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Países Europeus exigem responsabilidade do Irã por repressões a manifestantes

Diversos países europeus convocaram embaixadores do Irã em resposta à repressão violenta do governo iraniano contra manifestantes. As manifestações, iniciadas no final de dezembro, representam o maior desafio ao regime em anos. A Alemanha expressou choque diante das ações brutais, exortando o Irã a respeitar os direitos humanos. A França e a Bélgica também condenaram as violências e intimidações, destacando a necessidade de responsabilização. O ministro italiano das Relações Exteriores descreveu a repressão como inaceitável, enfatizando a luta por democracia no Irã. A situação gerou discussões sobre potenciais novas sanções na União Europeia.

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Irã busca negociação com os EUA, afirma Trump

O presidente Donald Trump revelou que o Irã contatou os Estados Unidos para buscar negociações após um período de pressão. Em entrevista, Trump declarou que o Irã aparenta estar 'cansado de apanhar' e que a expectativa é de que uma reunião ocorra em breve. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã também confirmou laços de comunicação abertos com os EUA, sugerindo a possibilidade de diálogo por meio de diplomatas ou mediadores. Apesar disso, Trump alertou que ações mais severas estão sendo consideradas, diante das mortes e protestos internos no Irã.

Irã promete retaliação severa contra EUA e Israel em meio a protestos

O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, declarou que o Irã considerará as bases dos EUA e Israel no Oriente Médio como alvos legítimos se Washington atacar o país. Durante uma sessão parlamentar, ele afirmou que o Irã enfrenta esses países em várias frentes, incluindo militar e econômica. As declarações de Qalibaf foram feitas em um momento tenso, com o presidente dos EUA, Donald Trump, avaliando opções militares para intervir em resposta à repressão violenta aos protestos no Irã. Mais de 490 manifestantes foram mortos durante os protestos, que surgiram em consequência da crise econômica no país.

Irã em alerta: Retaliações podem ocorrer em resposta a ataques dos EUA

O Irã emitiu um alerta aos EUA, afirmando que retaliará em caso de ataque, enquanto massivos protestos desafiam o governo de Teerã. As manifestações, desencadeadas por alta inflação, já se espalharam por mais de 100 cidades iranianas. O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou responder com força, se o Irã continuar a reprimir os manifestantes. Em resposta, autoridades iranianas consideraram Israel e bases dos EUA alvos legítimos. O número de mortos tem aumentado, com grupos de direitos humanos estimando mais de 100 mortes, enquanto o governo iraniano intensifica a repressão e corta o acesso à internet.

Protestos no Irã: A inflação e a luta por liberdade em mais de 100 cidades

Os protestos no Irã, que se intensificaram pelo décimo terceiro dia, refletem a insatisfação popular com a inflação disparada, que afetou produtos essenciais. Inicialmente iniciados em bazares de Teerã, as manifestações rapidamente se espalharam, abrangendo mais de cem cidades e desafiando o regime. As autoridades, enfrentando crescente agitação, cortaram o acesso à internet e forças de segurança foram mobilizadas, resultando em mortes de manifestantes. Com exigências por um governo mais responsivo, as manifestações agora representam uma pressão sem precedentes sobre a teocracia, questionando a lealdade de tradicionais apoiadores do regime e potencialmente conduzindo a mudanças significativas.

Irã em chamas: protestos resultam em mais de 40 mortes e reprimenda a Trump

O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, descreveu os manifestantes que estão protestando em várias províncias do país como um 'bando de vândalos' que tentam agradar Donald Trump. Os protestos, que começaram em 28 de dezembro, já resultaram em mais de 40 mortes e surgiram em resposta à desvalorização do rial e à inflação crescente. Khamenei criticou Trump, afirmando que seu apoio aos manifestantes mostra uma falta de respeito ao povo iraniano. As manifestações se tornaram o maior desafio ao regime desde 2022, com relatos de repressão e bloqueios de internet afetando a comunicação no país.

Cineasta premiado é preso novamente por propaganda contra o regime

O cineasta iraniano Jafas Panahi foi novamente preso, dessa vez por seu suposto envolvimento em propaganda contra o regime. Ele recebeu uma sentença de um ano de prisão e dois anos sem possibilidade de viajar. Em 2023, Panahi foi premiado com a Palma de Ouro pelo filme 'Foi Apenas um Acidente', que é cotado para o Oscar. O cineasta, que já teve passagens pela prisão antes, pode enfrentar dificuldades para participar das cerimônias de premiação do próximo ano, caso a pena não seja revertida. Sua luta continua em um cenário adverso.

Brics chega a acordo sobre declaração final após impasse com Irã

Os negociadores do Brics chegaram a um acordo sobre a declaração final da cúpula de líderes, que ocorrerá no Rio de Janeiro nos dias 6 e 7 de julho de 2025. Em meio a um impasse com o Irã, que desejava uma postura mais firme contra Israel, o bloco decidiu adotar um tom que se alinha com a histórica defesa da solução de dois Estados. A cúpula também deve abordar questões como a guerra tarifária dos EUA e suas repercussões, com menções a tributação mais justa e declarações sobre inteligência artificial e saúde social.