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Antártida pode perder cobertura de gelo até 2300, alerta estudo alarmante

Um estudo científico alarmante revela que a Antártida poderá perder quase toda sua cobertura de gelo até o ano 2300, aumentando o nível do mar em até 17 metros em 2200. Realizada por mais de 50 cientistas de renome, a pesquisa, publicada na Earth’s Future, utiliza dados de 16 modelos climáticos para prever que, apesar de manter as emissões de CO2 constantes, o derretimento das geleiras acelerará pós-2100. Isso ressalta a urgência em reduzir emissões de gases para proteger as futuras gerações, já que o colapso poderá ocorrer em várias regiões antes de 2200.

Antártida se torna 10 vezes mais verde em menos de 40 anos

Pesquisadores da Universidade de Exeter revelaram que a Antártida passou por um processo significativo de transformação ecológica, ficando 10 vezes mais verde em apenas 35 anos. O estudo, publicado na revista Nature Geoscience, revelou que a área coberta por vegetação aumentou de 0,863 km² em 1986 para 11,947 km² em 2021, coincidentemente com a redução do gelo marinho. A pesquisa, baseada em imagens dos satélites Landsats e processadas via Google Earth Engine, destaca que esta vegetação é principalmente composta por musgos e líquens, que podem mudar o ecossistema da região nos anos seguintes.

Antártida apresenta 'verdejamento' alarmante: entenda o problema

Pesquisadores revelaram que a Antártida está passando por um acelerado processo de 'verdejamento', com um aumento significativo na cobertura vegetal. Através de dados obtidos por satélites da NASA, constatou-se que de 1986 a 2021 a área vegetativa cresceu de 0,863 km² para 11,947 km², impulsionada pelo aquecimento global na região. As temperaturas na Península Antártica subiram a uma taxa alarmante de 0,34°C por década desde os anos 50. Essa mudança, embora pareça positiva, pode ter consequências devastadoras para o ecossistema local e exige atenção e ações imediatas para mitigar seus efeitos.

Expedição brasileira dará a volta na Antártida em busca de respostas climáticas

Um grupo de 61 cientistas de sete países, liderado pelo brasileiro Jefferson Cardia Simões, embarcará em uma expedição de circunavegação na Antártida que durará 60 dias. Com o uso do navio quebra-gelos Akademik Tryoshnikov, a equipe percorrerá mais de 20 mil km, realizando medições e coletando dados sobre o gelo da Antártida e os impactos das mudanças climáticas. O projeto visa responder perguntas sobre a estabilidade do manto de gelo, as mudanças no Oceano Austral e a contaminação por microplásticos derivada de queimadas, unindo a ciência e a diplomacia entre os países participantes.

Mistério da porta na Antártica é explicado por especialistas

Uma intrigante 'porta' avistada na Antártica Oriental pelo Google Maps desde março gerou inúmeras teorias curiosas nas redes sociais. Originalmente localizada por um usuário no Reddit, especulações variaram desde a suposta casa do Pé Grande até uma nave espacial abandonada. Especialistas, no entanto, desmistificaram o fenômeno, explicando que a formação é um iceberg encalhado, resultado do derretimento do gelo marinho na região. Análises científicas mostraram que a aparência peculiar é devido à erosão de uma rocha exposta, confirmando que o padrão observado não é incomum no contexto glaciológico da Antártica.

Antártida se torna verde: um sinal preocupante das mudanças climáticas

Um estudo revela que a Antártida está se tornando mais verde em decorrência das mudanças climáticas, com a vegetação aumentando mais de dez vezes nos últimos quarenta anos. A pesquisa, conduzida por universidades britânicas, destaca que a área coberta por vegetação na Península Antártica cresceu para quase 13 km² em 2021, comparada a apenas 1 km² em 1986. As ondas de calor extremos e o recuo das geleiras estão acelerando essa mudança. Os cientistas alertam que a expansão da vegatação pode atrair espécies invasoras, ameaçando a fauna nativa do continente. Mais estudos serão realizados para entender essa rápida adaptação.

Antártida pode ficar sem gelo novamente, alerta estudo ambiental

Um novo estudo revela que a Antártida, atualmente afetada pelo aquecimento global, pode ficar sem gelo novamente nas próximas décadas, possivelmente até 2100. A região não era completamente gelada há mais de 30 milhões de anos, quando era coberta por tundras e florestas de coníferas. O paleoclimatologista Eric Wolff destaca que as altas temperaturas e mudanças nos níveis de dióxido de carbono provocaram esse congelamento. A separação dos continentes, incluindo a abertura da Passagem de Drake, também contribuiu para este fenômeno, tornando a Antártida mais fria e isolada de massas de ar quente.

Geleira do Juízo Final está derretendo mais rápido do que o esperado

Um estudo recente revela que a Geleira Thwaites, na Antártida, conhecida como 'Geleira do Juízo Final', está derretendo mais rapidamente do que se pensava. Os pesquisadores, usando robôs subaquáticos e monitoramento por satélite, destacam uma previsão alarmante: seu colapso pode elevar os níveis do mar em até 3,3 metros. A geleira é responsável por 8% do aumento do nível do mar, e seu recuo, que acelera há 80 anos, gera preocupações sobre a inundação de áreas costeiras pelo mundo. As descobertas indicam um futuro sombrio, a menos que ações climáticas sejam implementadas imediatamente.