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Lula articula para adiar sabatina de Jorge Messias no Senado

A articulação política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva resultou no cancelamento da sabatina de Jorge Messias, indicado para o STF, pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. A sabatina estava inicialmente agendada para 10 de dezembro, mas o prazo para conquistar apoio era curto. Com esse cancelamento, que Alcolumbre justificou como um erro do governo, Lula ganha tempo para trabalhar pela aprovação de Messias. Ele se reuniu com o relator Weverton Rocha e planeja um encontro com Alcolumbre, já que o nome de Messias enfrenta resistência entre alguns senadores, incluindo críticas pela postura política.

Davi Alcolumbre cancela sabatina de Jorge Messias ao STF

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou o cancelamento da sabatina e votação da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal. Marcação prévia para análise e votação estava programada de 3 a 10 de dezembro, mas a falta de envio formal da indicação pelo presidente Lula causou a suspensão. Davi ressaltou que esta ausência é uma grave interferência no cronograma legislativo. Para a aprovação, Messias precisa ser sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça antes da votação no Plenário, onde requer maioria absoluta, ou seja, apoio de pelo menos 41 senadores.

Turbulências na indicação de Jorge Messias ao STF: Alcolumbre critica governo Lula

O ministro Sidônio Palmeira, da Secretaria de Comunicação da Presidência, esclareceu que o governo Lula não tem a intenção de burlar procedimentos na indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, adiar a sabatina prevista para 10 de dezembro. Alcolumbre criticou a omissão do governo, que não enviou a mensagem escrita com a indicação de Messias, afirmando que isso é uma interferência no cronograma legislativo. A decisão de adiar a sabatina pretende evitar acusações de irregularidade na tramitação, evidenciando o mal-estar entre o governo e o Senado.

Desconfiança no Senado: Jorge Messias enfrenta resistência por apoio a bloqueio de emendas

O senador Carlos Viana (Podemos-MG) expressou suas preocupações sobre a indicação de Jorge Messias ao STF, afirmando que o apoio dele à decisão do ministro Flávio Dino, que bloqueou emendas, gerou desconfiança no Senado. Segundo Viana, a posição de Messias aumentou a insatisfação entre os parlamentares e manchou sua imagem. Ele ressaltou que Messias terá de justificar seu parecer em favor do bloqueio durante a sabatina marcada para 10 de dezembro. Para angariar apoio, Messias iniciou conversas com senadores, apesar da resistência especialmente na bancada evangélica, que manifesta descontentamento com sua indicação.

Flávio Dino ignora cumprimentos a indicado ao STF e causa tensão no Senado

Flávio Dino, ministro do STF, foi o único dos dez ministros a não cumprimentar Jorge Messias, indicado para a vaga de Luís Roberto Barroso, que se aposentou. Dino espera manifestar-se apenas após a aprovação da indicação do advogado-geral da União, um procedimento que tem como intuito evitar interferências políticas. Enquanto isso, a sabatina de Messias na CCJ do Senado está marcada para 10 de dezembro, aumentando a pressão sobre a base governista. Messias já conta com 11 votos da CCJ e precisa de 14 para ser aprovado, em um cenário que demonstra diversidade de suportes e oposições.

Gleisi Hoffmann rebater Alcolumbre sobre cargos e emendas

A ministra Gleisi Hoffmann defendeu o governo após críticas do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sobre a indicação de Jorge Messias ao STF. Alcolumbre acusou o Executivo de sugerir que divergências entre os Poderes poderiam ser resolvidas com a oferta de cargos e emendas. Gleisi afirmou que tais insinuações são ofensivas e que o governo nunca rebaixaria suas relações institucionais a esse tipo de negociação. A escolha de Messias, preocupante para Alcolumbre, ainda não foi formalizada, mas ele defende a análise da indicação para evitar atrasos e garantir uma decisão rápida do Senado.

