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Tudo sobre INSS

Lobista diz que investigação sobre corrupção é uma oportunidade de se defender

Roberta Luchsinger, empresária e lobista, comentou positivamente sobre a investigação da Polícia Federal que a envolve em um esquema de corrupção relacionado ao INSS. Após a busca e apreensão no dia 18 de dezembro de 2025, Roberta expressou sua disposição em provar sua inocência e esclarecer que não está associada às irregularidades investigadas. Ela enfatizou que a operação é uma oportunidade para demonstrar que não tem qualquer ligação com o esquema de corrupção. A investigação menciona pagamentos feitos por um dos principais envolvidos, além de citar Fábio Luís, filho do presidente Lula.

STF ordena prisão de 16 envolvidos em fraude milionária no INSS

O ministro André Mendonça, do STF, determinou a prisão de 16 pessoas investigadas por fraudes no INSS, no âmbito da 'Operação Sem Desconto'. Essa operação visa apurar a suposta realização de descontos indevidos em aposentadorias e pensões, com o envolvimento de uma organização criminosa que já teria prejudicado centenas de milhares de vítimas. Além das prisões, houve a imposição de monitoramento eletrônico para outras oito pessoas. O senador Weverton Rocha teve a prisão preventiva negada, mas outras medidas cautelares foram aplicadas a diversos investigados, incluindo a prisão domiciliar de um secretário-executivo.

Weverton Rocha é alvo da PF em operação contra fraudes no INSS

Senador Weverton Rocha (PDT-MA) é alvo da operação Sem Desconto, desencadeada pela Polícia Federal nesta quinta-feira. A investigação visa fraudes relacionadas a aposentadorias e pensionistas do INSS, com a execução de 52 mandados de busca e apreensão e 16 de prisão preventiva. Rocha, que ocupa o cargo de vice-líder do governo Luiz Inácio Lula da Silva, se disse surpreso com a ação e se disponibilizou para esclarecimentos após obter acesso ao processo judicial. A operação já se desdobrou em nove fases, buscando apurar crimes de estelionato previdenciário e organização criminosa.

CPMI do INSS rejeita convocação de Lulinha em meio a acusações de fraudes

A CPMI que investiga fraudes no INSS rejeitou a convocação de Lulinha, filho de Lula, para depor sobre uma suposta conexão com as irregularidades. O pedido, feito pelo partido Novo, se baseou em indícios financeiros e um depoimento de uma testemunha que afirma que Lulinha recebeu uma mesada do empresário Antônio Carlos, apontado como operador do esquema. Apesar da mobilização pela convocação, a base governista conseguiu derrubar a proposta por 19 votos contra 12. O ex-ministro Paulo Pimenta defendeu a ausência de provas e alegou que o requerimento era desnecessário e infundado.

Filho de Lula pode ser convocado para CPMI do INSS

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS deve votar nesta quinta-feira, 4, a convocação de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O pedido, feito pelo Partido Novo, alega que existem indícios financeiros que ligam Lulinha a um esquema de fraudes no INSS, conhecido como 'Farra do INSS'. A CPMI foi instalada em agosto para investigar esses fraudes. Viana, presidente da CPMI, destacou a importância da transparência e que todos os requerimentos serão votados individualmente durante a sessão.

CPMI do INSS prende ex-coordenador por omissão de informações

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, decretou a prisão de Jucimar Fonseca da Silva, ex-coordenador de pagamentos do órgão, durante uma sessão na manhã de terça-feira. Jucimar, que teve seus depoimentos adiados por atestados médicos, foi encontrado pela Polícia Legislativa e levado para prestar esclarecimentos. Ele foi acusado de omitir informações importantes e sua prisão foi determinada devido a essa recusa em colaborar. O ex-coordenador, que foi afastado em abril, negou irregularidades e alegou que não tinha poder decisório, apenas atuava sob a supervisão de diretores.

