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Notícias em 1 parágrafo!

Justiça determina expulsão de aposentada por atos racistas em SP

A Justiça de São Paulo determinou que a aposentada Elisabeth Morrone e o filho devem deixar o condomínio onde moram na Barra Funda, Zona Oeste da capital paulista, depois de se envolverem em um episódio de racismo contra o humorista e músico Eddy Júnior. A juíza deu um prazo de 90 dias corridos para a saída, alegando 'comportamento antissocial'. A expulsão foi decidida em assembleia de condomínio e ratificada pela Justiça. Morrone mantém o direito de propriedade do apartamento, mas não pode mais morar no local. Sua defesa irá recorrer da decisão.

Kassio Nunes pede vista e adia julgamento sobre Lava Jato e Palocci

O julgamento do recurso da Procuradoria-Geral da República contra a anulação dos atos da Lava Jato contra Antonio Palocci foi interrompido pelo ministro do STF, Kassio Nunes Marques, que pediu vista antes da conclusão da votação. O placar estava empatado em 2 a 2, com os ministros Toffoli e Gilmar Mendes a favor da anulação, enquanto Fachin e Mendonça divergiam. Toffoli afirmou que a atuação de Sérgio Moro foi ilegal, evidenciando uma mistura de funções entre acusação e julgamento, prejudicando as bases do processo penal democrático. O acordo de delação de Palocci permanece válido.

Justiça decreta prisão de suspeitos pela morte de arquiteto em São Paulo

A Justiça de São Paulo decretou a prisão de dois homens envolvidos na morte do arquiteto Jefferson Dias Aguiar, morto em um assalto no dia 1º. O atirador, Hugo dos Santos Araújo, de 20 anos, disparou contra Jefferson após uma colisão, enquanto este tentava evitar o crime. O piloto da moto, Kawã Felipe Celestino, também de 20 anos, ajudou na fuga da cena, abandonando uma motocicleta roubada. Jefferson, formado em Arquitetura e Urbanismo, era conhecido por seu trabalho e postagens pessoais nas redes sociais, e sua morte remete a uma tragédia familiar, já que seu pai foi assassinado há 30 anos.

Emicida e Fioti em disputa milionária por retirada de lucros

Em um e-mail enviado em janeiro de 2025, Fioti informou a Emicida sobre a retirada de R$ 2 milhões do Laboratório Fantasma, empresa que ambos coadministram. Extratos bancários apoiam essa informação. Emicida, no entanto, alega que seu irmão retirou R$ 6 milhões sem aviso prévio. Fioti defende que as transferências, totalizando R$ 4 milhões, foram autorizadas em uma reunião com todos os sócios. O desentendimento entre os irmãos surgiu na tentativa de divisão da sociedade, levando a Emicida a anular procuração antes concedida a Fioti, bloqueando seu acesso às contas da empresa.

Juiz usa identidade falsa por 45 anos e é denunciado pelo MP

O Ministério Público de São Paulo denunciou um juiz aposentado por falsidade ideológica, revelando que ele operou sob uma identidade falsa por 45 anos. Conhecido como Edward Albert Lancelot Dodd Canterbury Caterham Wickfield, ele na verdade se chamava José Eduardo Franco dos Reis. Durante sua carreira, utilizou documentos falsos, incluindo uma certidão de reservista e títulos de eleitor. Seu verdadeiro nome veio à tona quando tentou solicitar uma nova identidade, sendo identificado pelo sistema do Instituto de Identificação. Recebeu remunerações que totalizaram 155 mil reais com sua identidade falsa e está sob investigação.

Dona Jacira defende Fóti em disputa judicial com Emicida

A disputa entre Emicida e seu irmão Evandro Fóti pelo controle do Laboratório Fantasma se intensificou após Dona Jacira, mãe dos artistas, manifestar apoio a Fóti. Em uma carta aberta, ela compartilhou suas preocupações sobre as acusações de que Fóti desviou R$ 6 milhões da empresa que fundaram em 2009. Dona Jacira ressaltou o impacto devastador das palavras maliciosas e pediu justiça, destacando a importância da verdade neste conflito familiar. Sua declaração reflete a dor da família, que busca restaurar a harmonia e enfrentar as lutas contra injustiças e calúnias que ameaçam seu legado.

MP-SP investiga Otávio Mesquita por acusação de estupro

O Ministério Público de São Paulo está investigando o apresentador Otávio Mesquita após ser acusado de estupro pela comediante Juliana Mesquita durante a gravação do programa The Noite. A denúncia foi formalizada e o caso será acompanhado pela 4ª Promotoria de Justiça de Osasco. Segundo Juliana, Mesquita tocou em partes íntimas dela, enquanto ele garante que se tratou de uma brincadeira previamente combinada. Mesquita nega as acusações e alega que a gravação do programa serve como prova de sua inocência. O advogado da comediante espera que a investigação fortaleça a acusação.

Mãe de Emicida apoia Fióti em meio à disputa judicial

Dona Jacira, mãe dos rappers Emicida e Fióti, se manifestou em meio à disputa legal entre os irmãos, expressando apoio a Fióti em uma postagem no Instagram. Ela lamentou a situação e pediu pela restauração da harmonia familiar, destacando que a dor do filho mais novo era compartilhada pela família. A controvérsia gira em torno da gestão da produtora Laboratório Fantasma, onde Emicida acusa Fióti de desviar R$ 6 milhões, acusação que Fióti nega. A Justiça negou o acesso de Fióti às finanças, permitindo que Emicida continue como administrador da empresa.