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Tudo sobre Comércio

Brasil não será exportador de minerais críticos, afirma Lula em Moçambique

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou que o Brasil não se tornará um exportador de minerais críticos. Durante uma cerimônia em Maputo, Moçambique, Lula enfatizou que países interessados na exploração de recursos brasileiros devem industrializar o Brasil para que o povo se beneficie dessas riquezas. Ele destacou a urgência da definição soberana das nações sobre o modelo de exploração mineral. Lula também mencionou a relevância do debate global sobre minerais críticos, que surgem como uma possível moeda de troca nas negociações para reduzir tarifas impostas pelos Estados Unidos em outros países.

Trump alivia tarifas sobre produtos agrícolas brasileiros em decisão estratégica

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a suspensão de tarifas de 40% sobre produtos agrícolas brasileiros, incluindo café, carne e frutas. A decisão, que retroage a mercadorias que chegaram aos EUA a partir de 13 de novembro, é resultado de negociações entre os governos americano e brasileiro, com destaque para uma conversa entre Trump e o presidente Lula. Essa medida visa aliviar a pressão inflacionária nos EUA e ajuda a reverter as dificuldades enfrentadas por produtores brasileiros. O governo brasileiro expressou satisfação com a suspensão e reiterou o desejo de continuar as negociações sobre tarifas adicionais.

Trump revoga tarifas sobre produtos agrícolas brasileiros em movimento estratégico

O governo Trump anunciou a suspensão de tarifas de 10% sobre produtos agrícolas, incluindo café, carne, açaí e frutas do Brasil, em uma ordem executiva datada de 14 de novembro de 2025. Esta decisão, que visa aliviar a pressão inflacionária nos Estados Unidos, não altera a tarifa de 40% aplicada a outros produtos brasileiros imposta em julho. O secretário de Comércio brasileiro, Luís Rua, e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, comemoraram o anúncio como um passo positivo em direção ao diálogo e à normalização das relações comerciais entre o Brasil e os EUA, aumentando a confiança dos exportadores.

Reunião entre EUA e Brasil foca em tarifaço de produtos brasileiros

A reunião entre o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o chanceler brasileiro, Mauro Vieira, ocorreu em Washington nesta quinta-feira. O principal tema discutido foi o tarifaço de 50% aos produtos brasileiros, imposto pelo presidente Donald Trump em agosto. Após um breve encontro inicial de 10 minutos, uma reunião ampliada seguiu-se por uma hora, com a presença de vários negociadores e embaixadores brasileiros. Essa conversa ocorre logo após um encontro bilateral entre Trump e Lula, evidenciando a preocupação com as tarifas e a necessidade de diálogo entre as nações para resolver a situação.

Lula defende cooperação global em encontro na Malásia

Durante uma reunião com empresários brasileiros e malasianos na Malásia, o presidente Lula defendeu uma nova ordem internacional baseada na cooperação, rejeitando a ideia de uma nova Guerra Fria. Ele afirmou que o Brasil não quer se alinhar a blocos rivais, mas sim manter uma política externa voltada à paz e ao desenvolvimento. Lula também criticou as barreiras comerciais impostas globalmente, enfatizando a importância do multilateralismo. O presidente ressaltou a necessidade de fortalecer laços diplomáticos com a América do Sul e diversificar parcerias, buscando oportunidades além da Europa e Estados Unidos.

Trump aumenta tarifas sobre produtos canadenses após crise comercial

O presidente dos EUA, Donald Trump, aumentou em 10% as tarifas sobre produtos do Canadá após romper negociações devido a um anúncio considerado enganoso. A decisão, anunciada neste sábado (25), segue críticas de Trump ao governo canadense por suas práticas comerciais. Este aumento de tarifas ocorre em um contexto onde Canadá, Estados Unidos e México estão renegociando o T-MEC, o tratado que mantém 85% do comércio transfronteiriço livre de tarifas. Apesar das tensões, o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, afirmou estar disposto a retomar as negociações assim que os americanos estiverem prontos.

Trump cancela negociações com o Canadá após discurso publicitário de Reagan

O presidente Donald Trump cancelou negociações comerciais com o Canadá, citando uma propaganda que mostrava trechos do discurso anti-tarifário de Ronald Reagan, que considerou 'falsa'. A Fundação Ronald Reagan defendeu que o anúncio distorceu as palavras do ex-presidente, que, em 1987, se opôs a tarifas, enfatizando a importância do comércio livre. Embora Trump critique o uso da propaganda, Reagan acreditava que tarifas prejudicavam a economia e a concorrência. O governo de Ontário filmou a propaganda, que foi transmitida em eventos de grande audiência nos EUA, gerando discussões sobre sua veracidade e impacto nas relações comerciais.

