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Descoberta inusitada: vómito fossilizado de 66 milhões de anos é encontrado na Dinamarca

Um museu na Dinamarca anunciou a descoberta de um vômito fossilizado de 66 milhões de anos, encontrado por um amador durante uma caminhada nos penhascos de Stevn, próximo a Copenhague. Esse achado é crucial para compreender os ecossistemas antigos, pois revela informações sobre a dieta de predadores do Cretáceo. Especialistas confirmaram que o vômito contém partes de pelo menos duas espécies diferentes de lírios-do-mar, consumidos por um peixe. O paleontólogo Jesper Milàn destacou a importância dessa descoberta para entender as relações entre predadores e suas presas na era dos dinossauros.

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Novo dinossauro do tamanho de uma galinha é descoberto na Patagônia

  • Um novo dinossauro do tamanho de uma galinha, chamado Alnashetri cerropoliciensis, foi descoberto na Patagônia, mudando a compreensão sobre a evolução de dinossauros pequenos.
  • Este espécime é o mais completo e menor da família dos alvarezsaurus já encontrado na América do Sul, com apenas 70 centímetros de comprimento.
  • A pesquisa sugere que a diminuição do tamanho desses dinossauros não está relacionada à dieta, desafiando teorias anteriores sobre sua adaptação alimentar.

Novo minidinossauro desafia a evolução tradicional dos herbívoros

  • Uma nova espécie de dinossauro bípede herbívoro chamada Foskeia pelendonum foi descoberta no norte da Espanha.
  • Foskeia viveu há cerca de 120 milhões de anos e possui um crânio com inovações anatômicas, desafiando ideias tradicionais sobre a evolução dos dinossauros herbívoros.
  • O fóssil ajuda a preencher uma lacuna de 70 milhões de anos no registro dos ornithopoda, oferecendo novos dados sobre a evolução dos herbívoros mesozoicos.

Descoberta do asteroide PN7 2025: a nova quase-lua da Terra

O asteroide PN7 2025, um 'quase-lua' de aproximadamente 19 metros, foi descoberto por astrônomos do observatório Pan-STARRS no Havaí em agosto de 2025. Acompanhando a Terra por meio século, ele possui uma trajetória semelhante à do nosso planeta, orbitando o Sol. Embora inobservável a olho nu, pode ser monitorado por telescópios. Sua distância varia entre 299.000 km e 17 milhões de km da Terra. Considerado inofensivo, o PN7 2025 não representa uma ameaça ao nosso planeta e despertou o interesse científico para entender melhor os asteroides próximos à Terra.

Novo planeta pode ser descoberto após 170 anos de espera

Astrônomos da Universidade de Princeton propuseram a existência de um novo planeta, o Planeta Y, no Sistema Solar após analisarem 154 objetos do Cinturão de Kuiper. Publicado em agosto de 2025, o estudo sugere que esse corpo, com massa entre a da Terra e de Mercúrio, poderia explicar os desvios orbitais observados a cerca de 80 unidades astronômicas do Sol. Se confirmado, seria a primeira descoberta de um planeta desde Netuno há 170 anos. A equipe espera que futuros levantamentos astronômicos, como os do Observatório Vera C. Rubin, possam validar essa teoria intrigante.

Planeta errante cresce em ritmo recorde e surpreende cientistas

Astrônomos descobriram um planeta errante chamado Cha 1107-7626, localizado a 620 anos-luz da Terra, que apresenta um crescimento acelerado, consumindo impressionantes 6 bilhões de toneladas de gás e poeira por segundo. Essa descoberta, publicada pelo Observatório Europeu do Sul, desafia a concepção tradicional de planetas, mostrando que esses corpos celestes podem ser muito dinâmicos. Estima-se que o planeta tenha de 1 a 2 milhões de anos e uma massa de 5 a 10 vezes maior que Júpiter. Essa taxa de crescimento extraordinária é a mais intensa já registrada em um objeto planetário.

Cientistas quebram limites da física ao superaquecem ouro sem derretê-lo

Cientistas desafiaram uma das teorias fundamentais da física ao superaquecem o ouro a temperaturas extremas sem que o metal perdesse sua estrutura sólida. Esse feito contradiz a 'Catástrofe da Entropia', teoria que estabelece limites para a estabilidade dos sólidos ao aumentarem a temperatura. Ao usar lasers ultrarrápidos, a equipe conseguiu aquecer camadas finas de ouro a até 19 mil Kelvin, sem que os átomos se reorganizassem em líquido. Os resultados do estudo, publicados na revista Nature, sugerem que modelos científicos sobre a condição da matéria em alta energia devem ser revisados, abrindo novas possibilidades de pesquisa.

Descoberta de fóssil revela mamífero da Era dos Dinossauros na Patagônia

Cientistas da Universidade do Chile descobriram um fóssil de um pequeno mamífero chamado Yeutherium pressor, na Patagônia, que viveu há milhões de anos, durante a Era dos Dinossauros. O fóssil, encontrado no vale do Rio de Las Chinas, é considerado o menor desse período encontrado na América do Sul. Pesando entre 30 e 40 gramas, acredita-se que o animal botava ovos ou tinha filhotes como os marsupiais. A descoberta foi descrita em um estudo publicado na revista Proceedings of The Royal Society B, realçando a importância de tal achado na paleontologia sul-americana.