobre stalker que a ameaçava por 17 anos

  • Dani Suzuki revelou que foi perseguida por 17 anos por Danilo da Silva Macedo, que a ameaçou através das redes sociais.
  • Após a prisão do stalker, a atriz expressou um leve alívio, mas relatou ainda se sentir insegura devido às ameaças e à frequência dos ataques.
  • Dani detalhou a magnitude das ameaças que começou a receber, relatando como a situação afetou não apenas a ela, mas também pessoas próximas.

Suzane von Richthofen assume inventário de herança do tio

  • Suzane von Richthofen foi nomeada como inventariante da herança de seu tio, Miguel Abdalla Netto, que faleceu em janeiro de 2026.
  • A Justiça de São Paulo destacou que o histórico criminal de Suzane não é relevante para o processo de inventário avaliado em R$ 5 milhões.
  • A defesa da prima de Miguel, Carmem Silvia, planeja recorrer da decisão judicial, alegando que estava preparando documentos referentes à união estável entre ela e Miguel.

Ex-presidente Jair Bolsonaro apresenta alterações neurológicas em laudo da PF

  • A Polícia Federal revelou que foram encontradas alterações neurológicas nos exames do ex-presidente Jair Bolsonaro durante sua prisão na Papudinha.
  • O laudo também mencionou preocupações sobre a dieta de Bolsonaro e a possível polifarmácia que poderia afetar seu estado de saúde.
  • O ministro Alexandre de Moraes solicitou manifestação da defesa e da Procuradoria-Geral da República sobre o laudo em até cinco dias.