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Eduardo Bolsonaro vê esperança em diálogo entre Trump e Lula

Eduardo Bolsonaro, deputado federal, expressou otimismo com a conversa entre os presidentes Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva, ressaltando que um diálogo franco pode abrir oportunidades importantes. Ele mencionou a necessidade de lidar com a crise institucional no Brasil de maneira honesta, afirmando que isso é crucial para o avanço das relações bilaterais. Eduardo, que se tornou réu no STF por interferência no julgamento de um processo que envolve seu pai, pediu apoio nas negociações que protejam os interesses dos EUA, enquanto restabeleçam as liberdades civis no Brasil.

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Eduardo Bolsonaro resiste à volta ao cargo na PF após perda de mandato

Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal, respondeu à solicitação da Polícia Federal para retornar ao cargo de escrivão. Após a perda do mandato pela Câmara, Eduardo publicou um vídeo alegando impossibilidade de voltar ao Brasil, mencionando perseguição por figuras como o ministro Alexandre de Moraes. Ele enfatizou sua determinação em lutar pelo cargo e sua preocupação com benefícios, como aposentadoria e porte de armas. Eduardo, que está nos Estados Unidos desde fevereiro, enfrenta investigações no STF, ligadas a uma suposta articulação contra o Brasil. A PF formalizou o retorno à função, publicado no Diário Oficial.

Eduardo Bolsonaro critica ordem da PF e reafirma honra em vez de emprego

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro utilizou suas redes sociais para criticar a ordem da Polícia Federal para que retornasse ao cargo de escrivão, ao qual ele é concursado. Em sua postagem, ele afirmou que não trocaria sua honra por um emprego, fazendo uma referência à Gestapo, a polícia secreta da Alemanha nazista. Eduardo perdeu seu mandato por ausências não justificadas na Câmara dos Deputados e reside nos Estados Unidos desde março de 2025. Se não retornar ao Brasil, poderá ser demitido do serviço público e não receberá mais remuneração como servidor.

Eduardo Bolsonaro é obrigado a retornar ao cargo de escrivão da PF

A Polícia Federal determinou o retorno imediato de Eduardo Bolsonaro ao cargo de escrivão após a cassação de seu mandato como deputado federal. Ele, que está foragido nos Estados Unidos, não compareceu às sessões da Câmara dos Deputados e teve seu afastamento declarado encerrado. A decisão foi publicada no Diário Oficial, onde a corporação suspendeu o afastamento a partir de 19 de dezembro de 2025. Eduardo, réu no STF por promover sanções contra o Brasil, deve reassumir suas funções na PF, uma vez que não exerce mais o cargo parlamentar desde a sua cassação.

Eduardo Bolsonaro é convocado a voltar ao cargo na Polícia Federal

Após a perda do mandato, Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, deve retornar imediatamente ao cargo de escrivão na Polícia Federal. A decisão foi formalizada em um ato publicado no Diário Oficial da União, onde a PF ressaltou que o retorno é necessário para regularizar sua situação formal no órgão. Eduardo estava afastado de suas funções na corporação enquanto exercia a função legislativa e atualmente se encontra nos Estados Unidos. Caso não retorne conforme determinado, ele enfrentará medidas administrativas e disciplinares por ausência injustificada.

Câmara cancela passaportes diplomáticos de Eduardo Bolsonaro e Ramagem

A Câmara dos Deputados do Brasil cancelou os passaportes diplomáticos de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem após a cassação de seus mandatos. Eduardo, que começou a faltar a muitas sessões, teve seu mandato perdido devido a não comparecimentos em 79% das sessões, o que contraria a Constituição. Ele esteve nos Estados Unidos, onde se envolveu em questões políticas, enquanto Ramagem, condenado a 16 anos de prisão, está foragido no exterior e é alvo de pedido de extradição. Ambos perderão benefícios significativos, incluindo acesso a imóveis funcionais e verbas remuneratórias.

Eduardo Bolsonaro tem passaporte diplomático anulado após perder mandato

A Câmara dos Deputados anulou o passaporte diplomático de Eduardo Bolsonaro um dia após sua perda de mandato. A decisão está alinhada às regras internas da Casa, que exigem a devolução do documento nesta situação. Eduardo expressou em suas redes sociais que a medida visa dificultar sua permanência no exterior, sugerindo que o ministro Alexandre de Moraes estaria por trás do cancelamento. Desde fevereiro, ele está autoexilado nos Estados Unidos e acumulou 59 ausências não justificadas nas sessões, levando à declaração oficial de sua perda de mandato pelo presidente da Câmara.

Eduardo Bolsonaro considera passaporte de apátrida após cassação de mandato

Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal, afirmou que está considerando a solicitação de um passaporte de apátrida após a cassação de seu mandato, ocorrida recentemente. Ele está nos Estados Unidos desde fevereiro e destacou que a ordem para não lhe conceder um passaporte comum é uma tentativa de Alexandre de Moraes de desestabilizar seu trabalho. Apesar da perda do mandato, Eduardo acredita que suas relações internacionais permanecem intactas e confia na continuidade de seus contatos com diferentes países. Ele ainda planeja colaborar na campanha do irmão e manter sua eficácia em atividades internacionais.