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NASA revela ameaça de asteroides indetectáveis que podem devastar cidades

  • A NASA alerta que existem cerca de 15 mil asteroides indetectáveis que podem causar destruição em metrópoles.
  • Apenas 40% dos asteroides de porte médio próximos à Terra foram catalogados, o que aumenta o risco de impactos catastróficos.
  • Para melhorar a detecção, a NASA planeja lançar o telescópio espacial NEO Surveyor em 2027, visando catalogar mais de 90% desses objetos perigosos.

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Terra em risco: Nasa revela vulnerabilidade contra asteroides assassinos

  • A NASA alertou que cerca de 15 mil asteroides de porte médio, capazes de destruir cidades, ainda não foram detectados e permanecem sem monitoramento.
  • Cientistas expressam preocupação, destacando a necessidade urgente de investimentos em sistemas de defesa e detecção, já que atualmente cerca de 40% dos objetos conhecidos foram catalogados.
  • A missão Near-Earth Object Surveyor está planejada para o próximo ano, visando identificar mais de 90% desses objetos potencialmente perigosos.

Cuidado: mais de 15 mil asteroides desconhecidos podem atingir a Terra

  • A NASA alertou sobre a existência de mais de 15 mil asteroides desconhecidos que podem atingir a Terra.
  • Esses asteroides, com cerca de 150 metros, são pequenos demais para serem detectados, mas grandes o suficiente para causar destruição em cidades.
  • A agência espacial planeja lançar um telescópio especial para detectar esses corpos celestes e reforçar a segurança planetária.

NASA registra imagens surpreendentes da Terra durante passagem da sonda OSIRIS-APEX

A sonda OSIRIS-APEX da NASA esteve em aproximação da Terra, a apenas 3.438 quilômetros, capturando imagens impressionantes do nosso planeta na última terça-feira (23). Essa passagem teve como intuito coletar dados que ajudam a calibrar seus instrumentos científicos. A missão é destinada a estudar o asteroide Apophis, que deverá passar a apenas 32.000 quilômetros da Terra em abril de 2029. Apesar de seu nome remetendo ao deus egípcio do caos, os cientistas descartaram qualquer risco de colisão. A aproximação futura vai possibilitar observações de mudanças na superfície do asteroide.

Telescópios no Japão registam asteroides colidindo com a Lua

Na última semana, telescópios no Japão registraram dois impactos de asteroides na Lua, destacando que o satélite da Terra é frequentemente atingido. Os eventos ocorreram sob a supervisão de Daichi Fujii, curador de um museu, que utilizou telescópios para observar os clarões resultantes das colisões. Essas rochas espaciais se chocaram com a superfície lunar a uma velocidade impressionante, liberando energia semelhante a explosões de dinamite. Fujii acredita que os asteroides podem ser parte da chuva de meteoros Taurídeos. Esses dados são cruciais para a astronomia, ajudando a entender a frequência de tais eventos no nosso sistema solar.

Impactos na Lua: Clarões revelam atividade de asteroides

Recentemente, um astrônomo amador japonês registrou dois clarões na Lua em um intervalo de 48 horas, resultado da colisão de asteroides com a superfície lunar. Os impactos, observados a velocidades de até 96.560 km/h, foram documentados por Daichi Fujii, que utiliza telescópios automatizados para monitorar a Lua. As explosões ocorreram na cratera Gassendi e no Oceanus Procellarum, e a confirmação dos eventos foi reforçada por observações simultâneas. Esses dados são importantes para avaliar a frequência de impactos de asteroides na Lua e seus riscos potenciais à Terra, especialmente em futuros projetos espaciais.

Descoberta do asteroide PN7 2025: a nova quase-lua da Terra

O asteroide PN7 2025, um 'quase-lua' de aproximadamente 19 metros, foi descoberto por astrônomos do observatório Pan-STARRS no Havaí em agosto de 2025. Acompanhando a Terra por meio século, ele possui uma trajetória semelhante à do nosso planeta, orbitando o Sol. Embora inobservável a olho nu, pode ser monitorado por telescópios. Sua distância varia entre 299.000 km e 17 milhões de km da Terra. Considerado inofensivo, o PN7 2025 não representa uma ameaça ao nosso planeta e despertou o interesse científico para entender melhor os asteroides próximos à Terra.

Novo estudo revela o risco de asteroides e suas comparações mortais

Um estudo da física Carrie Nugent, do Olin College of Engineering, avaliou a chance de asteroides colidirem com a Terra, revelando que a probabilidade é de apenas 0,009% ao ano para rochas de mais de 140 metros. Essa análise incluiu comparações com outras causas de morte, como acidentes de carro e doenças. Embora um impacto de grande magnitude possa causar destruição significativa, semelhante à extinção dos dinossauros, os pesquisadores sublinham que o risco contínuo é baixo. As agências espaciais, como a NASA, desenvolvem estratégias, como a missão Dart, para se preparar e evitar potenciais catástrofes.