Descobertas da Nasa revelam segredos do cometa interestelar 3I/ATLAS
Descobertas da Nasa revelam segredos do cometa interestelar 3I/ATLAS
Novas imagens e análises da NASA ajudam a entender a composição do cometa interestelar 3I/ATLAS, um visitante raro no Sistema Solar.
O telescópio espacial SPHEREx identificou água, dióxido de carbono, monóxido de carbono e moléculas orgânicas na nuvem de gás e poeira ao redor do cometa.
Observações indicam que o cometa aumentou seu brilho após a passagem próxima ao Sol, liberando materiais ricos em carbono que estavam aprisionados no gelo.
A sonda lunar Chang'e 6 da China confirmou a presença de nanotubos de carbono e grafite no lado oculto da Lua.
A pesquisa revelou que a atividade geológica na região é mais intensa do que se pensava, ligada a processos naturais extremos como impactos de micrometeoritos.
Essa descoberta pode alterar a compreensão sobre a formação de materiais complexos em ambientes extraterrestres e oferecer novas pistas sobre a história do Sistema Solar.
Cientistas monitoram um buraco negro supermassivo que apresenta um comportamento alimentar desordenado após devorar uma estrela.
O buraco negro está expelindo material em alta velocidade, resultante de uma indigestão que começou dois anos após a destruição da estrela.
O evento é considerado um fenômeno raro e poderoso, com um aumento exponencial na luminosidade do buraco negro, aproximadamente 50 vezes mais brilhante do que quando foi descoberto.
A NASA divulgou um estudo em que não conseguiu encontrar explicações não biológicas para a matéria orgânica coletada pelo robô Curiosity em Marte.
Os cientistas analisaram compostos encontrados, como decano e undecano, e consideraram que esses fragmentos podem ser provenientes de organismos vivos do passado do planeta.
A pesquisa sugere que Marte já teve água em abundância e que ambientes propícios à vida podem ter existido em sua superfície.
Cientistas descobriram compostos orgânicos significativos em Marte, coletados pelo robô Curiosity, incluindo decano, undecano e dodecano.
As moléculas podem ser fragmentos de ácidos graxos, geralmente formados por organismos vivos, mas também por processos não biológicos.
Um novo estudo sugere que, apesar de fontes não biológicas, a possibilidade de organismos vivos terem contribuído para a formação desses compostos no passado é razoável.