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Julho cósmico: conheça os eventos astronômicos mais esperados do mês

O mês de julho promete uma série de eventos astronômicos incríveis, destacando-se a chuva de meteoros Delta Aquáridas, uma das mais importantes do ano. Além disso, há previsão para o lançamento do Ariane 6 e o retorno dramático dos astronautas da Starliner à Terra. Outras atividades incluem Afélio, Lua Nova, Lua Crescente, conjunção entre Marte e Urano, Lua Cheia (conhecida como 'Lua dos Cervos'), Lua Minguante e a chuva de meteoros Alfa Capricornídeos. A Delta Aquáridas representa a queima de gelo e gases provenientes de cometas, gerando um efeito visual impressionante, com cerca de 25 meteoros por hora.

Fase da Lua hoje: crescentes visões nesta semana!

Hoje, 4 de abril de 2025, a Lua encontra-se na fase Crescente, com 38% de sua superfície visível. Este dia marca o início dessa fase lunar, sucedendo a Lua Nova que ocorreu em março. A transição para a Lua Crescente ocorreu às 23h16 da noite anterior. Nos próximos dias, a Lua Cheia está programada para aparecer em 12 de abril, às 21h23, seguida pela Lua Minguante, que surgirá em 20 de abril, às 22h37. O ciclo lunar atual iniciará uma nova lunação com a Lua Nova marcada para o dia 27 de abril às 16h33.

Asteroide com 3,8% de chance de colisão com a Lua preocupa cientistas

Um asteroide chamado 2024 YR4 apresenta uma chance de 3,8% de colidir com a Lua, de acordo com dados recentes do telescópio James Webb e informações da NASA. Inicialmente, a probabilidade de impacto com a Terra era de 3,1%, mas essa hipótese foi descartada para 22 de dezembro de 2032. O asteroide, com dimensões entre 53 e 67 metros, é grande o suficiente para ativar planos de defesa planetária. Cientistas consideram que uma colisão na Lua poderia oferecer uma oportunidade para estudar fenômenos naturais, como a formação de crateras, sem riscos imediatos para a Terra.

Fase da Lua: Descubra o que acontece hoje, 03 de abril de 2025!

Hoje, 3 de abril de 2025, a Lua apresenta sua fase Nova, com 29% de visibilidade e em processo de crescimento. Essa fase marcará a transição para a Lua Crescente, que começará amanhã, 4 de abril, às 23h16. O calendário lunar deste mês destaca outros eventos, como a Lua Cheia no dia 12, às 21h23, e a Lua Minguante no dia 20, às 22h37. O ciclo lunar dura em média 29,5 dias, incluindo as principais fases e as interfases, que dividem as mudanças visíveis durante esse intervalo. Fique atento às fases futuras!

Abril promete céu estrelado com chuva de meteoros e a Lua Rosa

Abril traz uma série de fenômenos astronômicos imperdíveis. No dia 13, a Lua Rosa será visível, embora não apresente coloração rosada, o nome é referente à floração de uma planta nativa americana. Este ano, será uma microlua, com 5,5% a menos de tamanho e 11% menos brilho. Um alinhamento planetário ocorrerá nas primeiras horas do dia 17, envolvendo os planetas Vênus, Saturno, Mercúrio e Netuno. Por fim, a chuva de meteoros Líridas atingirá seu pico entre a noite de 22 e 23 de abril, oferecendo uma taxa de 18 meteoros por hora, incluindo algumas bolas de fogo.

Estudo revela possíveis indícios de um nono planeta no Sistema Solar

Um estudo da Unesp revela indícios da existência de um nono planeta no Sistema Solar, elaborado por um pesquisador brasileiro e contando com equipes de cientistas dos EUA e França. A pesquisa examina a influência gravitacional deste hipotético Planeta-9 sobre objetos no Cinturão de Kuiper e na Nuvem de Oort. Os astrônomos tentam identificar características desse corpo celeste localizado a 600 vezes a distância da Terra do Sol, que, se confirmado, pode ter massa de 7,5 vezes a da Terra. A simulação dos astros do Sistema Solar sugere que sua presença é crucial na formação de cometas.

Novo estudo brasileiro aponta para a existência do Planeta 9 no Sistema Solar

Um estudo liderado por pesquisadores da Unesp sugere a possível existência do 'Planeta 9' em nosso Sistema Solar, um conceito que se arrasta desde o século 19. A pesquisa, publicada na revista Icarus, examina como tal planeta poderia influenciar a formação e trajetória de cometas observados, especialmente nas áreas do Cinturão de Kuiper e Nuvem de Oort. As simulações mostraram que a introdução do Planeta 9 poderia alinhar objetos transnetunianos e afetar a evolução do Sistema Solar ao longo de bilhões de anos, embora sua detecção permaneça desafiadora devido à sua remota localização.

Astronautas falam sobre os desafios de uma missão espacial prolongada

Após passar nove meses na Estação Espacial Internacional, os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams deram uma entrevista sobre suas experiências. Eles foram inicialmente enviados para uma missão de apenas oito dias, mas problemas técnicos com a cápsula Boeing Starliner estenderam o tempo no espaço para 286 dias. Embora ambos reconheçam a responsabilidade coletiva pelos erros, incluindo suas, enfatizam que não se sentiram 'presos' ou 'abandonados'. Wilmore destacou que a missão era sobre os objetivos nacionais e ambos buscaram aproveitar a situação, focando no aprendizado e na adaptação às circunstâncias inesperadas.