STF derruba revisão da vida toda e libera processos do INSS

O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a tese da 'revisão da vida toda' do INSS, que permitia a aposentados escolherem regras mais vantajosas para o cálculo de seus benefícios. Essa decisão deverá liberar cerca de 140 mil processos que estavam suspensos no Judiciário, impactando significativamente as finanças públicas com a estimativa de economia de R$ 480 bilhões para a União. O julgamento foi definido com oito votos a favor da revogação, enquanto apenas três ministros votaram contra. A mudança pode afetar aposentados que haviam recebido valores a mais com decisões anteriores favoráveis.

STF derruba revisão da vida toda do INSS e gera novas preocupações

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por 8 votos a 3, derrubar a revisão da vida toda do INSS, aceitando recurso do órgão previdenciário. Essa revisão permite que aposentados incluam contribuições feitas em outras moedas antes do Plano Real no cálculo das aposentadorias. Apesar da decisão desfavorável, os segurados que já receberam valores não precisarão devolvê-los, mas seus benefícios poderão ser reduzidos. Este julgamento é uma continuação de uma saga jurídica que começou com a aprovação inicial da revisão em dezembro de 2022, mas foi revertida em novos julgamentos posteriores.

Chocante: Advogado descobre prisão do pai durante sessão da CPMI do INSS

Na última quinta-feira, durante a CPMI do INSS, o advogado Eric Douglas Martins Fidelis recebeu a chocante notícia sobre a prisão de seu pai, André Fidelis, suspeito de envolvimento em irregularidades. O advogado foi informado pelo deputado relator Alfredo Gaspar, que explicou que a prisão estava relacionada ao trabalho de Eric no INSS. André, que não compareceu a convites anteriores da CPMI, havia apresentado atestado médico. O deputado lamentou a situação, ressaltando que não era justo que um pai fosse preso devido às ações de seu filho. A situação deixou Eric visivelmente abalado.

Ex-ministro de Bolsonaro é acusado de receber propina da Conafer

A Polícia Federal acusou José Carlos Oliveira, ex-ministro do Trabalho e Previdência durante o governo Bolsonaro, de receber valores indevidos da Conafer, entidade supostamente envolvida em fraudes relacionadas ao INSS. Oliveira, que usou tornozeleira eletrônica, não foi preso e está sendo monitorado. Ele é acusado de facilitar descontos indevidos em aposentadorias e pensões, enquanto esteve à frente do ministério e durante sua presidência no INSS. Mensagens de agradecimento a um dos operadores financeiros da Conafer foram encontradas, levantando sérias suspeitas sobre sua conduta na esfera pública.

Supremo afasta prisão de ex-ministro, mas impõe tornozeleira eletrônica

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, impôs ao ex-ministro José Carlos Oliveira o uso de tornozeleira eletrônica, mas não decretou sua prisão preventiva na Operação Sem Desconto. A Polícia Federal, que indicou a necessidade de medidas cautelares, sustenta que a monitoração eletrônica é uma alternativa eficaz para impedir que os investigados interfiram nas provas. Oliveira é acusado de receber propina de 100 mil reais da Conafer e atuou na organização criminosa que desviou recursos do INSS, tendo participado ativamente de fraudes tanto quando era ministro quanto depois de deixar a pasta.

Ex-presidente do INSS é preso por propina e fraudes milionárias

Alessandro Stefanutto, ex-presidente do INSS, foi preso durante uma nova fase da Operação Sem Desconto, sob a acusação de receber propina mensal de R$ 250 mil. A Polícia Federal revelou que ele facilitou um esquema de fraudes envolvendo a Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer). Com o apoio de empresas de fachada, Stefanutto teria garantido repasses ilícitos que geraram receita de R$ 708 milhões. O ministro André Mendonça afirmou que ele exerceu papel fundamental no grupo criminoso dentro do INSS. A defesa considera a prisão ilegal e busca contestar as acusações.

Ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, é preso em operação da PF

Alessandro Stefanutto, ex-presidente do INSS, foi preso pela Polícia Federal em uma operação que investiga um esquema de fraudes bilionárias relacionado a descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões. Ele ocupou o cargo até abril de 2025 e foi afastado após o escândalo. A PF está apurando a aplicação indevida de mensalidades em benefícios previdenciários. Durante sua gestão, Stefanutto seria omisso ao permitir esses descontos. Sua defesa afirma que a prisão é ilegal e que ele colaborou com as investigações, garantindo que provará sua inocência ao final do processo.

Senado aprova lei para proteger benefícios do INSS contra descontos indevidos

O Senado aprovou um projeto de lei que proíbe descontos de mensalidades associativas em benefícios do INSS e elimina a possibilidade de antecipação de dívidas no crédito consignado. A aprovação foi feita de forma simbólica, sem contagem de votos, seguindo a aprovação anterior na Câmara dos Deputados. O projeto exige que o INSS busque identificar beneficiários prejudicados por descontos indevidos e que a instituição financeira responsável restitua os valores em até 30 dias após notificação. Se não houver devolução, o INSS pagará o valor e cobrará a instituição, que não pode usar a receita da Seguridade Social.

CPI do INSS prende presidente de entidade de pesca por falso testemunho

O presidente da CPI do INSS, Carlos Viana, determinou a prisão de Abraão Lincoln Ferreira da Cruz, líder da Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura, por falso testemunho. O relator, deputado Alfredo Gaspar, apresentou quatro casos de desinformação durante o depoimento, alegando que Abraão calou a verdade sobre sua relação com políticos e o movimento de recursos da confederação. A CPI investiga a organização por sua conexão com a Operação Sem Desconto, que revelou movimentações de R$ 410 milhões. Além de Abraão, outras duas prisões foram realizadas por acusações similares.

Presidente de associação pesqueira é preso por falso testemunho na CPMI do INSS

Na madrugada de 4 de novembro de 2025, Abraão Lincoln Ferreira da Cruz, presidente da Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura, foi preso por falso testemunho durante uma audiência da CPMI do INSS. O senador Carlos Viana, responsável pela comissão, acusou-o de mentir reiteradamente, contradizendo informações já conhecidas. Viana revelou que a CPMI está investigando a utilização fraudulenta de associações para obter dados de aposentados e pensionistas. Abraão, que já enfrentou problemas legais anteriormente, agora é um dos alvos da Operação Sem Desconto, que examina irregularidades em descontos sobre benefícios previdenciários.

Governo vence na CPI do INSS e protege irmão de Lula de convocação

Na CPI do INSS, o governo obteve vitória ao rejeitar a convocação de José Ferreira da Silva, conhecido como 'Frei Chico', irmão do presidente Lula. Frei Chico, vice-presidente do Sindnapi, está vinculado a investigações sobre fraudes na Previdência, mas não é formalmente investigado. A votação terminou em 19 votos a 11 e impediu a convocação, embora novos pedidos possam ser feitos. A senadora Eliziane Gama defendeu que não existe prova de envolvimento de Frei Chico nas fraudes e reforçou sua posição na entidade, destacando seu papel político no sindicato, não administrativo.

Governo suspende programa que acelerava aposentadorias no INSS

O Ministério da Previdência Social anunciou a suspensão do Programa de Gerenciamento de Benefício (PGB), que visava reduzir a fila de pedidos no INSS, devido a restrições orçamentárias. Esta iniciativa, que começou em abril e previa pagamentos a servidores por análises de aposentadorias e pensões, acumulou cerca de 2,63 milhões de pedidos até agosto de 2025. Os processos em andamento serão transferidos da fila extraordinária para a fila ordinária, sem aceitarem novos pedidos. O programa permanecia ativo até dezembro de 2026 e tinha um orçamento de R$ 200 milhões, que agora estará indisponível.

