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Tudo sobre Narcotráfico

CIA executa primeiro ataque terrestre na Venezuela, revela Trump

Um ataque terrestre supostamente realizado pela CIA na Venezuela, focado em operações de narcotráfico, foi confirmado pelo presidente americano Donald Trump. Embora os detalhes da operação não tenham sido oficialmente divulgados, fontes da imprensa como CNN e The New York Times relataram o envolvimento da agência. Trump mencionou a destruição de uma área de embarque de drogas ao longo da costa, sem especificar a localização. O governo da Venezuela não comentou o incidente, enquanto mais de 100 pessoas morreram nos ataques a embarcações de traficantes desde setembro, levantando questões sobre a legalidade das ações militares.

Trump anuncia primeiro ataque terrestre dos EUA na Venezuela contra narcotráfico

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que, na semana passada, forças americanas realizaram um ataque terrestre na Venezuela, destruindo uma área de carregamento de barcos suspeitos de tráfico de drogas. Trump mencionou que houve uma grande explosão no local, e todas as embarcações foram atingidas, mas não revelou se a operação foi militar ou da CIA. O ataque marca um aumento na pressão americana sobre o regime de Nicolás Maduro e faz parte de uma campanha mais ampla contra o narcotráfico na América Latina, embora as autoridades venezuelanas ainda não tenham comentado sobre o evento.

Pressão dos EUA sobre a Venezuela: entenda os motivos por trás da ação de Trump

Os Estados Unidos, sob a liderança do presidente Donald Trump, intensificaram a pressão militar contra a Venezuela, governada por Nicolás Maduro. Recentemente, foi anunciado um bloqueio a todos os navios sancionados entrando e saindo do país. A administração Trump afirma que essa ação visa combater o narcotráfico, já que Maduro estaria envolvido no fornecimento de drogas ilegais. Além disso, a influência da Venezuela na geopolítica da América Latina e as reservas de petróleo do país são fatores chave. A estratégia de Trump busca reafirmar a posição dos EUA na região e limitar a influência de adversários como China e Rússia.

Trump planeja ações terrestres na Venezuela aumentando tensões

Donald Trump anunciou que os EUA iniciarão, em breve, operações terrestres contra traficantes de drogas na Venezuela, provocando um aumento nas tensões com Caracas. Durante uma videoconferência de Ação de Graças, Trump afirmou que os esforços antidrogas picaram 85% do tráfico marítimo e que o combate terrestre será mais fácil. Venezuela, sob a liderança de Nicolás Maduro, denunciou essa operação como parte de uma estratégia para desestabilizar seu governo, alegando que os EUA buscam controlar suas reservas de petróleo. As ações americanas precedem um possível diálogo entre Trump e Maduro, mas causam controvérsias.

Estados Unidos ataca embarcação no Pacífico e causa mortes

Os militares dos Estados Unidos realizaram um ataque a uma embarcação no Pacífico, supostamente envolvida com o tráfico de drogas, resultando na morte de três indivíduos no dia 15 de novembro. Este ataque, sob a direção do secretário de Defesa Pete Hegseth, é o 21º desde o início da mobilização militar em setembro. O Comando Sul dos EUA afirmou que o navio estava sendo utilizado por uma Organização Terrorista Designada e que o ataque é parte de uma campanha para interromper o fluxo de narcóticos para os Estados Unidos, totalizando 83 mortos até o momento.

Trump inicia guerra contra o narcotráfico na América Latina

O governo Trump iniciou a Operação Southern Spear, uma ofensiva militar para combater o narcotráfico na América Latina. O secretário da Defesa, Pete Hegseth, destacou que essa operação visa defender os Estados Unidos, eliminar os narcoterroristas e proteger a população da crise das drogas. Embora não tenha especificado os detalhes das operações, Hegseth informou que os militares americanos, incluindo o porta-aviões USS Gerald R. Ford, estão mobilizados na região. Aumento da presença militar dos EUA tem como objetivo pressionar o regime de Nicolás Maduro, que enfrenta crescente oposição interna e externa.

