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Economista rubens costa é liberado após depoimento na CPMI do INSS

Rubens Oliveira Costa, economista detido durante a CPMI do INSS, foi liberado na madrugada de terça-feira (23) após prestar mais de sete horas de depoimento à Polícia Legislativa, sem necessidade de pagamento de fiança. A prisão, ordenada pelo senador Carlos Viana, foi motivada por falso testemunho. A Secretaria de Polícia do Senado confirmou a liberação após os esclarecimentos prestados por Costa e anunciou a abertura de um inquérito para investigar o caso, que será encaminhado ao Judiciário. Os advogados de Costa alegaram que a prisão foi ilegal e já existe uma liminar de habeas corpus preventiva.

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Senador propõe revogação de lei que condenou Bolsonaro

O senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, apresentou um projeto para revogar partes da Lei 14.197/2021, que levou à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses por crimes como golpe de Estado. Viana argumentou que a revogação traria maior clareza e segurança jurídica em relação aos crimes contra o Estado Democrático de Direito, cujas definições foram usadas nas condenações por ataques de 8 de Janeiro de 2023. A proposta acontece enquanto a oposição bolsonarista pressionam por uma anistia que beneficie Bolsonaro e aliados condenados pelo STF.

Oposição assume liderança da CPMI do INSS com apoio do PL

A reviravolta na CPMI do INSS elegeu a oposição para liderar a comissão, com o senador Carlos Viana do Podemos-MG escolhendo assumir a presidência. O PL, partido de Jair Bolsonaro, sinalizou apoio à possível reeleição de Viana em 2026, destacando seu potencial no centro político. Após uma noite de articulações, deputados visitaram o senador, convencendo-o a liderar o colegiado. Viana, em entrevista, afirmou que não haveria resistência em convocar qualquer nome. As pesquisas atuais em Minas Gerais ressaltam uma disputa acirrada entre Viana, a prefeita Marília Campos e o ministro Alexandre Silveira para as próximas eleições.

Tropa de choque se forma para a CPMI do INSS com pesos pesados

A CPMI do INSS, presidida pelo senador Omar Aziz, já tem seus principais membros definidos. O governo e a oposição escalaram figuras influentes para a comissão, evidenciando a importância deste colegiado na política atual. Entre os senadores, destaco a participação de Renan Calheiros e Eliziane Gama, enquanto na oposição, Damares Alves e Tereza Cristina se fazem notar. Composta por 15 senadores e 15 deputados, a CPMI será instalada na próxima quarta-feira. A movimentação reflete a estratégia de ambos os lados em desgastar o governo em meio a um clima político conturbado no Brasil.

Nova CPMI do INSS: Hugo Motta revela relator e agenda de trabalho

Nesta sexta-feira, 15 de agosto de 2025, o presidente da Câmara, Hugo Motta, revelou que o deputado Ricardo Ayres será o relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A comissão tem como líder o senador Omar Aziz, e a formação do grupo é desfavorável ao Partido Liberal, que originalmente propôs a CPMI. Motta expressou seu desejo de um bom trabalho aos integrantes, ressaltando a importância da pauta para o país, com a CPMI programada para iniciar oficialmente na próxima semana.

Indecisão na CPMI do INSS gera tensão no PL

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, afirmou que o presidente da Casa, Hugo Motta, negou a relatoria da CPMI do INSS ao seu partido. Durante a leitura do requerimento para a criação da comissão, feita pelo senador Davi Alcolumbre, as indicações para os membros da CPMI devem ocorrer rapidamente. A expectativa é que a instituição ocorra em agosto, após o recesso parlamentar. Cavalcante expressou desejarem que o relator indicado tenha como objetivo investigar severamente possíveis irregularidades, indiciando qualquer entidade ou indivíduo que tenha prejudicado os aposentados ao usurpar seus fundos.