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Habeas corpus do sócio da boate kiss é negado e réu é preso

A 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul rejeitou o habeas corpus de Mauro Londero Hoffmann, réu na tragédia da Boate Kiss, onde 242 pessoas morreram em um incêndio em 2013. O pedido foi negado após o Supremo Tribunal Federal restabelecer a condenação de 2021 e determinar a prisão dos envolvidos. O desembargador José Luiz John dos Santos destacou que não houve ilegalidade na decisão que mandou os réus para a prisão. Agora, o caso será revisado pela desembargadora Rosane Wanner da Silva Bordasch, que analisará a situação dos réus.

Supremo Tribunal Federal mantém prisões de réus do incêndio na boate Kiss

O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou as condenações e decidiu manter as prisões de quatro réus envolvidos no incêndio da boate Kiss, que resultou em 242 mortes em Santa Maria, Rio Grande do Sul, em 2013. A decisão foi tomada após julgamento de recursos das defesas que contestavam a validade do júri. O ministro Dias Toffoli havia acolhido recursos e ordenado a retomada das penas, levando a uma votação marcada por três votos a favor e dois contra. Os condenados enfrentam penas que variam de 18 a 22 anos, dependendo de suas funções na tragédia.

Toffoli confirma validade do júri da boate Kiss e manda prender réus

O ministro Dias Toffoli, do STF, reafirmou a validade do júri popular que condenou quatro réus pelo trágico incêndio na Boate Kiss, ocorrido em 2013 em Santa Maria, que resultou em 242 mortes e milhares de feridos. Em decisão recente, Toffoli determinou a prisão imediata dos réus Elissandro Spohr, Mauro Hoffmann, Marcelo de Jesus e Luciano Bonilha, que aguardavam análise em liberdade. As condenações, que vão de 18 a 22 anos de prisão por homicídio simples, foram questionadas por alegações de irregularidades, mas o ministro defendeu a decisão dos jurados como um preceito constitucional.