Alcolumbre critica tentativas de interferência na sabatina de Messias ao STF

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, manifestou descontentamento em relação a tentativas da equipe do Executivo de influenciar a sabatina do indicado para o STF, Jorge Messias. Segundo Alcolumbre, a indicação afronta a autonomia da Casa, que definirá seu cronograma. A sabatina está agendada para 10 de dezembro e é o primeiro passo crucial para a aprovação de Messias. O advogado-geral da União precisa de um número mínimo de votos na CCJ e, se aprovado, enfrentará um desafio ainda maior no plenário, onde necessita do apoio de 41 senadores para a aprovação final.

Jorge Messias precisa de 3 votos para se tornar ministro do STF

Jorge Messias, indicado por Lula para o STF em substituição a Roberto Barroso, precisa de apenas mais três votos na CCJ para ser aprovado. Até o momento, Messias conta com 11 votos garantidos, enquanto 7 senadores se manifestaram contra e 9 não deram respostas claras. O senador Davi Alcolumbre agendou a sabatina para 10 de dezembro, buscando limitar o tempo de articulação do governo. Caso consiga a aprovação na CCJ, Messias ainda terá o desafio de conquistar a maioria no plenário do Senado, necessitando de 41 votos no total para efetivar sua nomeação ao STF.

Jorge Messias pode ser aprovado para o Supremo, afirma relator

O senador Weverton Rocha (PDT-MA), relator da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, confirmou que seu parecer será favorável à aprovação do advogado-geral da União. Mesmo com tentativas do governo para postergar a sabatina, Rocha afirma que Messias atende aos requisitos constitucionais necessários para ocupar uma cadeira na Corte. Rocha, que já se reuniu com Messias para discutir estratégias, apresenta o parecer na próxima quarta-feira. Contudo, existem resistência entre alguns senadores, e Messias pode enfrentar desafios para garantir os 41 votos requeridos no plenário do Senado.

Jorge Messias aposta em equipe de Zanin para conquistar o Senado

Jorge Messias, indicado por Lula ao Supremo Tribunal Federal, contratou a equipe de relações públicas que ajudou Cristiano Zanin a conquistar apoio no Senado em 2023. Comandada por Roberto Machado, a equipe atuou para que Zanin contatasse 70 dos 81 senadores, apesar de algumas oposições. Zanin obteve 21 votos na Comissão de Constituição e Justiça e 58 em plenário. A tarefa de Messias, porém, é considerada mais desafiadora, pois haverá dificuldades para alcançar os 41 votos necessários. O governo está buscando adiar a sabatina de Messias, que estava prevista para ocorrer em 10 de dezembro.

Jorge Messias busca apoio no Senado para garantir sua nomeação ao STF

Na busca por apoio no Senado, o advogado-geral da União, Jorge Messias, indicado por Lula para substituir Roberto Barroso no STF, visitou gabinetes de senadores, incluindo os de Eliziane Gama, Sérgio Petecão e Eduardo Braga. Com o intuito de suavizar a resistência à sua nomeação, Messias tentou dialogar com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que não o atendeu. Alcolumbre mostrou-se contrário à indicação, defendendo que Lula nomeasse o senador Rodrigo Pacheco. A sabatina do advogado na Comissão de Constituição e Justiça está programada para 10 de dezembro, desafiando o alicerce político atual.

Senado propõe redução da pena de Bolsonaro de 27 para 6 anos

Senadores da oposição liderados por Carlos Viana (Podemos-MG) estão propondo um projeto de lei que pode reduzir a pena de Jair Bolsonaro de 27 para 6 anos. O projeto visa revogar os crimes de golpe de Estado, permitindo que Bolsonaro evite o regime fechado. A proposta conta com pedido de urgência, acelerando sua tramitação no Senado. Se aprovada, restariam apenas as condenações relacionadas a danos ao patrimônio da União. Viana afirma que a iniciativa não se trata de anistia, mas de uma melhoria na técnica legislativa na responsabilização criminal.

