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Tudo sobre Vegetação

Incêndios em Los Angeles: Entenda a rápida propagação das chamas

Recentes incêndios em Los Angeles, causados por diversos fatores climáticos, resultaram em prejuízos estimados entre US$ 52 a US$ 57 bilhões. A rápida propagação das chamas se deu em parte devido a um aumento significativo da vegetação após chuvas intensas, o que gerou um alto acúmulo de material combustível. Ventos fortes, conhecidos como ventos de Santa Ana, também contribuíram para a velocidade do fogo, arrastando brasas e ampliando o alcance dos incêndios. A topografia montanhosa da região dificultou tanto o combate ao fogo quanto a evacuação de moradores das áreas afetadas, resultando em devastação generalizada.

Antártida se torna 10 vezes mais verde em menos de 40 anos

Pesquisadores da Universidade de Exeter revelaram que a Antártida passou por um processo significativo de transformação ecológica, ficando 10 vezes mais verde em apenas 35 anos. O estudo, publicado na revista Nature Geoscience, revelou que a área coberta por vegetação aumentou de 0,863 km² em 1986 para 11,947 km² em 2021, coincidentemente com a redução do gelo marinho. A pesquisa, baseada em imagens dos satélites Landsats e processadas via Google Earth Engine, destaca que esta vegetação é principalmente composta por musgos e líquens, que podem mudar o ecossistema da região nos anos seguintes.

Antártida apresenta 'verdejamento' alarmante: entenda o problema

Pesquisadores revelaram que a Antártida está passando por um acelerado processo de 'verdejamento', com um aumento significativo na cobertura vegetal. Através de dados obtidos por satélites da NASA, constatou-se que de 1986 a 2021 a área vegetativa cresceu de 0,863 km² para 11,947 km², impulsionada pelo aquecimento global na região. As temperaturas na Península Antártica subiram a uma taxa alarmante de 0,34°C por década desde os anos 50. Essa mudança, embora pareça positiva, pode ter consequências devastadoras para o ecossistema local e exige atenção e ações imediatas para mitigar seus efeitos.

Antártida se torna verde: um sinal preocupante das mudanças climáticas

Um estudo revela que a Antártida está se tornando mais verde em decorrência das mudanças climáticas, com a vegetação aumentando mais de dez vezes nos últimos quarenta anos. A pesquisa, conduzida por universidades britânicas, destaca que a área coberta por vegetação na Península Antártica cresceu para quase 13 km² em 2021, comparada a apenas 1 km² em 1986. As ondas de calor extremos e o recuo das geleiras estão acelerando essa mudança. Os cientistas alertam que a expansão da vegatação pode atrair espécies invasoras, ameaçando a fauna nativa do continente. Mais estudos serão realizados para entender essa rápida adaptação.

Antártica está se tornando verde em ritmo acelerado, alertam cientistas

Cientistas alertam que a Antártica enfrenta um aumento acelerado na cobertura vegetal, com a área de vegetação passando de menos de um quilômetro quadrado em 1986 para quase 12 quilômetros quadrados em 2021. O processo de 'verdejamento' é evidente na Península Antártica, que está aquecendo mais rapidamente que a média global. Estudo conduzido por universidades revela que eventos de calor extremo estão se tornando mais frequentes, resultando na redução acentuada do gelo marinho. Com isso, os pesquisadores enfatizam a necessidade urgente de compreender as mudanças climáticas e os riscos de espécies invasoras na região.

A vegetação avança na Antártida, mas cientistas alertam para os riscos

Pesquisadores elaboraram o primeiro mapa continental de vegetação da Antártida, identificando quase 45 quilômetros quadrados de áreas verdes devido ao aquecimento global. Este crescimento vem ocorrendo principalmente na península e nas ilhas vizinhas, representando apenas 0,12% da superfície livre de gelo da região. Apesar da aparente boa notícia, a equipe da Universidade de Edimburgo expressa preocupação, já que o aumento de vegetação pode desequilibrar o ecossistema local. Algumas plantas nativas estão se tornando mais comuns, enquanto mais de 100 espécies invasoras estão se espalhando rapidamente, potencialmente afetando o ambiente antártico.

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