Uma investigação do Ministério Público do Rio revela um esquema de máfia das cantinas em presídios, envolvendo agentes penitenciários e suas famílias, que causou um rombo de R$ 25 milhões. Empresas ligadas a esses agentes controlavam contratos sem licitação, utilizando uma rede de conluio para manter o monopólio do serviço. A principal empresa investigada é a Winefood, que contesta as acusações. A operação Snack Time resultou em buscas e apreensões, desmantelando parte do esquema. O Gaeco investiga se outras empresas também formaram um cartel, complicando ainda mais a situação financeira dos cofres públicos.