Alcolumbre avança com PEC que pode mudar o cenário político no Brasil

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pretende revisar a PEC 12/2022, que busca acabar com a reeleição para presidentes, governadores e prefeitos, além de estender os mandatos de senadores. Essa mudança, avaliada no Palácio do Planalto, é vista como uma tentativa de aumentar o poder do Senado e complicar futuras articulações políticas, principalmente após o rompimento com os líderes do presidente Lula. A PEC teria como efeito proibir a reeleição imediata, aumentando a duração dos mandatos para cinco anos. Para senadores, a proposta eleva o tempo de mandato de oito para dez anos, criando tensões no cenário político.

Desafio de Jorge Messias no Senado: Vencer resistência a duas semanas da sabatina

Jorge Messias, advogado-geral da União, enfrenta um desafio significativo a duas semanas de sua sabatina marcada para 10 de dezembro no Senado. Com forte resistência, especialmente dos partidos PSD e MDB, que somam 25 senadores, Messias terá que percorrer gabinetes para conquistar os 41 votos necessários ao Supremo Tribunal Federal. A pressão aumenta, uma vez que o tempo é curto e as tensões entre o governo e o Congresso crescem devido a investigações em andamento. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, também demonstra contrariedade com a escolha de Messias, complicando ainda mais sua missão.

Davi Alcolumbre se isola em votação de Messias para o STF

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, se desassociou da votação que determinará o futuro de Jorge Messias, indicado por Lula ao STF. Alcolumbre afirmou, 'não é problema meu. Estou fora disso', ao comentar sobre a situação do indicado, que precisa da aprovação de 41 dos 81 senadores. Essa postura sugere que ele não pressionará pela aprovação, indicando um desgaste nas relações com o Palácio do Planalto, especialmente após apoiar Rodrigo Pacheco na disputa pela indicação. A sabatina de Messias está marcada para 10 de dezembro, após a saída de Luís Roberto Barroso do STF.

Bolsonaristas buscam anistia em momento controverso no Senado

Bolsonaristas no Senado estão tentando aproveitar a atual insatisfação de Davi Alcolumbre com o governo Lula para pressionar pela votação de uma anistia aos presos pela tentativa de golpe. Antes, Alcolumbre era conhecido por sua resistência em discutir a anistia, limitando-se a debater apenas a dosimetria das penas. Contudo, sua irritação com a indicação de Jorge Messias ao STF pode ter criado uma oportunidade para os parlamentares bolsonaristas. O PL também está cobrando que o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, cumpra um acordo anterior para colocar a anistia em votação.

Resistência no Senado à indicação de Jorge Messias para o STF

A indicação de Jorge Messias ao STF pelo presidente Lula gera forte resistência no Senado, devido à sua proximidade com o chefe do executivo e divergências em pautas sensíveis. Davi Alcolumbre, presidente do Senado, manifesta descontentamento por ter apoiado Lula anteriormente e sugere Rodrigo Pacheco para a vaga. A oposição, liderada por Rogério Marinho, promete votar contra a indicação, argumentando que se trata de um vínculo pessoal e não profissional. O clima entre os senadores é hostil, com várias vozes criticando a falta de notável saber jurídico de Messias e sua conduta.

Alcolumbre prepara discurso contra Messias no Senado

Davi Alcolumbre, presidente do Senado, confirmou que se oporá à indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal e planeja um discurso no plenário para expressar sua posição. Após Lula anunciar Messias como candidato, Alcolumbre articulou com senadores e está promovendo uma pauta-bomba que pode impactar em R$ 200 bilhões na criação de aposentadoria para agentes comunitários de saúde. Uma corrente no Supremo vê a escolha como uma tentativa de Lula de alterar a agenda política da Corte. Caso Messias seja rejeitado, seria um sinal de fraqueza do governo, algo inédito desde Floriano Peixoto.

