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Delação de delator do PCC desvenda esquema de lavagem de dinheiro no futebol

A delação de Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, empresário vinculado ao PCC, trouxe novas informações sobre um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo fintechs e o futebol brasileiro. Gritzbach, que foi assassinado no Aeroporto de Guarulhos, se tornou vital para as investigações do Gaeco, que analisam operações de bilhões de reais e fraudes bancárias. Notavelmente, ele revelou que a fintech 2 Go Bank processava anualmente cerca de R$ 30 bilhões. As investigações buscam esclarecer não apenas os crimes, mas também os mandantes e facilitadores do crime organizado, intensificando as ações das autoridades de segurança pública.

STF decide futuro de Jair Bolsonaro em julgamento histórico

Nesta quarta-feira, 26 de março de 2025, o Supremo Tribunal Federal decidirá se Jair Bolsonaro se tornará réu devido ao seu suposto envolvimento na trama golpista de 2022. A Primeira Turma do STF rejeitou todas as questões preliminares apresentadas pela defesa, exceto uma, onde o ministro Luiz Fux discordou e criticou a delação do tenente-coronel Mauro Cid. Fux mostrou preocupação com o número excessivo de depoimentos dados por Cid, mas ainda assim acompanhou outros ministros na não nulidade da delação. A sessão começará às 9h30, com o relator, Alexandre de Moraes, votando primeiro.

Mauro Cid se defende e pede absolvição ao STF por suas ações no governo Bolsonaro

Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, declarou ao STF que não foi coagido em sua delação e pediu absolvição. Ele argumentou que cumpriu seu dever funcional durante seu tempo no governo. A defesa de Cid ressaltou seu papel e as responsabilidades inerentes ao cargo que ocupava, apresentando uma narrativa que busca atenuar as implicações legais que enfrenta. A situação é tensa, com o ex-assessor se distanciando de possíveis acusações de coação, enquanto se apresenta como um fiel servidor do ex-presidente. O desdobramento ainda depende de decisões judiciais futuras.

Mauro Cid afirma ao STF que delação foi livre de ameaças

A defesa do tenente-coronel Mauro Cid apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma manifestação reafirmando que sua delação premiada foi conduzida sem qualquer coação ou ameaça. Os advogados enfatizaram que Cid sempre teve a presença de seus defensores durante os depoimentos prestados à Polícia Federal e nos atos formais da colaboração no STF. O documento se refere à defesa de Cid, que enfrenta uma denúncia por golpe de Estado, ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro. O advogado destaca a validade do acordo, argumentando pela absolvição do militar no processo.

Bolsonaro defende Mauro Cid e alega tortura durante delação

Durante uma entrevista, o ex-presidente Jair Bolsonaro expressou apoio ao ex-ajudante de ordens, Mauro Cid, afirmando que não o atacará, pois acredita que Cid foi torturado para obter declarações contra ele. A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou Bolsonaro e outros por uma suposta tentativa de golpe de Estado, enquanto Cid teve sua delação premiada revelada. Bolsonaro argumentou que se Cid fosse criminoso, não teria deixado provas. Ele também pediu acesso aos vídeos completos dos depoimentos de Cid, reiterando que as alegações contra ele são baseadas apenas nas declarações do ex-ajudante de ordens.

Anulação da delação de Mauro Cid pode impactar investigação sobre Bolsonaro

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro planeja contestar o acordo de colaboração premiada firmado pelo tenente-coronel Mauro Cid, alegando que ele foi cooptado por pressões do ministro Alexandre de Moraes. A defesa destaca que Moraes ameaçou a família de Cid, o que fundamentaria a anulação da delação e abriria precedentes para futuras contestações. Contudo, os advogados enfrentam dificuldades, uma vez que os termos da colaboração já exigem compromisso com a verdade e a não omissão. A situação gera controvérsias sobre a legitimidade das investigações da Polícia Federal sobre o plano de ruptura institucional.

Mauro Cid se despede de sua antiga vida em depoimento emocional

O tenente-coronel Mauro Cid, durante depoimento sobre sua delação premiada, expressou profunda tristeza por ter perdido tudo, incluindo a carreira e a estabilidade financeira, afirmando que sua família agora vende imóveis. Ele descreveu a exposição causada pelas denúncias como um fator negativo, ressaltando a pressão que enfrenta pela cobertura da imprensa. Cid falou sobre sua reclusão, a falta de trabalho e os impactos emocionais que isso traz, como seu aumento de peso e dificuldade para lidar com a situação. O ex-ajudante de ordens de Bolsonaro tentou deixar claro que não houve coação durante a investigação.

Mauro Cid entra em desespero após segunda prisão decretada por Moraes

Em um vídeo chocante, Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, reage em desespero após uma segunda ordem de prisão decretada pelo juiz Alexandre de Moraes. Ao público, Moraes revelou gravações da delação de Cid, nas quais ele expressa ter sido pressionado durante depoimentos pela Polícia Federal e critica Moraes diretamente. A prisão preventiva foi marcada após o vazamento de tais áudios. Após saber que voltaria a cumprir pena, Cid teve um colapso, necessitando de assistência médica imediata. O caso gera grande repercussão e levanta questões sobre o processo legal em curso.