USS Gerald Ford se destaca em operação militar contra narcotráfico no Caribe

Os Estados Unidos divulgaram imagens do USS Gerald Ford, o maior porta-aviões do mundo, em operação no Mar do Caribe, reforçando a luta contra o narcotráfico na região. A embarcação, que chegou ao Caribe no dia 11, se junta a uma frota de oito navios de guerra, um submarino nuclear e aeronaves F-35. Desde setembro, os EUA já realizaram 19 ataques em barcos suspeitos de tráfico, resultando em 76 mortos. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, lançou a operação 'Lança do Sul', visando combater os 'narcoterroristas' no Hemisfério Ocidental e proteger a população americana.

Operação Lança do Sul: Trump intensifica combate ao narcotráfico na América Latina

O governo dos Estados Unidos anunciou a operação 'Lança do Sul', direcionada ao combate ao narcotráfico na América Latina. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, esclareceu que a missão foi ordenada pelo presidente Donald Trump e tem como objetivo remover narcoterroristas do hemisfério, destacando a preocupação com a segurança da região. O Comando Sul dos EUA está realizando essa operação em 31 países da América do Sul, Central e Caribe, utilizando tecnologia avançada, como embarcações robóticas e aeronaves, para fortalecer o combate ao tráfico de drogas e garantir a proteção da pátria.

Trump afirma que dias de Maduro estão contados, mas descarta guerra

Durante uma entrevista ao canal CBS, Donald Trump afirmou que os dias de Nicolás Maduro como presidente da Venezuela estão contados, embora tenha minimizado a possibilidade de uma guerra iminente entre os Estados Unidos e o país sul-americano. Ele se referiu aos objetivos da ação militar em curso no Caribe, onde os EUA têm realizado ataques a embarcações ligadas ao tráfico de drogas, resultando em dezenas de mortes. Maduro, acusado pelo governo americano de narcotráfico, argumenta que os EUA usam essa acusação para justificar uma mudança de regime e tomar controle do petróleo venezuelano.

EUA executam ataque letal no Caribe contra narcotráfico

No dia 1º de novembro de 2025, os Estados Unidos realizaram um ataque aéreo contra uma embarcação no Caribe, resultando em três mortes. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que a ação teve como objetivo combater o narcotráfico internacional, alegando que a embarcação transportava drogas conhecidas. O ataque, que ocorreu em águas internacionais, é parte de uma campanha mais ampla ordenada pelo presidente Donald Trump, que já destruiu 16 embarcações suspeitas em operações desde setembro, cumulando 61 mortes. Segundo Hegseth, essas ações visam proteger os cidadãos americanos da droga inchada proveniente da América do Sul.

Major da PM do Rio se envolve com traficante para recuperar carro roubado

Uma recente investigação revelou que o major da PM do Rio de Janeiro, Ulisses Estevam Barros, solicitou ajuda a Washington César Braga da Silva, membro do Comando Vermelho, para recuperar um carro roubado. Essa troca de mensagens faz parte do inquérito da delegacia que resultou em uma grande operação nas favelas da Penha e do Alemão, que culminou em 121 mortes. Em resposta à solicitação do major, o traficante localizou o veículo e o devolveu três dias após o roubo. A polícia está investigando a relação entre os dois na sequência dos acontecimentos.

Gustavo Petro e família entram na lista negra dos EUA por narcotráfico

O governo dos EUA incluiu o presidente colombiano Gustavo Petro e sua família em uma 'lista negra', alegando conexões com o narcotráfico. A decisão seguiu tensões entre Petro e Donald Trump, que chamou Petro de 'líder do narcotráfico', uma acusação veementemente negada pelo colombiano. A medida, que pode envolver sanções severas, reflete a preocupação dos EUA com o aumento da produção de cocaína na Colômbia. O secretário do Tesouro americano destacou que isso representa uma ameaça à segurança nacional. Petro respondeu criticando a decisão e o chamou de uma represália por suas políticas e alianças.

