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Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Comércio

Lula faz escala surpresa em Abu Dhabi para fortalecer relações com o Oriente Médio

  • Lula embarca para Abu Dhabi após compromissos na Coreia do Sul.
  • Ele se reunirá com o xeique Mohammed bin Zayed para discutir comércio e energia.
  • A visita reforça a estratégia de ampliar parcerias do Brasil no Oriente Médio.

Redução da jornada de trabalho pode causar um grande impacto econômico

  • Um estudo da CNC revela que a redução da jornada de trabalho no Brasil pode gerar custos de R$ 357 bilhões, afetando o comércio e os serviços.
  • A medida, que propõe a limitação da carga semanal de 44 para 40 horas, pode elevar preços em até 13% e resultar em 638 mil vagas formais a menos.
  • A CNC sugere que mudanças na jornada sejam realizadas através de negociações coletivas para manter a competitividade e a renda dos trabalhadores.

Brasil se destaca entre vencedores após mudanças nas tarifas de Trump

  • O Brasil se beneficia significativamente da decisão da Suprema Corte dos EUA que derrubou tarifas impostas por Trump.
  • Um estudo indica que a alíquota média de produtos brasileiros exportados cairá de 26,33% para 12,77%, melhorando a posição do Brasil no comércio internacional.
  • A nova tarifa de 15% anunciada por Trump aplicará mudanças uniformes nas tarifas, afetando principalmente países que anteriormente pagavam taxas menores.

Lula visita Coreia do Sul em busca de novos acordos comerciais

  • Lula chegou à Coreia do Sul para sua 1ª visita como presidente.
  • A viagem visa fortalecer laços diplomáticos e acordos comerciais, especialmente para a venda de carne bovina brasileira.
  • Em 20 anos, o Brasil ultrapassou a Coreia do Sul em PIB, enquanto a Coreia se destacou por seu crescimento econômico consistente.

Câmara prioriza acordo Mercosul-UE após aumento de tarifas de Trump

  • Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, anunciou que a votação do acordo Mercosul-UE será priorizada na próxima semana após Trump elevar tarifas globais para 15%.
  • A decisão foi tomada para garantir previsibilidade nas relações comerciais internacionais em meio às incertezas tarifárias impostas pelos EUA.
  • O deputado Marcos Pereira foi designado como relator do projeto, com a expectativa de que a votação no plenário ocorra em breve.

Trump pode punir Brasil com seções 301 após derrubada de tarifas

  • A Suprema Corte dos EUA considerou ilegais as tarifas de Donald Trump, exigindo consulta ao Congresso.
  • Trump pretende usar a Seção 301 para investigar práticas comerciais injustas e aplicar tarifas globais de 10%.
  • O Brasil está sob investigação relacionada a práticas comerciais, com possíveis consequências para a competitividade de suas empresas.

Brasil expande laços comerciais com a Índia: meta ambiciosa de 20 bilhões até 2026

  • A visita do presidente Lula à Índia representa uma nova fase na ofensiva comercial brasileira, com a meta de aumentar o intercâmbio de US$ 15,2 bilhões para US$ 20 bilhões até 2026.
  • O Brasil inaugura o primeiro escritório da ApexBrasil em Nova Déli, visando expandir as exportações e atrair investimentos, especialmente em energia e agronegócio.
  • O país busca reforçar sua parceria com a Índia, que possui uma demanda crescente por produtos brasileiros e é vista como um mercado promissor para investimentos.

Lula e Modi firmam parcerias estratégicas importantes na Índia

  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, assinarão acordos estratégicos em diversas áreas durante a visita a Déli entre 18 e 21 de fevereiro de 2026.
  • Os acordos abrangem transformação digital, minerais críticos, cooperação entre pequenas empresas e saúde, além de negociações para ampliar o comércio bilateral.
  • A visita inclui eventos como a Cúpula de Impacto em Inteligência Artificial e reforça uma meta de aumentar o comércio entre Brasil e Índia para US$ 20 bilhões até 2030.

Xi Jinping reafirma que China não será uma ameaça global

  • Xi Jinping afirmou que a China não será uma ameaça a outros países, enfatizando seu compromisso com a paz.
  • Durante um encontro com o primeiro-ministro britânico Keir Starmer, o líder chinês solicitou apoio ao multilateralismo.
  • A posição da China contrasta com a utilização histórica da força militar pelos EUA em assuntos internacionais.