CPI do INSS: Relator critica postura de depoentes em sessão tumultuada

O relator da CPI do INSS, deputado Alfredo Gaspar, criticou a atitude de investigados que se utilizam de habeas corpus como defesa, considerando essa postura “desrespeitosa” e “absurda”. Durante uma sessão marcada por tensões, o ex-presidente do órgão, Alessandro Stefanutto, recusou-se a responder perguntas, alegando o direito ao silêncio. Gaspar destacou que essa atitude confere uma sensação de imunidade aos depoentes e que pode ter causado prejuízos a mais de 1,2 milhão de beneficiários. Ele se comprometeu a continuar a investigação, sem temer pressões políticas, buscando responsabilizar os culpados pelas irregularidades.

Frei Chico desmente fake news sobre apreensão de carros de luxo

Uma recente reportagem do portal Metrópoles alegou que a Polícia Federal apreendeu carros de luxo, como Ferrari e Porsche, em endereços ligados ao Sindicato Nacional dos Aposentados (Sindnapi), da qual Frei Chico, irmão do ex-presidente Lula, é vice-presidente. Contudo, essa informação foi refutada. A matéria não esclareceu que os veículos pertencem a outras entidades investigadas na Operação Sem Desconto, que apura fraudes relacionadas ao INSS. Advogados do Sindnapi condenaram o que consideraram 'mau jornalismo', enfatizando que apenas documentos e computadores foram apreendidos, e Frei Chico não está sendo investigado.

Milton Baptista silencia em CPI do INSS enquanto operação da PF avança

O presidente do Sindnapi, Milton Baptista de Souza Filho, optou pelo silêncio durante a CPI do INSS, não respondendo a várias perguntas a respeito das finanças do sindicato. Embora tenha se baseado em um habeas corpus do STF para não se pronunciar, ele concedeu algumas respostas não incriminatórias. A sessão coincide com a nova fase da Operação Sem Desconto da Polícia Federal, que investiga fraudes em benefícios previdenciários. O sindicado, que arrecadou cerca de R$ 599,2 milhões em uma década, expressou surpresa com a operação e negou práticas ilícitas.

Empresário investiga doações milionárias ao PT e PP durante a CPMI do INSS

O empresário Fernando dos Santos Andrade Cavalcanti, sob investigação da Polícia Federal por sua relação com o INSS, revelou doações de R$ 100 mil ao PT e ao PP durante as eleições de 2022. Em depoimento à CPMI do INSS, ele confirmou contribuições a candidatos para cargos de prefeito e vereador em 2024. Cavalcanti negou interesse pessoal nas doações e afirmou que todas ocorreram de acordo com a legislação vigente. Sua evolução patrimonial foi questionada, com evidências de bens luxuosos, mas ele garantiu não ter ligação com fraudes. A investigação prossegue.

Ministro da CGU defende sigilo em investigação de fraudes no INSS

O ministro da CGU, Vinícius de Carvalho, afirmou que não comunicou o governo sobre fraudes no INSS para manter o sigilo das investigações, durante depoimento à CPMI do INSS. Ele refutou críticas da Casa Civil sobre a demora em alertar o Planalto, enfatizando que as apurações eram sigilosas e que o acesso a informações era limitado. A Operação Sem Desconto revelou um rombo de R$ 6 bilhões devido a descontos associativos irregulares. Carvalho defendeu os prazos das investigações e a suspensão dos descontos até que um sistema de fiscalização adequado possa garantir a integridade do processo.

Presidente da Conafer é preso por falso testemunho em CPI do INSS

O presidente da Conafer, Carlos Roberto Ferreira Lopes, foi preso na madrugada desta terça-feira, 30, após prestar falso testemunho na CPMI do INSS. A prisão foi solicitada pelo presidente da comissão, Carlos Viana, devido à omissão deliberada de informações importantes durante um depoimento que durou cerca de nove horas. Lopes, apontado como um dos principais articuladores de fraudes que desviaram mais de R$ 800 milhões, foi liberado após pagar fiança, cujo valor não foi revelado. O relator da CPMI destaca que ele contradisse várias versões de sua fala, configurando mentira intencional.