EUA impõem sanções severas ao presidente da Colômbia Gustavo Petro

O governo dos Estados Unidos anunciou sanções contra o presidente colombiano Gustavo Petro, acusando-o de envolvimento com tráfico de drogas. As sanções, divulgadas pelo Departamento do Tesouro, incluem o congelamento de bens de Petro sob jurisdição americana e restrições a transações financeiras. A medida também afeta familiares e colaboradores do presidente, que são considerados facilitadores de suas ações. Scott Bessent, secretário do Tesouro, afirmou que a produção de cocaína na Colômbia aumentou significativamente sob a administração de Petro. As tensões entre os dois países vêm crescendo, refletindo um embate diplomático intenso.

Maduro acusa EUA de criar uma guerra contra a Venezuela

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou os Estados Unidos de estarem 'inventando uma guerra' contra seu país, à medida que o governo americano aumentou sua presença militar no Caribe. Com o envio de navios de guerra, aviões de combate e tropas, Maduro afirmou que o objetivo real é derrubá-lo, apesar das justificativas de combate ao narcotráfico. Desde setembro, operações resultaram na destruição de lanchas de tráfico de drogas. O presidente declarou que a Venezuela é livre da produção de cocaína e criticou as narrativas dos EUA como 'falsas' e 'extravagantes'.

Lula diz que traficantes são vítimas dos usuários de drogas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que os traficantes são, de certa forma, vítimas dos usuários de drogas, durante entrevista em Jacarta, na Indonésia. Lula criticou as intervenções dos EUA em países como a Venezuela, ressaltando a importância do respeito à soberania nacional. Ele argumentou que, ao invés de combater o narcotráfico externamente, seria mais efetivo focar na redução do consumo interno. Após sua declaração, Lula se retratou nas redes sociais, afirmando que suas palavras foram mal colocadas, reafirmando seu posicionamento contra o crime organizado e destacando suas ações na segurança pública.

Tensão nas águas: Bombardeiros americanos e desmentidos em meio a conflitos na Venezuela

Um bombardeiro B-1B americano foi visto sobrevoando o Mar do Caribe, próximo à costa da Venezuela, mas o presidente Donald Trump desmentiu a ocorrência, chamando a informação de 'falsa'. Este voo marca a segunda demonstração de força militar dos EUA em uma semana, em meio a uma ofensiva contra traficantes de drogas, que resultou em nove ataques e 37 mortes. Trump criticou a Colômbia e o México por sua relação com o narcotráfico, e reconheceu a possibilidade de fentanil vindo da Venezuela. A Venezuela se defendeu, afirmando ter mísseis para enfrentar ameaças americanas.

EUA intensificam ataques no Pacífico contra narcotráfico

As forças dos Estados Unidos realizaram, em 22 de outubro de 2025, o nono ataque a embarcações alegadamente ligadas ao narcotráfico no oceano Pacífico, resultando na morte de cinco pessoas. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, confirmou que as ações começaram no mês anterior e sempre foram direcionadas a barcos supostamente utilizados por cartéis de drogas. Até agora, 37 mortes foram registradas desde o início das ofensivas. Hegseth comparou a atuação dos cartéis ao terrorismo da Al-Qaeda, enfatizando uma postura de justiça e o corte de ajuda militar à Colômbia, em meio a trocas de ameaças entre líderes.

EUA intensificam ataques a embarcações narcotraficantes no Pacífico

As forças dos EUA realizaram o nono ataque a embarcações supostamente ligadas ao narcotráfico no Pacífico, resultando na morte de cinco pessoas. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, comparou os cartéis a grupos terroristas como a Al-Qaeda. Este mês, diversas ofensivas contra barcos narcotraficantes ocorreram, totalizando 37 mortes. As ofensivas se concentravam anteriormente no Mar do Caribe. Em um embate verbal, o presidente Donald Trump atacou o presidente colombiano Gustavo Petro, enquanto Trump cortou ajuda militar à Colômbia. Hegseth destacou que os ataques foram feitos em águas internacionais, enfatizando sua determinação em combater o narcotráfico.

