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EUA e Rússia clamam por ação da ONU após massacre na Síria

Em meio a acusações de massacre, EUA e Rússia solicitaram uma reunião do Conselho de Segurança da ONU para discutir a alarmante escalada de violência na Síria. Recentemente, 745 civis e vários membros das forças de segurança foram mortos, principalmente na minoria alauita, durante uma repressão brutal pelo novo governo sírio. Ahmad al Sharaa, líder do novo governo, promete responsabilizar os culpados pelo derramamento de sangue e anunciou a formação de uma comissão independente para investigar as violações dos direitos humanos. O clima de hostilidade e violência continua a aumentar, com apelos por proteção à população.

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Brasil critica ação militar dos EUA na Venezuela em reunião da ONU

O embaixador do Brasil na ONU, Sérgio Danese, declarou que a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, assim como o recente bloqueio naval, representam uma clara violação da Carta das Nações Unidas. Durante uma reunião do Conselho de Segurança, ele enfatizou que a região deve permanecer em paz, priorizando o direito internacional e relações harmoniosas entre os países. Danese convidou EUA e Venezuela para um diálogo genuíno, ressaltando que um conflito na região teria repercussões globais. Ele, ainda, pediu ao Conselho de Segurança que promova soluções pacíficas e eficazes para a situação atual.

Rússia e China criticam postura dos EUA sobre a Venezuela na ONU

Rússia e China expressaram forte crítica à pressão dos Estados Unidos sobre a Venezuela durante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU. Os representantes dos dois países chamaram a abordagem americana de ‘comportamento de caubói’ e ‘intimidação’, destacando o bloqueio naval dos EUA que visa impedir a exportação de petróleo venezuelano. O embaixador russo, Vassily Nebenzia, classificou essa ação como uma violação das normas internacionais. A China também se opôs ao unilateralismo dos EUA, enquanto o embaixador americano reafirmou as acusações contra o presidente Nicolás Maduro, caracterizando-o como um fugitivo procurado.

Venezuela convoca ONU para discutir agressão dos EUA

A Venezuela solicitou uma reunião do Conselho de Segurança da ONU para discutir a chamada 'agressão contínua dos Estados Unidos' contra o país, segundo uma carta à qual a Reuters teve acesso. Um diplomata da ONU indicou que o encontro poderá ocorrer na próxima terça-feira, 23. O secretário-geral António Guterres conversou com Nicolás Maduro, enfatizando a importância do respeito ao direito internacional. Maduro alertou sobre os efeitos nocivos das ameaças dos EUA na paz da região, especialmente após o recente bloqueio total aos petroleiros venezuelanos ordenado pelo presidente Donald Trump.

ONU dá início a monitoramento do cometa 3I/ATLAS sem ameaças de origem alienígena

As Nações Unidas iniciaram a vigilância global do cometa interestelar 3I/ATLAS, com monitoramento contínuo pelos próximos dois meses, realizado pela Rede Internacional de Alerta de Asteroides (IAWN). Apesar de não representar uma ameaça, a passagem do cometa oferece uma oportunidade valiosa para testar protocolos de observação global. A campanha, programada desde 2024, busca melhorar técnicas de monitoramento para objetos interestelares. Rumores sobre a origem alienígena do cometa foram desmentidos pela NASA, que apresentou imagens que confirmam a natureza do corpo celeste. Ilustrações de astrônomos amadores continuam a alimentar debates.

Incêndio na COP30 leva a mudança de responsabilidade para o Brasil

Um incêndio na Blue Zone da COP30, região de acesso restrito, deixou a área sob responsabilidade do governo brasileiro, conforme comunicado da ONU. O fogo iniciou-se em um dos estandes e resultou na evacuação de participantes. A segurança foi assegurada pelo Corpo de Bombeiros do Pará, que também fará uma verificação no local. Apesar da correria, não houve feridos. O ministro do Turismo, Celso Sabino, afirmou que a organização da COP30 emitirá uma posição sobre a retoma das negociações e a possibilidade de retorno aos estandes ainda na quinta-feira ou na próxima sexta-feira.

COP30: Primeira semana termina sem acordo e com críticas da ONU

A primeira semana da COP30 em Belém terminou com impasses entre países ricos e em desenvolvimento, sem soluções definitivas. As negociações avançaram pouco, aumentando as preocupações sobre a eficácia da conferência para resultados concretos. Enquanto nações desenvolvidas exigem compromissos mais intensos e mais dados sobre emissões, os países do Sul Global pedem garantias de financiamento. A ONU criticou a organização do evento, destacando falhas de segurança por causa de recentes manifestações e problemas operacionais diversos. O Brasil busca atuar como mediador, prometendo intensificar conversas para destravar a agenda e garantir avanços nas discussões climáticas.

ONU cobra segurança e infraestrutura adequada na COP30

Simon Stiell, secretário-executivo da ONU, enviou uma carta ao governo de Lula, pedindo melhorias na segurança da COP30. O documento, endereçado a Rui Costa e André Corrêa do Lago, critica a falha de segurança que permitiu a invasão de 150 ativistas no evento, onde a polícia não interveio. A carta cita condições precárias, como altas temperaturas, alagamentos e infraestrutura inadequada. Além disso, o secretário manifestou preocupação com problemas técnicos, como falta de ar-condicionado, que podem afetar a saúde dos delegados e a segurança do local devido à exposição a eletricidade nas instalações danificadas.