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Gabinete de Moraes utilizou mensagens não oficiais para obter relatórios do TSE

De acordo com a reportagem da Folha de São Paulo, o gabinete do ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal (STF) teria utilizado meios não oficiais para solicitar relatórios ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. As mensagens, trocadas entre agosto de 2022 e maio de 2023, indicam que o TSE foi usado como ferramenta investigativa. Essas ações culminaram em decisões do STF no inquérito das fake news. O gabinete de Moraes defendeu que todas as solicitações foram documentadas e regulares, detalhando atividades ilícitas nas redes sociais.

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Escândalo do contrato entre Viviane Barci e banco Master ganha repercussão

Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes, firmou um contrato com o banco Master em 16 de janeiro de 2024, para pagamento total de R$ 131 milhões ao longo de três anos. O valor mensal estipulado é de R$ 3.646.529,77, mas não se sabe quais serviços foram prestados ou se algum pagamento foi realizado. Os detalhes do contrato permanecem obscuros, gerando repercussão nas redes sociais. O ministro se manifestou declarando que o escritório de Viviane nunca atuou na venda do banco Master ao BRB e, até o momento, ela não se manifestou publicamente.

Oposição apresenta novo pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes

A oposição ao governo federal na Câmara dos Deputados apresentou, nesta segunda-feira (29), um novo pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF. O documento menciona encontros entre Moraes e Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, e alega que o ministro tentou pressioná-lo em prol do Banco Master. Com mais de 100 assinaturas já coletadas, a oposição busca alcançar 200 antes de protocolar formalmente o pedido no início do ano parlamentar, em fevereiro de 2026, acreditando que tais atitudes são incompatíveis com o cargo de um membro do Supremo Tribunal Federal.

Gilmar Mendes defende Moraes e Toffoli em meio a polêmicas do Banco Master

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, expressou confiança em seus colegas Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, em meio a críticas relacionadas ao escândalo do Banco Master. Mendes afirmou que a interação entre juízes e advogados é normal e não implica em irregularidades. Ele minimizou a controvérsia envolvendo uma viagem a Peru, insistindo que não havia nada além de futebol discutido entre Toffoli e um advogado. Gilmar destacou a importância da prisão do empresário Vorcaro e do bloqueio na compra do Banco Master, assegurando que as instituições estão funcionando adequadamente.

Eduardo Bolsonaro considera passaporte de apátrida após cassação de mandato

Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal, afirmou que está considerando a solicitação de um passaporte de apátrida após a cassação de seu mandato, ocorrida recentemente. Ele está nos Estados Unidos desde fevereiro e destacou que a ordem para não lhe conceder um passaporte comum é uma tentativa de Alexandre de Moraes de desestabilizar seu trabalho. Apesar da perda do mandato, Eduardo acredita que suas relações internacionais permanecem intactas e confia na continuidade de seus contatos com diferentes países. Ele ainda planeja colaborar na campanha do irmão e manter sua eficácia em atividades internacionais.

Moraes autoriza ultrassom de Bolsonaro na PF

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a realização de um exame de ultrassonografia no ex-presidente Jair Bolsonaro, que está cumprindo pena em regime fechado na Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal. A autorização ocorreu após um pedido da defesa do ex-presidente, que solicitou a entrada de um médico com um equipamento portátil de ultrassom. Moraes destacou que visitas de médicos previamente cadastrados não necessitam de comunicação prévia, desde que respeitadas as determinações legais. A decisão também incluiu a notificação da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República sobre o exame.

Moraes nega pedido de inclusão de Fux em julgamento de Filipe Martins

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, negou o pedido da defesa de Filipe Martins para incluir o ministro Luiz Fux no julgamento do núcleo 2 da tentativa de golpe de Estado, programado para ocorrer entre os dias 9 e 17 de dezembro. Moraes classificou o pedido como meramente protelatório, afirmando que a ausência de Fux não prejudica os direitos de defesa. A proposta foi feita em uma questão de ordem apresentada pela defesa, que se baseou no voto anterior de Fux pela absolvição de Martins. O julgamento prossegue conforme a agenda estabelecida e sem adiamentos.

Filipe Martins pede a Moraes para reverter destituição de advogados

Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, solicitou ao ministro Alexandre de Moraes que reverta a destituição de seus advogados, alegando que a decisão violou seus direitos ao ser tomada sem sua oitiva. Em uma petição protocolada, Martins afirmou que a ação foi abusiva e contrária ao seu direito de escolher a defesa de sua confiança. Os advogados contestaram as novas provas do Ministério Público, solicitando mais prazo para as alegações finais. Moraes classificou o pedido como uma 'manobra procrastinatória' e designou a Defensoria Pública para defendê-lo, decisão criticada por Martins.