Escândalo no INSS: Relator revela desvio milionário em aposentadorias

O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar, denunciou um desvio de mais de R$ 800 milhões pela Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer). Gaspar revelou que os descontos foram feitos sem autorização de aposentados e pensionistas, e que houve direcionamento significativo dos fundos para pessoas ligadas à administração da entidade. O presidente da Conafer, Carlos Roberto Ferreira Lopes, prestou depoimento negando irregularidades. A CPMI já começou a receber informações sobre quebras de sigilo, buscando rastrear a movimentação financeira e responsabilizar aqueles envolvidos no esquema.

STF decide manter prisão do Careca do INSS em meio a esquema de fraudes

A Segunda Turma do STF decidiu, em 28 de setembro, manter a prisão preventiva de Antônio Carlos Camilo Antunes e Maurício Camisotti, suspeitos de liderar um esquema de fraudes em aposentadorias, segundo a Polícia Federal. As investigações indicam que Antunes, conhecido como Careca do INSS, teria recebido R$ 53,5 milhões de associações suspeitas. O ministro André Mendonça afirmou que as provas são robustas. Antunes nega as acusações e diz que agia de acordo com a legalidade. A decisão final do STF deve ocorrer até 3 de outubro, em pleno andamento da CPMI do INSS.

Gilmar Mendes se retira de votação em caso de prisão de Careca do INSS

O ministro Gilmar Mendes, do STF, declarou-se impedido de votar na prisão preventiva de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, e do empresário Maurício Camisotti. Sua decisão foi baseada em um trecho do Código de Processo Penal que impede um juiz de atuar em processos onde ele ou parentes sejam partes interessadas. A relatoria do caso é de André Mendonça, que defendeu a manutenção das prisões. Os outros ministros têm até 3 de outubro para votar e o processo está sob sigilo, dificultando o acesso total aos documentos envolvidos.

Tensão marca depoimento do 'Careca do INSS' na CPMI

A CPMI do INSS teve sua sessão marcada por conflitos durante o depoimento de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como 'Careca do INSS'. Antunes se recusou a responder questionamentos do relator Alfredo Gaspar, acusando-o de pré-julgamento. Ele defendeu sua inocência, afirmando ser vítima de uma 'narrativa fantasiosa' e criticou seu apelido, que considera fictício. A sessão incluiu a aprovação de pedidos de prisão e quebras de sigilo do advogado Nelson Wilians, acusado de envolvimento em fraudes. O clima esquentou com ataques entre parlamentares e defensores, levando a pausas momentâneas na audiência.

Depoimento de Careca do INSS pode revelar escândalo de fraudes bilionárias

O empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, depôs nesta quinta-feira, 25, à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga fraudes bilionárias em aposentadorias. Preso desde 12 de setembro, Careca é considerado uma peça-chave no esquema que desviou milhões do INSS. A expectativa é que seu depoimento, apesar de seu direito ao silêncio garantido pelo STF, traga novas revelações. Antunes, que nega irregularidades e pode escolher calar, é acusado de utilizar influência política e manipular recursos através de várias empresas em um complexo esquema de corrupção.

Economista rubens costa é liberado após depoimento na CPMI do INSS

Rubens Oliveira Costa, economista detido durante a CPMI do INSS, foi liberado na madrugada de terça-feira (23) após prestar mais de sete horas de depoimento à Polícia Legislativa, sem necessidade de pagamento de fiança. A prisão, ordenada pelo senador Carlos Viana, foi motivada por falso testemunho. A Secretaria de Polícia do Senado confirmou a liberação após os esclarecimentos prestados por Costa e anunciou a abertura de um inquérito para investigar o caso, que será encaminhado ao Judiciário. Os advogados de Costa alegaram que a prisão foi ilegal e já existe uma liminar de habeas corpus preventiva.

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