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Fachin defende STF e critica imprensa por supostos ataques

O ministro Edson Fachin, do STF, criticou a imprensa por supostos ataques à corte em meio ao caso do Banco Master. Ele alegou que as tentativas de desmoralizar o STF visam corroer a democracia e o Estado de Direito. No entanto, a investigação do caso revelou indícios de condutas impróprias, levantando questões sobre a relação de autoridades com instituições privadas. Fachin defende que a crítica à corte reflete uma tentativa de atacar a democracia, mas, por outro lado, é essencial que o tribunal apoie investigações e esclarecimentos para fortalecer sua credibilidade e evitar ser visto como uma vítima institucionalizada.

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Nepotismo na Justiça? Parentes de ministros do STF atuam em mais de 1.900 processos!

Um levantamento do UOL revelou que parentes de ministros do STF atuaram em 1.921 processos nos dois principais tribunais do Brasil, sendo que 381 desses ainda permanecem ativos. Apesar de não ser ilegal, a atuação gera debates sobre nepotismo no meio jurídico, com destaque para a quantidade de casos em que advogados são filhos, cônjuges ou irmãos de ministros. Rodrigo Fux, filho do ministro Luiz Fux, lidera com 49 processos no STF. As presenças familiares têm levantado questionamentos sobre o acesso e a competitividade na advocacia em tribunais superiores, criando um ambiente de exclusividade.

Lula pressiona por mudanças no STF sobre inquérito do Banco Master

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou preocupação com a atuação do ministro Dias Toffoli no inquérito do Banco Master, sugerindo a possibilidade de renúncia ou aposentadoria do magistrado. Lula monitora de perto o caso e critica o regime de sigilo, temendo que a investigação possa ser abafada, o que comprometeria a credibilidade do Supremo Tribunal Federal. Por outro lado, o presidente avalia que a continuidade das investigações é crucial, mesmo que envolva políticos de oposição. O ambiente está tenso, com Lula buscando um balanço entre pressão e respeito pelas instituições.

Toffoli mantém investigação do Banco Master no STF, desafiando pressões

O ministro Dias Toffoli, do STF, reafirmou sua intenção de manter a relatoria do inquérito que investiga fraudes no Banco Master, considerando que há indícios de envolvimento de mais de uma autoridade com foro privilegiado. Despite pressures from advocates and claims in the media suggesting he might transfer the case to the 1st instance, Toffoli manifestou a necessidade de manter o caso no Supremo, uma vez que a defesa do Banco Central está sendo realizada dentro dessa ação. A investigação poderia resultar em medidas estruturantes para fortalecer a regulação financeira no Brasil, conforme declarado pelo ministro.

Moraes determina remoção de acampamentos de apoiadores de Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, decidiu que acampamentos de apoiadores de Bolsonaro devem ser removidos do entorno do Complexo Penitenciário da Papuda. A ordem foi dada após a PGR denunciar a instalação de barracas e faixas exigindo anistia ao ex-presidente, transferido para o local em janeiro. Moraes também autorizou a prisão em flagrante de quem desobedecer as ordens. Ele lembrou os eventos de 8 de janeiro de 2023 e reafirmou que o direito de manifestação não é absoluto, visando prevenir excessos e prezar pela segurança das instalações prisionais.

Moraes proíbe acampamentos e manifestações próximas à Papuda

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, decidiu proibir acampamentos e manifestações próximas ao Complexo Penitenciário da Papuda. A medida atende a um pedido da Procuradoria Geral da República, que alertou sobre riscos à segurança e à ordem pública, especialmente devido a atos organizados por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, em resposta à sua prisão. Moraes ressalta que o direito de protestar não é absoluto e pode ser restringido quando há potencial de comprometer a ordem pública. A Polícia Militar do DF foi convocada para garantir o cumprimento da decisão, possibilitando prisões por resistência.

Fachin defende Toffoli e afirma que STF não se curva a pressões

Na noite de 22 de janeiro de 2026, Edson Fachin, presidente do STF, defendeu a atuação do ministro Dias Toffoli na supervisão do inquérito sobre fraudes no Banco Master. Fachin destacou que o Supremo não se deixa intimidar por pressões e que sua função constitucional é assegurar o devido processo legal. Em uma nota oficial, ele frisou que as críticas não afastam o compromisso da Corte com a legislação e sua colaboração com instituições como a Polícia Federal e o Ministério Público. Fachin ainda enfatizou a importância da proteção à ordem democrática, mesmo em tempos de crise.

Fachin defende STF e sua autonomia em meio a críticas sobre o caso Banco Master

Edson Fachin, presidente do STF, defendeu a atuação da Corte no caso do Banco Master, respondendo às críticas sobre a condução de Dias Toffoli, relator do processo. Ele reafirmou que alegações de irregularidades serão analisadas de acordo com os procedimentos regimentais e destacou a importância da legalidade e autonomia de instituições como o Banco Central e a Polícia Federal. Fachin enfatizou que não aceitarão pressões externas e que o STF protege o Estado de direito e a democracia, reafirmando a prevenção de intervenções políticas ou midiáticas que visem descreditar a instituição.