Trump encerra negociações comerciais com o Canadá em meio a controvérsia

Donald Trump anunciou o encerramento de todas as negociações comerciais com o Canadá, acusando o país de usar propaganda enganosa envolvendo um discurso de Ronald Reagan, que critica tarifas. O presidente americano já havia imposto tarifas sobre o aço, alumínio e automóveis do Canadá, provocando uma resposta de Ottawa. O primeiro-ministro de Ontário, Doug Ford, comentou que a ação chamou a atenção de Trump. A Fundação Ronald Reagan declarou que o governo de Ontário usou material de forma inadequada. Enquanto isso, Trump continua pressionando por tarifas altas, aumentando preocupações entre economistas e empresas.

China suspende compra de petróleo russo por sanções dos EUA

As principais empresas petrolíferas estatais da China interromperam as compras de petróleo russo transportado por via marítima em decorrência das sanções dos Estados Unidos aplicadas à Rosneft e à Luk Petroleum. Essa decisão surge em um momento em que a Índia, o principal comprador de petróleo russo via marítima, também está prestes a reduzir drasticamente suas importações por razões similares. Com uma queda esperada na demanda, analistas indicam que tanto a China quanto a Índia podem buscar novos fornecedores, fazendo com que os preços do petróleo não sancionado de outras regiões aumentem.

Lula defende comércio livre e parceria com a Indonésia em visita histórica

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu em Jacarta, Indonésia, com o presidente Prabowo Subianto, marcando a primeira visita de um líder brasileiro ao país desde 2008. Durante o encontro, Lula defendeu a importância do comércio livre, demonstrando interesse em negociar diretamente com as moedas de ambos os países, o real e a rúpia. Lula enfatizou que não busca uma nova Guerra Fria e que é necessário mudar a dinâmica comercial atual. A visita busca fortalecer laços entre Brasil e Indonésia e contemplar a possibilidade de um acordo de comércio até 2026.

Trump defende tarifas e cita Brasil como exemplo de sucesso para pecuaristas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou a importância das tarifas sobre a importação de gado e produtos bovinos, incluindo o Brasil entre os países afetados. Em postagens na Truth Social, Trump declarou que os pecuaristas americanos estão se saindo bem devido a essas medidas de proteção comercial, que ele implementou. Ele mencionou uma tarifa de 50% sobre gado brasileiro como crucial para essa melhora. Trump também destacou que os preços internos do setor precisam ser revistos, enfatizando o papel significativo do consumidor. Ele se reunirá com Luiz Inácio Lula da Silva para discutir a relação comercial.

Trump promete firmeza contra jogo da China com terras raras

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que não irá permitir que a China manipule o mercado de terras raras, essenciais para setores de alta tecnologia, como produção de semicondutores e veículos elétricos. Em declarações feitas a repórteres a bordo do Air Force One, Trump pediu que a China retome suas compras de soja ao nível anterior. Ele também mencionou a possibilidade de reduzir tarifas sobre produtos chineses, desde que a China faça concessões em um acordo mutuamente benéfico, destacando a importância de um compromisso justo entre as nações para a resolução do conflito comercial.

Reunião histórica entre Brasil e EUA: Mauro Vieira e Marco Rubio dialogam sobre comércio

No dia 16 de outubro, o chanceler brasileiro Mauro Vieira e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, realizaram uma reunião produtiva na Casa Branca, discutindo questões comerciais bilaterais. Eles classificaram o encontro como “muito positivo”, firmando o compromisso de cooperar em várias frentes e visando uma reunião entre os presidentes Lula e Trump em breve. Vieira destacou a boa disposição para avançar nas negociações, que incluem a reversão do tarifaço imposto pelos EUA sobre importações brasileiras. A elaboração de uma agenda de reuniões já está em andamento para fortalecer essa colaboração.

Reunião crucial entre Mauro Vieira e Marco Rubio busca reverter tarifaço de Trump

Na tarde de 16 de outubro, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, encontrou-se com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, na Casa Branca. O encontro de mais de uma hora centrou-se na tentativa do governo Lula de reverter tarifas comerciais impostas pelo ex-presidente Donald Trump. A reunião começou com uma conversa particular e passou a incluir equipes dos dois lados. Durante a agenda, discutiram as sanções impostas aos brasileiros e a possibilidade de um encontro entre Lula e Trump. A situação econômica continua tensionada entre os dois países.

Trump destaca diálogo positivo com Lula e busca suspensão de tarifas

Em 14 de outubro de 2025, Donald Trump mencionou sua conversa positiva com o presidente Lula durante uma reunião com o argentino Javier Milei. Trump acredita que a Argentina pode servir de exemplo para outros países sul-americanos, destacando a importância de uma balança comercial justa. Lula, por sua vez, busca abrir um diálogo com os Estados Unidos para suspender as altas tarifas de importação que afetam produtos brasileiros. O aumento de 50% nas taxas foi uma represália às ações contra Jair Bolsonaro. Recentemente, telefonemas entre Lula e Trump têm sido realizados na esperança de um entendimento mútuo.

