Lula pressiona Pacheco a disputar governo de Minas Gerais
Lula pressiona Pacheco a disputar governo de Minas Gerais
O senador Rodrigo Pacheco considera a possibilidade de concorrer ao governo de Minas Gerais em outubro após conversa com o presidente Lula.
Lula prometeu todo suporte à candidatura de Pacheco e enfatizou que não possui um plano B para Minas.
Pacheco afirma que tomará uma decisão sobre a candidatura em um momento oportuno, levando em conta a situação do PSD e opções de filiação a outros partidos.
O ministro André Mendonça assumiu a relatoria das investigações sobre fraudes no Banco Master após a saída de Dias Toffoli do caso.
A decisão de Toffoli seguiu uma reunião de três horas entre os ministros do STF e foi impulsionada por questões institucionais e pressões sobre sua atuação.
Mendonça, já relator de um caso que envolve o filho de Lula, conduzirá as próximas etapas da investigação em um contexto de críticas e rumores sobre a conduta anterior de Toffoli.
O Senado argentino aprovou a reforma trabalhista de Javier Milei em meio a protestos e confrontos violentos com a polícia.
O projeto, que agora segue para a Câmara dos Deputados, propõe mudanças significativas nas relações trabalhistas, como redução de indenizações e limitações ao direito de greve.
Críticos, incluindo sindicatos, alegam que as alterações precarizam o trabalho e não garantirão investimentos, especialmente em um cenário de estagnação econômica.
O ministro Sidônio Palmeira proibiu que ministros do governo desfilem no Carnaval do Rio, visando proteger a imagem do presidente Lula em ano eleitoral.
A primeira-dama Janja será destaque no desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageará Lula, enquanto alguns ministros desistiram de participar após o veto.
A decisão também é influenciada por temores de ações judiciais e possíveis críticas da oposição relacionadas à propaganda eleitoral antecipada.
Senadores da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado se reuniram com a PF e o STF, mas não conseguiram garantias de acesso a dados sigilosos do caso Master.
A PF se comprometeu a oferecer apoio técnico, mas os senadores saíram sem informações adicionais.
O presidente do STF indicou que o compartilhamento de informações depende do relator Dias Toffoli, enquanto os senadores buscam aprimoramentos na fiscalização do mercado financeiro.