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Descoberta surpreendente de pegadas fossilizadas de dinossauros na Bolívia

Paleontólogos descobriram 16,6 mil pegadas fossilizadas de dinossauros em Carreras Pampa, Bolívia, um marco na paleontologia. Essas marcas, preservadas desde o final do Cretáceo Superior, são exclusivas de dinossauros terópodes, os grandes predadores pré-históricos. O sítio abrange mais de 7.400 m² e apresenta uma extensa variedade de pegadas. As trilhas revelam comportamentos raros, como arrasto de cauda, natação e locomoção em lama macia. Curiosamente, não foram encontrados vestígios de herbívoros, levantando hipóteses intrigantes sobre o ecossistema. Este achado é um importante avanço no entendimento da vida dos dinossauros no fim da era Mesozoica.

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Descoberta de fósseis de 512 milhões de anos revela novas espécies na China

  • Pesquisadores chineses descobriram uma coleção de fósseis de 512 milhões de anos em uma pedreira no sul da China, contendo 153 espécies de 16 grupos diferentes.
  • Quase 60% dos novos animais são de origem desconhecida e não haviam sido catalogados anteriormente, oferecendo uma visão dos ecossistemas marinhos do Cambriano.
  • A pesquisa foi liderada por Maoyan Zhu e sugere conexões entre fósseis chineses e norte-americanos, destacando a dispersão de espécies através de correntes marítimas na época.

Onças-pintadas: caçadoras mortais da Era do Gelo

Pesquisadores brasileiros e estrangeiros, liderados por Mário A. T. Dantas, revelaram como onças-pintadas caçavam presas de cerca de 1 tonelada, como a preguiça-gigante, durante a Era do Gelo. O estudo, publicado pela Taylor & Francis, mostrou que essas onças competiam por alimento com cachorros-do-mato e tigres dentes-de-sabre, além de lutarem entre si por território. Marcas de mordidas em ossos de preguiças-gigantes e outros herbívoros sugerem que esses grandes felinos eram não apenas adeptos da caça, mas também enfrentavam riscos mortais em confrontos diretos, tornando-se predadores e presas em um ecossistema complexo.

Dinossauro mancando? Pegadas fossilizadas revelam comportamento impressionante

Cientistas descobriram pegadas fossilizadas de um dinossauro saurópode no Colorado, formando uma trilha inusitada há 150 milhões de anos. O estudo revelado na revista Geomatics destaca uma curvatura fechada de 95,5 metros de extensão, levantando a hipótese de que o dinossauro caminhava mancando. Análises detalhadas do padrão de passo indicaram uma diferença de até 10 centímetros entre os lados, o que sugere um possível problema de locomoção. Estrategicamente, drones foram utilizados para capturar imagens, permitindo a criação de um modelo 3D que proporciona como resultado, insights sobre o comportamento do animal na época.

Descoberta surpreendente: tubarão gigante de 115 milhões de anos muda a história da evolução

Uma descoberta da paleontologia na Austrália revela vértebras de um tubarão lamniforme que viveu há 115 milhões de anos, alterando a linha do tempo evolutiva dos tubarões. Esse espécime poderia atingir até oito metros de comprimento e pertencia a uma linhagem antiga, com os fósseis de tubarões modernos conhecidos datando de aproximadamente 135 milhões de anos. As vértebras encontradas em Darwin foram identificadas como pertencentes a um cardabiodontídeo, um predador marinho colossal. Essa descoberta também indica que os tubarões gigantes já existiam antes do que se pensava anteriormente, mostrando um notável crescimento evolutivo.

Cientistas desvendam mistério de fóssil famoso: não é um T. rex!

Um fóssil encontrado em 2006 na Formação Hell Creek, Montana, que parecia retratar um confronto entre um Tyrannosaurus rex e um Triceratops, foi reavaliado por cientistas da Universidade Estadual da Carolina do Norte. A pesquisa publicada na revista Nature desvendou que o dinossauro, antes classificado como um T. rex juvenil, é na verdade um adulto da espécie Nanotyrannus, recentemente nomeada N. lethaeus. A equipe, ao estudar diversos aspectos anatômicos, concluiu que a confusão entre as espécies não é nova e exigirá novas investigações, trazendo novos entendimentos sobre esses antigos animais predadores.

Descoberta surpreendente: Nanotyrannus é uma nova espécie de dinossauro

Uma nova pesquisa revelou que o dinossauro Nanotyrannus, embora pareça um Tyrannosaurus rex menor, é uma espécie distinta. Com base em análises de fósseis coletados em Montana, os pesquisadores mostraram que o Nanotyrannus tinha características anatômicas únicas, como ossos maduros e um número maior de dentes. Ao contrário do T. rex, este dinossauro pequeno, que pesava cerca de 700 quilos, possuía adaptações para velocidade e agilidade. Os cientistas afirmam que a diferença entre os dois predadores aponta para uma rica diversidade de dinossauros antes da extinção em massa que ocorreu há 66 milhões de anos.

Dinossauros: uma nova luz sobre sua extinção inesperada

Uma nova pesquisa revela que os dinossauros estavam prosperando até sua extinção há 66 milhões de anos, desafiando a ideia de que estavam em declínio. Análises de fósseis no Novo México mostram uma rica diversidade de espécies, como tiranossauros e tricerátopos, indicando um ecossistema vibrante. A pesquisa, publicada na revista Science, sugere que o impacto do asteroide não foi o término de um processo de extinção, mas um evento súbito que interrompeu a prosperidade. Especialistas afirmam que, sem esse impacto, os dinossauros poderiam ter sobrevivido e continuado a se diversificar por mais tempo.