Lula pede a Trump suspensão da tarifa de 40% em negociação comercial

Em um recente telefonema, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou ao presidente Donald Trump a suspensão imediata da sobretaxa de 40% aplicada a produtos brasileiros durante as negociações em andamento. O pedido foi confirmado pelo presidente em exercício, Geraldo Alckmin, que destacou a importância do diálogo entre as duas nações. A reunião entre Lula e Trump ocorreu em 6 de outubro, onde a estratégia de diálogos foi delineada. A próxima reunião entre os ministros está agendada para o dia 17 em Washington, com a expectativa de que seja uma etapa crucial nas discussões sobre tarifas comerciais.

EUA sentem falta do café brasileiro, diz Trump a Lula em videoconferência

Durante uma videoconferência, Donald Trump disse a Luiz Inácio Lula da Silva que os Estados Unidos 'sentem falta' do café brasileiro, impactado pela tarifa de 50% imposta pelo governo americano. Essa taxa tem contribuído para uma subida acentuada nos preços do café nos EUA, com um aumento mensal de 3,6% em agosto, o maior em 14 anos. As exportações brasileiras de café caíram drasticamente, com uma redução de quase 50% em quantidade enviada aos EUA. Lula pediu a Trump o fim dessa tarifa considerando a importância do Brasil nesse mercado, essencial para o consumo americano.

EUA sentem falta do café brasileiro após tarifa imposta por Trump

Em uma videoconferência, Donald Trump declarou a Lula que os EUA estão 'sentindo falta' do café brasileiro, impactado por uma tarifa de 50% sobre as exportações. A inflação do café nos EUA subiu 3,6% em agosto, criando um cenário complicado, uma vez que o Brasil é o maior fornecedor do país. As exportações brasileiras caíram 20,3% em setembro, com remessas de café diminuindo em quase 50%. Lula pediu a retirada das tarifas e enfatizou os laços comerciais entre os dois países, enquanto Trump prometeu futuros encontros para discutir a cooperação econômica entre nações.

Avanços nas tarifas entre Brasil e EUA após reunião de Lula e Trump

O vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou avanços significativos nas tarifas comerciais entre Brasil e Estados Unidos após reunião entre Lula e Trump. Após o encontro, a tarifa de produtos como madeira e móveis foi reduzida de 50% para 25%, o que representa uma exclusão de U$ 370 milhões em produtos brasileiros. Alckmin enfatizou que essa conversa foi um passo importante e que novas negociações devem ocorrer em breve, devido ao superávit dos EUA na relação comercial com o Brasil. Além disso, o programa Carro Sustentável apresentou um aumento de 28,2% nas vendas de veículos novos.

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Brasil e EUA em busca de harmonia comercial

O secretário do Comércio dos EUA, Howard Lutnick, destacou que o Brasil, juntamente com a Índia e a Suíça, precisa corrigir práticas comerciais prejudiciais aos interesses norte-americanos. Em declarações à emissora News Nation, Lutnick enfatizou que esses países devem abrir seus mercados e alinhar suas ações às diretrizes dos EUA, especialmente se quiserem acessar o consumidor americano. Além disso, ele mencionou o déficit comercial significativo com a Suíça. Durante uma visita a Nova York, o presidente Lula respondeu, afirmando que Trump estava mal-informado sobre o Brasil e que um diálogo resolveria as divergências comerciais.

Irmãos Batista promovem diálogo entre Trump e Lula na ONU

Recentemente, os irmãos Wesley e Joesley Batista, grupos J&F, se destacaram na aproximação entre os presidentes Donald Trump e Lula na Assembleia-Geral da ONU. Após uma audiência na Casa Branca, Joesley discutiu tarifas dos EUA sobre produtos brasileiros, especialmente do setor de carnes, buscando diálogo para resolver essas questões. Com um lobby forte, dada a presença da JBS nos Estados Unidos, conversas frequentes com parlamentares e reuniões com empresários priorizam uma abordagem comercial. Tanto Trump quanto Lula expressaram interesse em discutir interesses mútuos em reuniões futuras, indicando um potencial alívio nas tarifas impostas.

Trump alerta Brasil: a prosperidade depende dos EUA

Durante a 80ª Assembleia Geral da ONU, Donald Trump afirmou que o Brasil não conseguirá prosperar sem o apoio dos Estados Unidos. Em seu discurso, ele declarou que a cooperação com Washington é essencial para a melhoria do país, insinuando que, sem essa parceria, o Brasil enfrentará fracassos semelhantes a outros países. Trump também criticou tarifas comerciais elevadas que o Brasil impõe e destacou a necessidade de diálogo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem se reunirá na próxima semana após um encontro cordial durante os discursos na ONU.

