Lula defende a liberdade de Julian Assange e critica a imprensa mundial
Lula defende a liberdade de Julian Assange e critica a imprensa mundial
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu a liberdade do jornalista Julian Assange, criticando a imprensa mundial por não apoiar a soltura do ativista. Assange enfrentará um último recurso contra sua extradição para os Estados Unidos, sendo acusado de vazar documentos secretos. Lula acredita que Assange deveria ser premiado e não perseguido, inclusive pela imprensa. O presidente considera que a liberdade de expressão deve ser protegida e que Assange, ao revelar segredos dos poderosos, deveria ser apoiado pela mídia.
Raquel Lyra e João Campos compartilham camarote com Lula durante o desfile do Galo da Madrugada em Recife.
A presença de Lula no carnaval é vista como uma estratégia eleitoral para as eleições de 2026, onde Lyra busca reeleição e Campos é seu principal concorrente.
Lula programou visitas a outras cidades, como Salvador e Rio de Janeiro, para acompanhar os desfiles de carnaval.
O desfile da Acadêmicos de Niterói, homenageando Lula, gerou polêmica e acusações de campanha eleitoral antecipada.
O financiamento público para o carnaval, de até R$ 10 milhões, tem enfrentado críticas, especialmente de parlamentares bolsonaristas.
Especialistas em direito eleitoral debatem os riscos para Lula, com possibilidade de multas ou inelegibilidade dependendo dos eventos durante o desfile.
O senador Rodrigo Pacheco considera a possibilidade de concorrer ao governo de Minas Gerais em outubro após conversa com o presidente Lula.
Lula prometeu todo suporte à candidatura de Pacheco e enfatizou que não possui um plano B para Minas.
Pacheco afirma que tomará uma decisão sobre a candidatura em um momento oportuno, levando em conta a situação do PSD e opções de filiação a outros partidos.
O ministro Sidônio Palmeira proibiu que ministros do governo desfilem no Carnaval do Rio, visando proteger a imagem do presidente Lula em ano eleitoral.
A primeira-dama Janja será destaque no desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageará Lula, enquanto alguns ministros desistiram de participar após o veto.
A decisão também é influenciada por temores de ações judiciais e possíveis críticas da oposição relacionadas à propaganda eleitoral antecipada.