Trump planeja ofensiva militar na Venezuela em busca de derrubar Maduro

Donald Trump, presidente dos EUA, está preparando uma ofensiva militar na costa da Venezuela, o que pode resultar na derrubada do governo de Nicolás Maduro. Segundo o Washington Post, Trump autorizou ações da CIA contra o governo venezuelano, alegando combate ao narcotráfico. Embora a justificativa do governo americano seja essa, especialistas criticam e afirmam que a real intenção é eliminar Maduro. Em resposta, Maduro alertou que a Venezuela possui 5.000 mísseis antiaéreos prontos para defender-se de ameaças, classificando as operações americanas como um cerco militar com o objetivo de derrubá-lo.

EUA realizam ataque inédito no Pacífico contra narcotráfico

Os Estados Unidos realizaram um ataque inédito no Oceano Pacífico contra uma lancha do narcotráfico, resultando na morte de dois narcoterroristas a bordo. Este ataque marca a primeira incursão de Washington nesta região, uma ação que se concentra em embarcações desde 2 de setembro. O chefe do Pentágono, Pete Hegseth, explicou que, apesar de não haver feridos entre as forças americanas, este evento se soma a um total de 34 mortos em uma campanha contra o crime organizado, que o governo descreve como um 'conflito armado' contra cartéis considerados terroristas.

Gustavo Petro desafia Trump após acusações de tráfico de drogas

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, respondeu a acusações feitas por Donald Trump, que o chamou de “traficante de drogas” em uma publicação. Trump ameaçou cortar subsídios à Colômbia, alegando que Petro não combate o tráfico. Petro rebateu, afirmando que a Colômbia sempre respeitou os EUA e que Trump é ignorante. Ele sugeriu que o ex-presidente americano lesse 'Cem Anos de Solidão' para aprender sobre a solidão. Enquanto isso, a tensão entre os dois países aumenta, principalmente após críticas de Petro a operações militares dos EUA na região do Caribe e a ameaças de Trump de ações unilaterais.

Tensão entre EUA e Colômbia: Trump chama Petro de traficante

O presidente dos EUA, Donald Trump, suspendeu subsídios à Colômbia e chamando seu presidente, Gustavo Petro, de 'traficante de drogas ilegais'. Trump ameaçou fechar 'campos de extermínio' se Petro não parar a produção de drogas em seu país. Em resposta, Petro disse que Trump estava sendo enganado por seus conselheiros e criticou as operações militares americanas que violaram a soberania colombiana, mencionando um incidente em que um pescador colombiano foi morto por um ataque naval. A relação entre os países está se deteriorando devido a visões políticas opostas e atos provocativos de ambos os lados.

Trump anuncia destruição de submarino transportando drogas

O presidente Donald Trump anunciou que as Forças Armadas dos EUA destruíram um submarino que transportava drogas no Caribe. A destruição ocorreu em 18 de outubro, durante uma operação contra o narcotráfico. Trump afirmou que o submarino estava carregado principalmente de fentanil e outras substâncias ilegais e tinha quatro narcoterroristas a bordo. Durante a operação, dois dos narcoterroristas foram mortos. Os sobreviventes, que pertencem ao Equador e à Colômbia, serão extraditados para enfrentar a justiça em seus países. Trump celebrou a ação como uma significativa vitória na guerra contra as drogas.

EUA intensifica combate a narcoterroristas da Venezuela

Na última coletiva na Casa Branca, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, declarou que as atuais operações no Caribe visam combater o narcotráfico venezuelano, considerando os envolvidos como 'narcoterroristas'. O presidente Trump corroborou, observando um ataque a um submarino destinado ao transporte de drogas. O governo dos EUA intensifica esforços contra o tráfico, que está vinculado à ditadura de Nicolás Maduro, e considera até o envio de tropas terrestres para combater o problema. A opositora María Corina Machado confirmou que os lucros do tráfico sustentam o regime chavista, evidenciando uma jornada de tensão e confronto diplomático.