Senado discute aposentadoria especial para agentes de saúde nesta semana

Davi Alcolumbre, presidente do Congresso, anunciou a votação do Projeto de Lei Complementar 185 de 2024, que regulamenta a aposentadoria especial para agentes de saúde e de combate a endemias. Com possibilidade de aprovação nesta terça-feira, a proposta fixa idade mínima de 52 anos para homens e 50 para mulheres, além de requisitos de tempo de serviço. Alcolumbre ressaltou a importância da iniciativa para reconhecer os profissionais que enfrentam desafios diários, mas a proposta não detalha seu impacto financeiro. Se aprovada pelo Senado, será enviada à Câmara dos Deputados para consideração final.

Senado avança em projeto impactante para a saúde pública

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou a votação de um projeto que estabelece regras específicas para a contratação e aposentadoria de agentes de saúde e de endemias, prevista para ocorrer na próxima terça-feira, dia 25. A proposta, que pode impactar o orçamento em até R$ 5,5 bilhões até 2030, não conta com o apoio do Executivo. Alcolumbre ressaltou a importância do projeto para os profissionais da saúde, que enfrentam desafios diários para garantir assistência à população. Além disso, ele negou ter recebido ligações do presidente Lula sobre a condução do tema.

Senador promete corrigir inconstitucionalidades do PL Antifacção

O senador Alessandro Vieira, relator do PL Antifacção no Senado, prometeu corrigir inconstitucionalidades no texto aprovado pela Câmara, especialmente em relação ao auxílio-reclusão. Em entrevista, Vieira criticou a comunicação agressiva do governo e assegurou que a Polícia Federal não sofrerá perdas financeiras devido a mudanças no projeto. Ele está articulando tramitação equilibrada no Senado e destacando sua independência, considerando superadas discussões sobre as prerrogativas da PF. Enquanto a CCJ discute o PL, o governo foi aconselhado a evitar uma abordagem de confronto com o Congresso, focando no que realmente importa para a segurança pública.

Senador propõe mudanças no PL Antifacção para melhorar comunicação com o governo

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) assumiu a relatoria do PL Antifacção no Senado e planeja corrigir inconstitucionalidades do texto enviado pela Câmara. Em diálogo com o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, Vieira enfatiza a necessidade de uma comunicação menos agressiva por parte do governo. O parlamentar anticiopa uma tramitação célere e focada na técnica legislativa, com previsão de audiência pública na próxima semana. O senador garantiu que a Polícia Federal não perderá recursos e que ajustes são necessários para assegurar a eficácia do projeto, evitando temas controversos já debatidos anteriormente.

Governo ganha alívio com escolha de Alessandro Vieira para relatar PL Antifacção

O governo federal celebra a escolha do senador Alessandro Vieira como relator do Projeto Antifacção no Senado, considerando essa decisão um alívio. A expectativa é que Vieira, conhecido por sua abordagem moderada e técnica, conduza a análise do texto aprovado na Câmara de maneira menos politizada. O líder do governo, Randolfe Rodrigues, é encarregado de articular com Vieira para recuperar aspectos essenciais do projeto, incluindo a tipificação de facções criminosas. A tramitação no Senado é vista como uma nova oportunidade para ajustes, após a derrota na Câmara, visando realinhar as propostas do Executivo em segurança pública.

Senado aprova projeto que pode incrementar arrecadação em até R$ 25 bilhões

O Senado aprovou em 18 de novembro de 2025 um projeto que institui o Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial, permitindo que contribuintes atualizem o valor de imóveis e veículos na declaração do Imposto de Renda com uma alíquota reduzida. A proposta inclui a reedição de partes da Medida Provisória do IOF e estima um impacto fiscal de R$ 19 bilhões. O valor abrange arrecadação pela atualização de bens e limitações à compensação tributária, representando um movimento estratégico para maximizar a arrecadação pública e regularizar bens não declarados.

