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Descoberta incrível: vaca marinha foi atacada por tubarão e crocodiliano

Um fóssil recém-descoberto na Venezuela revela que uma vaca marinha, pertencente à espécie Culebratherium sp, sofreu ataques de dois predadores diferentes: um tubarão tigre e um crocodiliano. A pesquisa paleontológica revela marcas no crânio e nas vértebras do animal, indicando que o crocodiliano foi responsável pela morte, enquanto o tubarão se alimentou da carcaça. Este estudo é importante para entender a cadeia alimentar do mioceno médio, quando esses animais viveram. Os pesquisadores destacaram a relevância do local para encontrar fósseis bem preservados e elucidar a dinâmica alimentar do passado marinho.

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Dinossauro mancando? Pegadas fossilizadas revelam comportamento impressionante

Cientistas descobriram pegadas fossilizadas de um dinossauro saurópode no Colorado, formando uma trilha inusitada há 150 milhões de anos. O estudo revelado na revista Geomatics destaca uma curvatura fechada de 95,5 metros de extensão, levantando a hipótese de que o dinossauro caminhava mancando. Análises detalhadas do padrão de passo indicaram uma diferença de até 10 centímetros entre os lados, o que sugere um possível problema de locomoção. Estrategicamente, drones foram utilizados para capturar imagens, permitindo a criação de um modelo 3D que proporciona como resultado, insights sobre o comportamento do animal na época.

Descoberta surpreendente de pegadas fossilizadas de dinossauros na Bolívia

Paleontólogos descobriram 16,6 mil pegadas fossilizadas de dinossauros em Carreras Pampa, Bolívia, um marco na paleontologia. Essas marcas, preservadas desde o final do Cretáceo Superior, são exclusivas de dinossauros terópodes, os grandes predadores pré-históricos. O sítio abrange mais de 7.400 m² e apresenta uma extensa variedade de pegadas. As trilhas revelam comportamentos raros, como arrasto de cauda, natação e locomoção em lama macia. Curiosamente, não foram encontrados vestígios de herbívoros, levantando hipóteses intrigantes sobre o ecossistema. Este achado é um importante avanço no entendimento da vida dos dinossauros no fim da era Mesozoica.

Descoberta surpreendente: tubarão gigante de 115 milhões de anos muda a história da evolução

Uma descoberta da paleontologia na Austrália revela vértebras de um tubarão lamniforme que viveu há 115 milhões de anos, alterando a linha do tempo evolutiva dos tubarões. Esse espécime poderia atingir até oito metros de comprimento e pertencia a uma linhagem antiga, com os fósseis de tubarões modernos conhecidos datando de aproximadamente 135 milhões de anos. As vértebras encontradas em Darwin foram identificadas como pertencentes a um cardabiodontídeo, um predador marinho colossal. Essa descoberta também indica que os tubarões gigantes já existiam antes do que se pensava anteriormente, mostrando um notável crescimento evolutivo.

Cientistas desvendam mistério de fóssil famoso: não é um T. rex!

Um fóssil encontrado em 2006 na Formação Hell Creek, Montana, que parecia retratar um confronto entre um Tyrannosaurus rex e um Triceratops, foi reavaliado por cientistas da Universidade Estadual da Carolina do Norte. A pesquisa publicada na revista Nature desvendou que o dinossauro, antes classificado como um T. rex juvenil, é na verdade um adulto da espécie Nanotyrannus, recentemente nomeada N. lethaeus. A equipe, ao estudar diversos aspectos anatômicos, concluiu que a confusão entre as espécies não é nova e exigirá novas investigações, trazendo novos entendimentos sobre esses antigos animais predadores.

Descoberta surpreendente: Nanotyrannus é uma nova espécie de dinossauro

Uma nova pesquisa revelou que o dinossauro Nanotyrannus, embora pareça um Tyrannosaurus rex menor, é uma espécie distinta. Com base em análises de fósseis coletados em Montana, os pesquisadores mostraram que o Nanotyrannus tinha características anatômicas únicas, como ossos maduros e um número maior de dentes. Ao contrário do T. rex, este dinossauro pequeno, que pesava cerca de 700 quilos, possuía adaptações para velocidade e agilidade. Os cientistas afirmam que a diferença entre os dois predadores aponta para uma rica diversidade de dinossauros antes da extinção em massa que ocorreu há 66 milhões de anos.

Dinossauros: uma nova luz sobre sua extinção inesperada

Uma nova pesquisa revela que os dinossauros estavam prosperando até sua extinção há 66 milhões de anos, desafiando a ideia de que estavam em declínio. Análises de fósseis no Novo México mostram uma rica diversidade de espécies, como tiranossauros e tricerátopos, indicando um ecossistema vibrante. A pesquisa, publicada na revista Science, sugere que o impacto do asteroide não foi o término de um processo de extinção, mas um evento súbito que interrompeu a prosperidade. Especialistas afirmam que, sem esse impacto, os dinossauros poderiam ter sobrevivido e continuado a se diversificar por mais tempo.

Descoberta incrível de fósseis de dinossauros revela segredos da mumificação

Cientistas descobriram dois fósseis raros de Edmontosaurus no Wyoming, datados de mais de 66 milhões de anos. Esses fósseis, com pele, espinhos e cascos preservados, fornecem detalhes inéditos sobre a espécie e seu processo de mumificação. A pesquisa destaca que enchentes sazonais e micróbios criaram biofilmes sobre as peles, resultando em moldes detalhados. Essa descoberta oferece novas perspectivas para a paleontologia, permitindo uma compreensão mais profunda das condições que levaram à preservação desses dinossauros. O estudo, publicado na revista Science, propõe métodos de mumificação desconhecidos até então.