Tensão entre EUA e Venezuela: Trump anuncia ataque ao submarino de Maduro

Donald Trump anunciou um ataque a um submarino venezuelano, afirmando que Nicolás Maduro ofereceu 'tudo' para evitar um conflito. Os Estados Unidos intensificaram sua presença militar no Caribe, com mais navios de guerra e ataques a embarcações ligadas ao narcotráfico, resultando em 27 mortes. Maduro, que rejeitou negociações sobre sua saída, afirmou que o governo americano busca uma mudança de regime para assumir as reservas de petróleo da Venezuela. Recentemente, Maduro também promoveu exercícios militares em áreas fronteiriças com a Colômbia, respondendo às ameaças de Washington sobre intervenções diretas na região.

Trump intensifica operações militares na Venezuela contra narcotráfico

Em uma declaração impactante, Donald Trump anunciou nesta quarta-feira (15.out.2025) a autorização de operações militares em terra na Venezuela, ressaltando que a medida visa combater o narcotráfico internacional. Essa decisão ocorre após uma sequência de ataques a navios venezuelanos no Caribe e em meio a uma reportagem do New York Times que revelou a autorização da CIA para derrubar Nicolás Maduro. Trump afirmou que a ofensiva será abrangente, incluindo bombardeios aéreos, e revelou que os EUA já realizaram cinco ataques em nome do combate ao tráfico. A tensão na região está crescente.

Candidato de Milei renuncia após crise com acusações de narcotráfico

José Luis Espert, principal candidato a deputado pela província de Buenos Aires, anunciou sua renúncia após um escândalo envolvendo um pagamento de US$ 200 mil de um suspeito de tráfico de drogas. A decisão, comunicada em suas redes sociais, foi aceita pelo presidente Javier Milei, que enfrentava uma crise dentro de seu partido. Recentemente, Espert admitiu ter recebido dinheiro de uma empresa ligada ao narcotráfico, causando estragos em sua campanha a 20 dias das eleições. Milei defendeu o candidato, afirmando que as acusações eram parte de um ataque da oposição visando prejudicar seu partido nas urnas.

EUA desferem ataque a narcoterroristas próximo à Venezuela

Os Estados Unidos realizaram uma operação militar no Caribe, próxima à Venezuela, visando um barco suspeito de transportar drogas, resultando na morte de quatro narcoterroristas. O secretário da Guerra, Pete Hegseth, confirmou a operação, que ocorreu sob comando do presidente Donald Trump, garantindo que nenhum soldado norte-americano foi ferido. De acordo com Hegseth, a inteligência militar confirmou que a embarcação estava associada a narcoterroristas, transportando uma quantidade significativa de entorpecentes em águas internacionais. Trump mencionou que a carga teria drogas suficientes para matar entre 25 a 50 mil pessoas, evidenciando a gravidade da situação.

EUA intensificam combate ao narcotráfico com ataque a navio no Caribe

Na manhã de sexta-feira, forças dos Estados Unidos realizaram um ataque aéreo no Caribe, visando um navio supostamente envolvido no narcotráfico. O bombardeio resultou na morte de quatro tripulantes, identificados como narco-terroristas. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que a ação foi aprovada pelo presidente Trump, visando combater o tráfico de drogas associado a organizações terroristas. Este ataque representa a quarta operação militar norte-americana contra embarcações suspeitas desde setembro. Com isso, a tensão entre os EUA e a Venezuela aumenta, especialmente após a declaração do ditador Nicolás Maduro sobre a possibilidade de estado de emergência.

Trump intensifica combate ao narcotráfico com nova ofensiva no Caribe

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou uma nova ofensiva militar contra o narcotráfico no Caribe, resultando na destruição de uma embarcação ligada a uma organização terrorista e na morte de três suspeitos. A operação, autorizada pelo secretário de Guerra, foi desencadeada após informações de inteligência sobre transporte de drogas. Desde agosto, os EUA intensificaram sua presença na região, com duas embarcações já destruídas e um total de 17 mortos. Enquanto isso, a Venezuela reagiu, realizando exercícios militares, acusando os EUA de estabelecer uma 'ameaça' em sua soberania, negando qualquer intenção de mudança de regime.

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