Lula é condecorado no Panamá e fortalece laços bilaterais

Durante uma visita ao Panamá, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condecorado com a Ordem Manuel Amador Guerrero, a mais alta honraria panamenha. Lula destacou a importância do fortalecimento das relações bilaterais e a cooperação nos setores de comércio e turismo. Ele mencionou um crescimento significativo de 78% no intercâmbio bilateral em 2025 e expressou apoio à soberania do Panamá sobre o Canal do Panamá. Ao final da visita, Lula retornou ao Brasil motivado pelos avanços nas relações e pela receptividade do povo panamenho.

Trump descarta uso de força, mas insiste na compra da Groenlândia em Davos

Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, Donald Trump descartou a possibilidade de usar força para adquirir a Groenlândia, mas reafirmou seu desejo de comprar a ilha, argumentando que somente os EUA podem garantir sua segurança. A proposta gerou tensões com aliados da OTAN e resultou em ameaças de tarifas comerciais. Trump elogiou a economia americana e criticou líderes europeus, defendendo uma visão de Ocidente forte e unido. Sua declaração ocorreu em um contexto de crescente crise diplomática entre os EUA e a Dinamarca, à medida que os líderes europeus reagem às ameaças de Trump.

Trump ameaça Europa com tarifas e exige Groenlândia

Donald Trump escalou tensões com a Europa ao exigir a compra da Groenlândia, prometendo tarifas de até 25% para países que se opuserem a essa intenção. Essa postura interrompeu meses de progresso nas negociações comerciais com a UE e a Otan, colocando os líderes europeus em uma posição delicada, já que dependem da proteção americana. A Europa, relutante em ceder a uma anexação forçada, estuda formas de retaliar sem escalar a situação. Enquanto isso, tropas europeias realizaram exercícios militares na Groenlândia, reafirmando seu compromisso com a região estratégica, numa nova era de confrontos diplomáticos.

Lula afirma que Brasil não se limitará a commodities e busca valor agregado

Em encontro no Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou que o Brasil não se limitará a exportar commodities, mas busca produzir e comercializar bens industriais com maior valor agregado. Ele destacou o respeito do país aos acordos internacionais, incluindo os das Nações Unidas e da Organização Mundial do Comércio. Na presença da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, Lula afirmou que o acordo entre Mercosul e União Europeia, assinado após 26 anos de negociações, representa uma cooperação visando direitos trabalhistas e respeito ao meio ambiente. O Brasil será representado na assinatura.

Lula se ausenta da assinatura do acordo UE-Mercosul no Paraguai

O presidente Lula não participará da assinatura do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, marcada para o dia 17, no Paraguai. Apesar de ser um forte apoiador do acordo, que promete criar uma das maiores zonas de livre comércio do mundo, sua ausência se deve à reprogramação do evento que foi inicialmente planejado como ministerial. Apesar disso, Lula se reunirá com líderes europeus em um evento anterior no Rio de Janeiro, destacando seu papel importante na promoção do tratado, que é contestado por oposição de agricultores europeus.

Venezuela relança suas exportações de petróleo após meses de embargo

A Venezuela iniciou a reabertura de poços de petróleo, marcando o retorno das exportações de petróleo bruto após meses de suspensão devido a um embargo dos Estados Unidos. A estatal PDVSA e seus parceiros começaram a enviar carregamentos, com dois superpetroleiros partindo na segunda-feira, representando uma possível retomada de um acordo de fornecimento de 50 milhões de barris entre Caracas e Washington. Apesar da retomada, a produção do país membro da OPEP caiu significativamente nas últimas semanas, resultando em milhões de barris acumulados em tanques e navios, enquanto a PDVSA busca evitar cortes profundos na produção.

Novos acordos comerciais ampliam mercado brasileiro com tarifas reduzidas

A vigência de três novos acordos de comércio, entre o Mercosul e a União Europeia, EFTA e Cingapura, permitirá que quase um terço do comércio exterior brasileiro beneficie-se de tarifas zero ou reduzidas. Essa mudança, segundo o ministro Geraldo Alckmin, elevará as exportações e importações beneficiadas com acesso preferencial de 12,4% para 31,2%, somando um total estimado de US$ 196,4 bilhões ao final de 2025. Isso representa um avanço significativo na competitividade da economia brasileira e potencializa oportunidades para o setor privado, além de impulsionar investimentos e a geração de empregos.