Senador Pacheco decide destino de Jorge Messias no STF

A indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) depende do senador Rodrigo Pacheco, segundo ministros de Lula. Pacheco e Davi Alcolumbre são fundamentais para garantir a aprovação da indicação, principalmente após a aposentadoria de Barroso. O clima no Senado é hostil, e Lula tem adiado a nomeação devido a uma possível rejeição, uma vez que a oposição conta com cerca de 32 votos. Para aprovar a indicação, são necessários 41 votos. A situação torna-se cada vez mais delicada, com o tempo se esgotando antes do fechamento das atividades legislativas.

Paulo Gonet é reconduzido à PGR após sabatina tensa no Senado

Paulo Gonet, procurador-geral da República, teve sua recondução aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado após uma sabatina acalorada que durou mais de seis horas, com 17 votos a favor e 10 contra. Ele foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para mais um mandato de dois anos. Gonet defendeu seu trabalho, afirmando que a PGR não faz denúncias precipitadas e que seu compromisso é com a eficiência técnica. Porém, sua recondução gerou críticas entre senadores da oposição, que questionaram sua atuação relacionada a eventos de janeiro de 2023.

Tensa sabatina no Senado: procurador-geral Paulo Gonet defende sua recondução

Durante uma tensa sabatina no Senado, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, foi questionado sobre sua recondução ao cargo, indicada pelo presidente Lula. Vários senadores da oposição levantaram críticas sobre sua atuação, especialmente nos casos relacionados aos eventos de 8 de janeiro de 2023 e à conduta de Eduardo Tagliaferro, ex-assessor de Alexandre de Moraes. Gonet defendeu sua postura como técnica e impassível, ressaltando que sua atuação não está atrelada a interesses políticos. Ele argumentou que seu trabalho é realizado com a máxima seriedade e respeito à Constituição e aos direitos dos investigados.

CPI do Crime Organizado: Expectativa com depoimentos de ministros e líderes do PCC

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado no Senado brasileiro iniciará convocações, garantindo audiência de líderes e ministros do governo. O primeiro a depor será o diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Até o momento, 82 requerimentos foram protocolados, solicitando o testemunho de figuras como Júlio César Guedes de Moraes, associado ao PCC. Os senadores buscam entender a estrutura e o financiamento do crime organizado, especialmente após eventos trágicos como a megaoperação que resultou em 121 mortes. A comissão quer se aprofundar nas falhas de segurança pública e políticas relacionadas.

Flávio Bolsonaro apoia candidatura do irmão Carlos ao Senado e gera polêmica

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defende a candidatura de seu irmão, Carlos Bolsonaro, ao Senado por Santa Catarina em 2026, após o anúncio de Carlos como pré-candidato. Essa escolha gera tensão entre os aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, visto que a deputada federal Carol de Toni também busca uma vaga no Senado. Flávio enfatiza que é fundamental manter a unidade no grupo da direita, embora a deputada indique que Carlos pode entorpecer sua candidatura. A disputa local está acirrada e envolve articulações de diferentes partidos, aquecendo o cenário político no estado sulista.

Soraya Thronicke admite: 'Bolsonaro me enganou, mas eu permiti'

A senadora Soraya Thronicke, antes aliada de Jair Bolsonaro, declarou que se sentiu enganada por ele, ao afirmar que permitiu essa situação. Thronicke destacou sua experiência política, surgindo em 2015, quando se juntou a grupos contra a corrupção. Ela se elegeu senadora em 2018, mas rompeu com Bolsonaro devido a divergências e críticas a seu governo. Durante a eleição de 2022, Thronicke virou meme com declarações polêmicas e ficou em quinto lugar, com apenas 0,5% dos votos. Atualmente, ela se afirma como centro-direita e critica tanto o bolsonarismo quanto a ideologia da esquerda.

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