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Ministro da defesa deseja deixar cargo, mas Lula resiste

O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, manifestou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva seu desejo de deixar o cargo, argumentando que já cumpriu sua função de aproximar as Forças Armadas do governo e que quer se dedicar à família. Lula, no entanto, quer persuadi-lo a ficar. Caso Múcio saia, nomes como o vice-presidente Geraldo Alckmin e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, estão sendo considerados para a substituição. A tensão entre o governo e as Forças Armadas aumenta, especialmente após a prisão do ex-ministro Braga Netto, o que impacta ainda mais a relação entre eles.

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Lula pressiona por mudanças no STF sobre inquérito do Banco Master

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou preocupação com a atuação do ministro Dias Toffoli no inquérito do Banco Master, sugerindo a possibilidade de renúncia ou aposentadoria do magistrado. Lula monitora de perto o caso e critica o regime de sigilo, temendo que a investigação possa ser abafada, o que comprometeria a credibilidade do Supremo Tribunal Federal. Por outro lado, o presidente avalia que a continuidade das investigações é crucial, mesmo que envolva políticos de oposição. O ambiente está tenso, com Lula buscando um balanço entre pressão e respeito pelas instituições.

PT busca chapa ministerial para desafiar Tarcísio em São Paulo

O PT está planejando uma chapa ministerial para as eleições de 2026 em São Paulo, que contará com quatro ministros do governo Lula: Fernando Haddad, Simone Tebet, Marina Silva e Geraldo Alckmin. Uma pesquisa interna sugere que essa formação apresenta uma proposta competitiva contra o governador Tarcísio de Freitas, cuja associação ao bolsonarismo é vista como fragilidade. Para viabilizar candidaturas, Tebet e Silva devem trocar de partido antes de uma reunião decisiva com Lula. O foco da estratégia é assegurar apoio à reeleição de Lula, explorando os pontos fracos de Tarcísio nas eleições estaduais.

Governo Lula implanta estratégia conjunta para combater crime organizado

O novo ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, anunciou uma estratégia integrada de combate ao crime organizado, em reunião com o presidente Lula e autoridades de diversos órgãos, incluindo o Judiciário e o Ministério Público. Ele afirmou que o combate seria uma prioridade em sua gestão, necessitando da colaboração entre instituições para ser eficaz. Lima e Silva destacou a ineficácia de ações isoladas do Poder Executivo e enfatizou a necessidade de articulação entre diversas entidades. A estratégia busca também sufocar economicamente as organizações criminosas e garantir uma atuação conjunta e eficaz contra esse problema.

Como o STF impulsionou a saída de Wellington César do Ministério da Justiça em 2016

Wellington César Lima e Silva foi anunciado como novo ministro da Justiça em 2026, mas já havia ocupado a mesma posição por apenas onze dias em 2016, durante o governo Dilma Rousseff. Naquele período, uma decisão do STF foi crucial para sua saída do cargo. A Corte considerou inconstitucional a nomeação de membros do Ministério Público em funções não relacionadas à sua atuação. Wellington, em resposta, não se exonerou, levando à sua demissão em 14 de março de 2016, após o julgamento que reforçou a autonomia do MP e a necessidade de desvinculação entre cargos.

Lula sanciona reforma tributária com vetos significativos

Na terça-feira, 13 de janeiro de 2026, o presidente Lula sancionou, com vetos, o PL 108/24, que estabelece o Comitê Gestor do IBS e conclui a regulamentação da reforma tributária. A lei sancionada é essencial para finalização do processo, definindo a administração do imposto sobre bens e serviços por meio deste novo comitê. A regulamentação traz regras centrais como a criação da cesta básica nacional isenta de impostos e o Imposto Seletivo sobre produtos nocivos. Apesar disso, o presidente vetou dispositivos que isentariam fundos de investimento da tributação unificada e outros trechos relevantes.

Lula a caminho de um recorde com novo ministério de segurança pública

A criação de um Ministério da Segurança Pública no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode elevar o total de pastas para 39, igualando-se ao recorde do governo de Dilma Rousseff. Essa mudança seria um aumento significativo em relação aos 23 ministérios do governo Jair Bolsonaro. A discussão sobre o desmembramento da atual pasta foi retomada após a saída do ministro Ricardo Lewandowski, especialmente entre autoridades estaduais que consideram o momento propício. Apesar do apoio à separação, existe hesitação na conveniência política de implementar essa medida em um período tão próximo das eleições.

Mudança no comando da Justiça: Lula nomeia novo ministro interino

O presidente Lula nomeou Manoel Carlos de Almeida Neto como ministro interino da Justiça, sucedendo Ricardo Lewandowski, que pediu demissão por questões pessoais. A decisão de Lewandowski ocorreu em momento delicado, e ele expressou em sua carta que tentou desempenhar as funções com dedicação, apesar das limitações encontradas. Almeida Neto, que já foi secretário-geral do TSE e possui sólida formação acadêmica, assume o cargo em um contexto que exige gestão eficaz e atenção às demandas do setor. O novo ministro enfrenta o desafio de manter a continuidade das políticas públicas na pasta.