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Tudo sobre Sonda

Sonda Parker da Nasa atinge recorde ao se aproximar do Sol

A sonda Parker da NASA alcançou a distância mais próxima do Sol já registrada por um instrumento de estudo, a 6,1 milhões de km da superfície solar, em 24 de dezembro. A NASA confirmou que a missão foi bem-sucedida e que a sonda está operando normalmente, mesmo após suportar temperaturas extremas de até 982 graus Celsius. Equipado com um escudo de carbono de 11,5 cm de espessura, o aparelho visa captar informações sobre a coroa solar e os ventos solares, ajudando cientistas a entender melhor os fenômenos solares que afetam a Terra.

Parker Solar da NASA faz histórico sobrevoo pelo Sol

A sonda Parker Solar, da NASA, fez um sobrevoo histórico ao se aproximar a apenas 6,1 milhões de quilômetros da superfície do Sol. A espaçonave quebrou seu próprio recorde de velocidade, viajando a 690 mil km/h no dia 24 de dezembro. Entretanto, a comunicação com o Centro de Controle foi interrompida, deixando os cientistas ansiosos por informações sobre seu estado e sucesso na missão, que devem ser recebidas em 27 de dezembro. Análises e imagens coletadas durante a aproximação serão disponibilizadas em janeiro, proporcionando novas informações sobre o comportamento solar.

Parker Solar Probe fará aproximação histórica do Sol em dezembro de 2024

A sonda Parker Solar Probe da NASA alcançará um marco histórico ao se aproximar do Sol em 26 de dezembro de 2024, quando estará a cerca de 6 milhões de quilômetros da superfície solar, um recorde para espaçonaves. Lançada em 2018, a Parker já atravessou a coroa solar, coletando dados valiosos sobre a atmosfera do Sol. Durante essa aproximação, a espaçonave atingirá impressionantes 690.000 km/h, utilizando um escudo térmico que suporta altas temperaturas. Apesar de perder comunicação durante o evento, a missão visa entender fenômenos solares que afetam diretamente a Terra, incluindo o clima espacial e suas consequências.

Mistérios de Urano desvendados pela Voyager 2: novas descobertas científicas impressionantes

Uma nova análise dos dados da sonda Voyager 2, coletados em 1986, desvendou mistérios sobre Urano, especialmente sobre suas partículas energizadas. Durante a passagem da sonda, observou-se um fenômeno que contradizia o entendimento dos campos magnéticos do planeta. A pesquisa revelou que Urano havia enfrentado um raro clima espacial antes do sobrevoo, que comprimira sua magnetosfera. Isso explica comportamentos inesperados, como a presença intensa de cinturões de radiação de elétrons. As descobertas sugerem que as luas de Urano podem ser geologicamente ativas, abrindo novas possibilidades para futuras investigações da NASA sobre o sistema uraniano.

Desvendando os mistérios do lado oculto da Lua: primeiras amostras são trazidas à Terra

A sonda chinesa Chang'e 6 pousou com sucesso no lado oculto da Lua e retornou à Terra com cerca de 2 kg de amostras lunares. As amostras estão sendo preparadas para análise por pesquisadores chineses e serão disponibilizadas para cientistas internacionais em dois anos. Além das amostras, a missão também trouxe um detector de íons negativos à Agência Espacial Europeia. As amostras coletadas devem ajudar a desvendar mistérios sobre o lado mais distante da Lua, que apesar de receber a mesma quantidade de luz solar, apresenta diferenças significativas em relação ao lado visível.

China faz história ao coletar amostras do lado oculto da Lua com sonda Chang'e-6

A sonda chinesa Chang'e-6 pousou com sucesso na Terra trazendo amostras do lado oculto da Lua, tornando a China o primeiro país a conseguir coletar amostras deste lado lunar. A missão inédita durou 53 dias, utilizando um módulo com braço robótico e perfurador. Com o pouso ocorrido no norte da China, a sonda coletou amostras da Lua, incluindo do lado oculto, que possui um grande potencial de pesquisa devido à ausência de cobertura por antigos fluxos de lava, fornecendo pistas sobre a formação da Lua.

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