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Greening desacelera em São Paulo com novas práticas agrícolas

A incidência do greening no cinturão citrícola de São Paulo caiu 54% em 2024 em relação ao ano anterior, segundo o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus). Essas melhorias são atribuídas a práticas agrícolas mais eficazes e ao aumento das temperaturas, que aceleraram o crescimento dos brotos. O relatório destaca a eliminação de plantas doentes e a adoção de inseticidas potentes. Além disso, houve um menor aumento da doença em talhões internos comparados aos de borda. O secretário Guilherme Piai elogiou os esforços da cadeia produtiva para combater essa doença e ressalta que ainda há muito a ser feito.

Plantas zumbis: a esperança para a agricultura no futuro seco

Pesquisadores descobriram plantas de ressurreição, capazes de sobreviver meses sem água, sendo um potencial recurso para a agricultura diante das mudanças climáticas. Essas plantas, como a Selaginella lepidophylla, voltam a ficar verdes rapidamente após receberem água, conseguindo fotossintetizar mesmo após meses de secura. Jill Farrant, professora sul-africana, estuda essas plantas há mais de três décadas. O estudo dessas espécies pode ajudar a desenvolver culturas agrícolas mais resistentes à seca, um desafio crescente que, se não for enfrentado, comprometerá a produção de alimentos globalmente, à medida que as secas e o aumento das temperaturas se intensificam.

Congresso aprova orçamento recorde para agricultura em 2025

O Congresso Nacional aprovou o orçamento de 2025, com despesas totais sendo de R$ 5,9 trilhões, sendo que R$ 34,3 bilhões são destinados à agricultura. O orçamento original previa R$ 31,6 bilhões, mas foi aumentado após a votação do relatório final pelo senador Angelo Coronel. Além disso, R$ 4,6 bilhões serão alocados para a organização agrária, englobando verbas para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária. O texto, que inclui quase 7 mil emendas e vai para sanção presidencial, reflete uma estratégia para adequar as condições do agronegócio às necessidades do país.

Lula questiona aumento abusivo no preço do ovo em evento em Sorocaba

Durante um evento em Sorocaba (SP), o presidente Lula abordou a perplexidade diante do aumento significativo no preço do ovo, que saltou de R$ 144 para R$ 210, para uma caixa de 30 dúzias, entre janeiro e fevereiro. Lula questionou se alguém estava 'sacaneando as galinhas' e enfatizou que, com a produção prevista de 59 bilhões de ovos para o país, não há razão lógica para o preço elevado. O presidente expressou sua intenção de investigar quem está por trás dessa alta, alegando que as justificativas apresentadas não são suficientes. Ambições de universalização do Samu também foram discutidas.

Lula critica alta no preço dos ovos e promete soluções para população

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva questionou nesta sexta-feira em Sorocaba por que o preço dos ovos está alto, afirmando que o Brasil produzirá 59 bilhões de ovos em 2025. Lula destacou que o valor de uma cartela de 30 ovos subiu de R$ 144,05 para R$ 210 em apenas um mês. Ele criticou a falta de explicações para essa alta e afirmou que a culpa não pode ser atribuída apenas às galinhas. Ao final, ele prometeu que a população poderá voltar a consumir carne de qualidade e anunciou medidas para baratear alimentos.

Ministro da Agricultura desmonta afirmações de Tarcísio sobre ICMS

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, criticou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, por afirmar que havia zerado o ICMS sobre alimentos básicos. Fávaro alegou que Tarcísio estava mentindo para a população, visto que, em tempos de alta nos preços internacionais, a redução de impostos não é verdadeira. A declaração ocorreu durante a Conferência de Intercâmbio e Cooperação Econômica entre China e Brasil, após Tarcísio afirmar que estava cumprindo seu dever de casa ao garantir a isenção do ICMS para itens como arroz e feijão. Sua postura recebeu apoio da Abras.

Governo zera taxa de importação para conter inflação dos alimentos

O governo federal anunciou que irá zerar a tarifa de importação de produtos essenciais como carne, café e azeite, visando conter a inflação alimentar. Esse pacote de medidas, que inclui um apelo aos estados para abolirem impostos sobre itens da cesta básica, foi discutido em reuniões e será implementado em breve. O vice-presidente Geraldo Alckmin destacou a necessidade de uma aprovação pela Camex para a formalização destas mudanças. Essa iniciativa surge após preocupações significativas com o aumento nos preços dos alimentos, que já impactou a inflação nacional em um ano.

Medidas do governo visam conter inflação alimentar no Brasil

O governo brasileiro anunciou a redução do imposto de importação sobre alimentos, como carne e café, visando conter a inflação alimentar que tem afetado a popularidade do presidente Lula. Embora a medida seja vista como uma estratégia de marketing, economistas alertam que seu impacto será limitado, já que a expectativa é de queda de preços devido a uma colheita maior. Além disso, o governo também planeja colaborar com estados para a redução do ICMS sobre itens da cesta básica. Para especialistas, essas medidas podem proporcionar alívio momentâneo, mas não resolvem problemas estruturais da cadeia produtiva.