União Europeia e Mercosul firmam acordo histórico de livre comércio

A União Europeia aprovou provisoriamente o acordo de livre comércio com o Mercosul, após 25 anos de negociações, com uma votação majoritária em Bruxelas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou este momento como um dia histórico para o multilateralismo, destacando que os blocos juntos representam 718 milhões de pessoas e um PIB de US$ 22,4 trilhões. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, ressaltou os ganhos mútuos que o pacto trará para ambas as partes. O próximo passo envolve a assinatura do acordo e sua aprovação pelos parlamentos dos países envolvidos, incluindo o Parlamento Europeu.

Aprovado acordo histórico da UE com Mercosul que transforma comércio global

Os países da União Europeia aprovaram um acordo com o Mercosul, estabelecendo a maior zona de livre-comércio global. A assinatura do tratado ocorrerá no Paraguai, com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, representando a UE. Apesar da oposição de alguns países, como França e Polônia, que receiam o impacto sobre os agricultores, o apoio foi alcançado com concessões. O acordo promete beneficiar mais de 720 milhões de consumidores e pode aumentar as relações comerciais entre os blocos, embora precise de aprovação adicional dos Parlamentos da UE e do Mercosul para ser ratificado.

Petroleiro da Chevron parte da Venezuela rumo ao Texas em meio a tensões marítimas

O petroleiro Canopus Voyager, da Chevron, saiu da Venezuela com 500 mil barris de petróleo Special Hamaca Blend, rumo a Frisco, Texas. A partida, ocorrida em meio a tensões marítimas, foi anunciada pela vice-presidente venezuelana, Delcy Rodriguez, em seu canal no Telegram. Os EUA, que realizaram interceptações de petroleiros na região, já apreenderam embarcações associadas ao narcotráfico. A Guarda Costeira americana aumentou a pressão sobre a Venezuela com diversas operações este mês, que culminaram em um bloqueio decretado pelo presidente Donald Trump, evidenciando um cenário de crescente hostilidade nas relações EUA-Venezuela.

China mantém abertura para acordo comercial com o Mercosul

A China reafirmou seu interesse em um acordo comercial com o Mercosul, embora reconheça a inviabilidade imediata da negociação. A postura, analisada pelo Valor Econômico, mostra que Pequim mantém o tema nas discussões, visando oportunidades futuras. O governo chinês não tem pressa para concluir essa parceria e foca em preparar o terreno. Apesar de tensões globais e dificuldades políticas internamente, como no Uruguai e a relação com a Argentina, a China continua a expandir suas exportações, estabelecendo uma estratégia comercial cautelosa e de longo prazo em meio a um cenário internacional complexo.

Lula celebra a inauguração da nova ponte Brasil-Paraguai e fala sobre construção de muros

Na inauguração da Ponte Internacional da Integração Brasil-Paraguai, em Foz do Iguaçu, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou sua preocupação com países que preferem construir muros ao invés de pontes. Ele enfatizou que essa nova infraestrutura, com 760 metros de extensão, simboliza a paz e o fortalecimento das relações entre Brasil e Paraguai. O tráfego será liberado gradualmente, inicialmente para caminhões sem carga, visando facilitar o comércio entre os dois países. O projeto demandou investimentos de R$ 1,9 bilhão e é considerado um passo importante para a integração regional.

Lula pressiona França e Itália por acordo Mercosul-União Europeia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu à França e à Itália que assumam suas responsabilidades para viabilizar a assinatura do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Durante uma declaração no Palácio do Planalto, Lula enfatizou a disposição dos dois blocos para concluir o tratado, que está em negociação há 26 anos. O presidente brasileiro criticou a resistência da França, influenciada por produtores rurais que temem a competitividade com o Brasil. Além disso, Lula expressou esperança de que a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, também contribua para a assinatura do acordo.

Parlamento Europeu dá luz verde para acordo com Mercosul

O Parlamento Europeu aprovou salvaguardas que visam proteger a agricultura europeia antecipando a assinatura do acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul, após 25 anos de negociações. O governo brasileiro aguarda a assinatura do acordo prevista para o dia 20 de dezembro, durante a Cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu. As salvaguardas foram propostas pela França, limitando importações do Mercosul, mas mesmo assim o governo brasileiro não se opôs a elas, priorizando a assinatura do acordo. A aprovação pode representar oportunidades comerciais significativas para ambos os blocos.

