Em uma disputa acirrada na bancada evangélica, Gilberto Nascimento superou Otoni de Paula, contando com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro e do pastor Silas Malafaia. Com 117 votos contra 61, Nascimento, que se apresenta como um mediador, evitou se rotular de bolsonarista, apesar da influência clara do ex-presidente. A votação, controversa devido a atrasos e pressões por votos, foi marcada por desentendimentos entre os candidatos. A retórica utilizada por Otoni, citando a necessidade de diálogo com o governo, irritou seus colegas, contribuindo para tensões nessa chamada 'guerra santa'.