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Justiça manda soltar acusada de levar tio morto ao banco

A Justiça do Rio de Janeiro mandou soltar Érika Souza, suspeita de levar o tio já morto em uma cadeira de rodas para sacar empréstimo de R$ 17 mil. Ela responde pelos crimes de tentativa de estelionato e vilipêndio de cadáver. Apesar da denúncia do Ministério Público, a juíza revogou a prisão preventiva da acusada, considerando que é ré primária, tem residência fixa, necessita cuidar de uma filha com deficiência e apresenta quadro de saúde mental debilitada. Érika deverá cumprir medidas cautelares e também é investigada por homicídio culposo.

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CPI do INSS: Vorcaro impõe condições para não compartilhar informações

  • Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, poderá ficar em silêncio durante seu depoimento na CPI do INSS, evitando perguntas sobre a venda do banco e um contrato de R$ 130 milhões.
  • O depoimento foi adiado para o dia 26, enquanto a comissão investiga irregularidades em operações de crédito consignado.
  • A oposição no Congresso busca prorrogar a CPI por mais dois meses, mas enfrenta resistência, especialmente com as proximidades das eleições.

Vídeo do cão Orelha provoca reviravolta em caso de maus-tratos

  • A defesa do adolescente acusado de maus-tratos ao cão Orelha divulgou um vídeo onde o animal aparece vivo e caminhando hora após o suposto crime.
  • As imagens foram captadas por câmeras de segurança da Praia Brava, em Florianópolis.
  • A Polícia Civil finalizou o inquérito do caso e solicitou a internação do jovem, que foi contestada devido a disposições legais do ECA.

Novos arquivos de Epstein revelam nomes poderosos e controvérsias inesperadas

  • O governo dos EUA divulgou novos arquivos da investigação sobre Jeffrey Epstein, revelando conexões com bilionários famosos como Elon Musk, Bill Gates e Richard Branson.
  • Os documentos incluem e-mails e mensagens que levantam questões sobre a associação de algumas figuras proeminentes com Epstein, embora muitos neguem qualquer envolvimento em irregularidades.
  • A divulgação ocorreu após críticas de que o governo anterior não cumpriu totalmente as obrigações de transparência em relação aos arquivos relacionados a Epstein.

Juventude em risco: adolescente não será internado por matar o cão Orelha

  • O adolescente acusado de matar o cão Orelha em Florianópolis não poderá ser internado, conforme prevê o Artigo 122 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
  • A internação só é permitida para atos infracionais que envolvam grave ameaça ou violência contra pessoas, e não se aplica a casos envolvendo animais.
  • Especialistas apontam a necessidade de mudanças no ECA para incluir a proteção de animais e permitir internações em casos de violência que resultem em morte ou lesões graves.

STF defende que magistrados podem ter participações em empresas

  • Alexandre de Moraes, do STF, afirma que magistrados podem ter participação em empresas, desde que não exerçam funções administrativas.
  • Durante julgamento sobre regras do CNJ, Moraes destacou que juízes têm muitas limitações na carreira pública.
  • Dias Toffoli também endossou a ideia de que magistrados podem receber dividendos de empresas, desde que não estejam à frente da administração.

Ministro do STJ Marco Buzzi enfrenta graves acusações de importunação sexual

  • O ministro do STJ, Marco Buzzi, de 68 anos, está sendo investigado por importunação sexual após ser acusado por uma jovem de 18 anos.
  • A jovem relatou que Buzzi a agarrou e forçou o contato no mar, enquanto estavam em Balneário Camboriú.
  • Buzzi nega as acusações e afirma estar surpreso com as insinuações, enquanto a investigação segue em sigilo pelo CNJ e a Polícia Civil de São Paulo.

Ministro do STJ enfrenta graves acusações de assédio sexual

  • O ministro do STJ, Marco Buzzi, é acusado de assédio sexual contra uma jovem de 18 anos durante férias em Balneário Camboriú.
  • A jovem alega que o ministro tentou agarrá-la três vezes enquanto estavam no mar, resultando em seu desespero e subsequentemente em um boletim de ocorrência.
  • O caso está sendo tratado pelo CNJ, e o ministro Buzzi nega as acusações, afirmando que as insinuações não correspondem aos fatos.