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Notícias em 1 parágrafo!

Justiça ordena remoção de vídeo acusatório de Marçal contra Boulos

O TRE-SP determinou que Pablo Marçal, candidato do PRTB, retire de suas redes sociais vídeos nos quais acusa Guilherme Boulos, do PSOL, de ser viciado em cocaína. A decisão, feita pelo juiz Rodrigo Marzola Colombini, considerou que os vídeos tinham conteúdo difamatório e não apresentavam relevância político-eleitoral. Marçal tem 24 horas para cumprir a ordem judicial. Durante sua campanha, o candidato havia insinuado a existência de candidatos que consomem drogas, porém, não trouxe provas para suas afirmações. A assessoria de Marçal não se manifestou até o momento da publicação da notícia.

MP-SP investiga Otávio Mesquita por acusação de estupro

O Ministério Público de São Paulo está investigando o apresentador Otávio Mesquita após ser acusado de estupro pela comediante Juliana Mesquita durante a gravação do programa The Noite. A denúncia foi formalizada e o caso será acompanhado pela 4ª Promotoria de Justiça de Osasco. Segundo Juliana, Mesquita tocou em partes íntimas dela, enquanto ele garante que se tratou de uma brincadeira previamente combinada. Mesquita nega as acusações e alega que a gravação do programa serve como prova de sua inocência. O advogado da comediante espera que a investigação fortaleça a acusação.

Mãe de Emicida apoia Fióti em meio à disputa judicial

Dona Jacira, mãe dos rappers Emicida e Fióti, se manifestou em meio à disputa legal entre os irmãos, expressando apoio a Fióti em uma postagem no Instagram. Ela lamentou a situação e pediu pela restauração da harmonia familiar, destacando que a dor do filho mais novo era compartilhada pela família. A controvérsia gira em torno da gestão da produtora Laboratório Fantasma, onde Emicida acusa Fióti de desviar R$ 6 milhões, acusação que Fióti nega. A Justiça negou o acesso de Fióti às finanças, permitindo que Emicida continue como administrador da empresa.

Ana Hickmann contesta penhora de salário em caso de suposta fraude com empréstimo

A apresentadora Ana Hickmann se pronunciou sobre a penhora de seus salários devido a uma dívida de R$ 956 mil com o Banco Original, que alega inadimplência após contrato de empréstimo em setembro de 2023. Sua defesa contesta o processo, levantando questões sobre a autenticidade das assinaturas eletrônicas do contrato e destacando uma possível fraude, com laudos judiciais já detectando falsificações em outras assinaturas. Ana afirmou que seu ex-marido, Alexandre Correa, gerenciava suas finanças e não reconhece tal contratação. O banco, por sua vez, nega quaisquer irregularidades, alegando que o empréstimo foi legítimo.

Prisão preventiva de Léo Índio é determinada por Alexandre de Moraes

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou a prisão preventiva de Léo Índio, aliado da família Bolsonaro, acusado de participar dos atos golpistas de 8 de janeiro. Após receber a denúncia da PGR, o réu fugiu para a Argentina, onde se encontra há 22 dias. Moraes afirmou que Léo Índio demonstrou intenção de se evadir e tinha pleno conhecimento do cancelamento do seu passaporte, que foi apreendido pela PF. Ele é acusado de cinco crimes, incluindo golpe de estado e associação criminosa, por sua participação nas invasões ao Congresso Nacional e manifestações antidemocráticas.

PGR rejeita pedido de prisão preventiva de Bolsonaro

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, se manifestou contra um pedido de prisão preventiva de Jair Bolsonaro, que havia sido apresentado em uma notícia-crime. Gonet solicitou o arquivamento do caso, afirmando que os relatos não contêm elementos mínimos que justifiquem a investigação. O pedido de prisão, feito pela vereadora do PT de Recife, visava manter a ordem pública e mencionava atos a favor da anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro. Gonet ressaltou que não havia legitimidade para apresentar tais pedidos diretamente ao STF, que deve receber representações via polícia ou Ministério Público.

Supremo Tribunal Federal proíbe revista íntima vexatória em presídios

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pelo fim da revista íntima considerada vexatória em presídios, buscando garantir a dignidade humana e evitar humilhações. A nova regra determina que estados e municípios terão 24 meses para adquirir equipamentos de segurança, como scanners e detectores de metais, a fim de substituir o procedimento atual. Caso isso não seja possível, a revista íntima só poderá ser realizada por profissionais de saúde, com consentimento do visitante maior de idade. A prova obtida por meio de revistas vexatórias será considerada ilícita, fortalecendo a proteção ao respeito da dignidade dos presos.

Ex-assessor de Moraes é indiciado por vazamento de diálogos sigilosos

A Polícia Federal indiciou Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do Tribunal Superior Eleitoral, por violação de sigilo funcional, resultante do vazamento de diálogos entre Alexandre de Moraes e seus auxiliares. O indiciamento conclui a investigação, que revelou que Tagliaferro teria repassado informações a um jornalista da Folha de S.Paulo, o que a PF considera uma tentativa de desacreditar Moraes e desestabilizar as instituições democráticas. O caso está ligado às ações de grupos que buscam minar o Estado de Direito no país. Agora, a Procuradoria-Geral da República decidirá sobre possíveis denúncias contra Tagliaferro.