Empresários brasileiros veem esperança em reaproximação com os EUA após encontro Lula-Trump

O encontro inesperado entre os presidentes Lula e Trump na ONU trouxe otimismo ao empresariado brasileiro, especialmente ao setor de carnes, que viu a chance de reverter o isolamento comercial imposto pelos EUA. Após a fala de Trump, representantes do setor discutiram por videochamada, destacando a necessidade de um diálogo construtivo. O presidente da CNI, Ricardo Alban, enfatizou a importância da reabertura das negociações para aliviar as sobretaxas que afetam os produtos brasileiros. O evento pode ser um passo importante para estreitar laços e buscar maior cooperação entre os dois países, favorecendo investimentos e comércio.

Trump expressa decepção com o Brasil e alta de tarifas

Durante uma coletiva de imprensa na última quinta-feira, Donald Trump expressou sua decepção em relação ao Brasil, criticando as altas tarifas impostas devido às ações do governo brasileiro. Ele disse que o governo mudou radicalmente para a esquerda, o que, segundo ele, prejudica gravemente o país. Trump não confirmou se aplicará restrições de vistos à delegação brasileira na Assembleia Geral da ONU, mas mencionou que a administração já havia barrado vistos para outras delegações. Tradicionalmente, o Brasil tem um papel de destaque durante o evento, começando com o discurso de abertura desde 1947.

Decisão judicial pode reverter tarifas globais de Trump

Um tribunal federal de apelações dos Estados Unidos declarou ilegal a maior parte das tarifas impostas por Donald Trump, desestabilizando sua política protecionista. A decisão, que reafirma uma decisão anterior, foi resultado de uma votação de 7 a 4 e resulta em incertezas sobre acordos comerciais feitos pelo presidente. Embora as tarifas continuem válidas até outubro, Trump planeja recorrer à Suprema Corte, afirmando que a decisão é politizada. Caso as tarifas sejam consideradas ilegais, empresas poderão solicitar reembolsos, o que levantaria preocupações sobre o impacto econômico significativo para o país.

Camex recebe solicitação para iniciar medidas de reciprocidade contra os EUA

A Camex anunciou que recebeu um pedido do Itamaraty para analisar a aplicação da Lei de Reciprocidade contra os Estados Unidos. Essa iniciativa busca criar um Grupo de Trabalho que elaborará propostas para ações de reciprocidade, caso o pleito seja aceito. O processo pode demorar até sete meses e incluirá etapas de consulta ao governo dos EUA. Abrindo canais de diálogo, a lei prevê medidas protetivas contra interferências e violações comerciais. Possíveis respostas do Brasil incluem tributos e restrições sobre importações, visando proteger os interesses nacionais e garantir negociações comerciais justas.

CNI defende Brasil em audiência contra acusações americanas

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) solicitou, em 18 de agosto de 2025, participar de uma audiência pública nos Estados Unidos, respondendo a acusações de práticas comerciais desleais. A CNI afirma que as alegações são infundadas e não têm suporte legal, defendendo que o Brasil respeita acordos internacionais e mantém um ambiente competitivo. O governo brasileiro, por sua vez, também contestou as acusações defendendo que as ações não são discriminatórias. O USTR, órgão americano responsável pela investigação, pode impor sanções econômicas contra o Brasil, caso não sejam estabelecidos diálogos para resoluções.

Tarifas dos EUA: Brasil deve se preparar para impactos econômicos

As tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros começaram a vigorar em 6 de agosto. Apesar do impacto ainda não se fazer sentir diretamente, especialistas alertam que a resiliência do mercado brasileiro terá um prazo de validade. Atualmente, as exportações e o valor do dólar em queda indicam saúde econômica, mas se não houver medidas efetivas, dentro de três a seis meses, o Brasil enfrentará custos elevados e perda de competitividade. O governo deve agir rapidamente para evitar danos substanciais ao comércio exterior e ao emprego vinculado às exportações.

Lula defende respeito ao Brasil e critica inverdades de Trump

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que não tolerará inverdades ditas por Donald Trump sobre o Brasil. Em cerimônia de inauguração da primeira fábrica da GWM em Iracemópolis, Lula destacou que, embora o Brasil não tenha um PIB comparável ao dos EUA, seu povo merece respeito. Ele mencionou que a nação é conhecida por sua capacidade de negociação e não deve ser caluniada. Lula ainda lembrou que não há razões para EUA manterem uma guerra comercial contra o Brasil, referindo-se ao último contencioso associado à Copa do Mundo de 2014.

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