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Guerra na Ucrânia: Casa Branca comenta ataques russos

Após novos ataques da Rússia à Ucrânia, a Casa Branca expressou que o presidente Donald Trump não está contente com a situação, mas não se surpreendeu. Karoline Leavitt, secretária de imprensa, afirmou que a 'matança infelizmente continuará' enquanto o conflito persistir, destacando o desejo do presidente por um fim à guerra, que não teria começado sob sua administração. Em resposta, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky criticou a escolha da Rússia por ações militares em vez de negociações e pediu sanções adicionais. O conflito resultou em um número significativo de mortes, tanto civis quanto militares, com milhares feridos.

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EUA ampliam presença militar no Caribe em combate a cartéis de drogas

Um navio de guerra dos EUA chegou ao Canal do Panamá, enquanto Washington intensifica operações para enfrentar cartéis de drogas na América Latina. A presença de sete embarcações e um submarino nuclear na região gerou dúvidas entre autoridades e especialistas: seria uma ação contra o tráfico ou algo mais? O presidente Trump enfatizou a luta contra cartéis, mas muitos se questionam sobre a eficácia desta estratégia, já que o tráfico marítimo ocorre principalmente no Pacífico. Além disso, há temores de que a mobilização militar norte-americana tenha como alvo o governo da Venezuela e seu presidente, Nicolás Maduro.

Maduro afirma que Venezuela está pronta para defender sua soberania contra ameaças externas

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou que não existe possibilidade de uma invasão externa após os Estados Unidos enviarem cinco navios de guerra e cerca de 4 mil militares ao Caribe, em operações contra o narcotráfico. Maduro considera essa movimentação uma ameaça ao país, especialmente com o aumento da recompensa oferecida por Washington pela sua captura. Em resposta, Maduro enfatizou a força e a preparação das forças venezuelanas para defender a soberania nacional e convocou novos alistamentos na Milícia Bolivariana, um grupo militar formado principalmente por civis ideologicamente engajados.

Trump demite diretora do CDC em meio a contestações sobre vacinas

Susan Monarez foi demitida do cargo de diretora do CDC, menos de um mês após sua posse. A decisão foi tomada pelo governo Trump, com o porta-voz da Casa Branca afirmando que Monarez não estava alinhada com a agenda presidencial. Em resposta, seus advogados contestaram a justificativa, defendendo que ela é íntegra e devota à ciência. A demissão coincide com uma reestruturação na política de vacinas dos EUA, onde diretores saíram em protesto contra a instrumentalização da saúde pública e cortes orçamentários, em um ambiente que prejudica a credibilidade científica.

EUA intensificam presença naval no Caribe para combater cartéis de drogas

Os Estados Unidos ordenaram o envio de mais navios ao sul do Caribe como parte da estratégia do presidente Donald Trump para combater os cartéis de drogas. De acordo com fontes, o USS Lake Erie e o USS Newport News chegarão à região na próxima semana, embora detalhes específicos sobre suas missões não tenham sido divulgados. Além disso, outras embarcações com cerca de 4.500 militares estão em rota para a costa da Venezuela. A administração Trump tornou a repressão ao narcotráfico um dos pilares do governo, visando fortificar as fronteiras e limitar a imigração.

EUA criticam ameaças de Moraes a bancos brasileiros e falam em abuso de poder

A Embaixada dos EUA se manifestou sobre as ameaças do ministro Alexandre de Moraes de sancionar bancos brasileiros que seguirem sanções americanas. Em nota, mencionaram que as declarações refletem um padrão preocupante de abuso de poder judicial. A embaixada ressaltou que a legislação de sanções é fundamental e ações de Moraes levantam sérias preocupações sobre sua utilização para interesses pessoais. O ministro, que já foi sancionado sob a Lei Magnitsky, expressou intenção de contestar as sanções. Além disso, Moraes afirmou que não recuará em suas decisões relacionadas ao ex-presidente Bolsonaro, com julgamento previsto para 2 de setembro.

Brasil monitora navios dos EUA enquanto tensão aumenta na Venezuela

As Forças Armadas brasileiras iniciaram o monitoramento de navios militares dos Estados Unidos que estão se aproximando da costa da Venezuela, uma ação que começou em 19 de agosto de 2025. A intenção é avaliar os possíveis impactos no fluxo migratório em Roraima diante de uma possível intervenção militar. A medida foi destacada após o presidente venezuelano Nicolás Maduro anunciar a mobilização de 4,5 milhões de paramilitares. A frota americana, que inclui três navios armados, deve atingir a costa venezuelana, intensificando a tensão na região, enquanto o Brasil mantém uma postura cautelosa e não reconhece Maduro como o legítimo governante.

Parlamentares questionam pouso de avião dos EUA no Brasil

Parlamentares no Brasil solicitaram informações sobre o pouso de uma aeronave da Força Aérea dos Estados Unidos, um Boeing C-32B, que ocorreu em Porto Alegre e São Paulo. A deputada Talíria Petrone e outros membros do PSOL questionam os ministérios sobre a missão do avião, seu propósito e as justificativas oficiais dos EUA. As preocupações em torno da soberania nacional foram levantadas devido à falta de transparência do governo sobre o pouso da aeronave, que é frequentemente associada à CIA. A Anac não registrou o voo, mas a Aeronáutica pode ter feito o registro.