Brasil teme recuo da União Europeia em acordo histórico com o Mercosul

O governo brasileiro manifesta preocupação quanto ao recuo da União Europeia em relação ao acordo comercial com o Mercosul, com a assinatura prevista para a próxima semana. O sucesso do pacto, que é crucial após 25 anos de negociações, depende da aprovação em duas votações no Parlamento e Conselho Europeus, programadas entre 16 e 18 de dezembro. A resistência, especialmente de países como França e Polônia, gera ansiedade no Brasil, que pode redirecionar sua política comercial para a Ásia caso o acordo não seja firmado. A urgência se amplifica com as salvaguardas agrícolas em discussão.

São Paulo enfrenta crise energética com 180 mil imóveis sem luz

Neste domingo, a cidade de São Paulo enfrenta uma crise de energia, com cerca de 180 mil imóveis sem eletricidade devido a estragos provocados por um vendaval. A Justiça determinou que a Enel deve restabelecer o serviço, sob pena de uma multa de R$ 200 mil por hora. Moradores relatam situações críticas, como a falta de energia prejudicando a saúde de pessoas dependentes de oxigenoterapia. A situação impacta negativamente o comércio local, especialmente aqueles que dependem de refrigeração, e o Ministério Público requer a suspensão do contrato da Enel enquanto busca soluções para o restabelecimento do fornecimento.

Governo brasileiro teme recuo da União Europeia em acordo histórico com Mercosul

O governo brasileiro está em alerta devido à possibilidade de recuo da União Europeia, a menos de uma semana da assinatura do acordo comercial entre o bloco e o Mercosul, programada para 20 de dezembro em Foz do Iguaçu. Este acordo, discutido desde 1999, precisa ser aprovado em duas votações no Parlamento e no Conselho Europeu, entre 16 e 18 de dezembro. Se não assinado, as chances de recomeçar as negociações decaem. O Brasil, maior economia do Mercosul, deverá buscar novos parceiros na Ásia caso este acordo não seja concluído com sucesso na semana que vem.

Diálogo entre Trump e Lula gera otimismo em Eduardo Bolsonaro

O deputado Eduardo Bolsonaro expressou otimismo após a conversa entre os presidentes Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva sobre tarifas e sanções. Em sua declaração, enfatizou a importância do diálogo franco entre os dois países, desejando que este seja guiado por princípios claros. Lula reiterou a necessidade de Trump reduzir tarifas sobre produtos brasileiros e elogiou a recente retirada da tarifa de 40% sobre carne e café. Ambos concordaram em discutir produtos ainda tarifados, destacando a importância de um entendimento que proteja os interesses estratégicos dos Estados Unidos e as liberdades civis no Brasil.

Lula e Trump: diálogo sobre tarifas e crime organizado

Nesta terça-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone com Donald Trump, expressando interesse em acelerar as negociações para remover a sobretaxa de 40% nos produtos brasileiros. A ligação, que durou 40 minutos, foi considerada produtiva, abordando também a cooperação contra o crime organizado. Recentemente, os EUA retiraram 238 produtos da lista de sobretaxas, mas 22% das exportações brasileiras continuam sujeitas a tarifas. Lula destacou a necessidade de dialogar sobre outros produtos ainda tarifados e reforçou a urgência em colaborar contra o crime organizado, especialmente com ramificações internacionais.

Brasil não será exportador de minerais críticos, afirma Lula em Moçambique

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou que o Brasil não se tornará um exportador de minerais críticos. Durante uma cerimônia em Maputo, Moçambique, Lula enfatizou que países interessados na exploração de recursos brasileiros devem industrializar o Brasil para que o povo se beneficie dessas riquezas. Ele destacou a urgência da definição soberana das nações sobre o modelo de exploração mineral. Lula também mencionou a relevância do debate global sobre minerais críticos, que surgem como uma possível moeda de troca nas negociações para reduzir tarifas impostas pelos Estados Unidos em outros países.

Trump alivia tarifas sobre produtos agrícolas brasileiros em decisão estratégica

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a suspensão de tarifas de 40% sobre produtos agrícolas brasileiros, incluindo café, carne e frutas. A decisão, que retroage a mercadorias que chegaram aos EUA a partir de 13 de novembro, é resultado de negociações entre os governos americano e brasileiro, com destaque para uma conversa entre Trump e o presidente Lula. Essa medida visa aliviar a pressão inflacionária nos EUA e ajuda a reverter as dificuldades enfrentadas por produtores brasileiros. O governo brasileiro expressou satisfação com a suspensão e reiterou o desejo de continuar as negociações sobre tarifas adicionais.

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