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Notícias em 1 parágrafo!

Tudo sobre Comércio

Lula se ausenta da assinatura do acordo UE-Mercosul no Paraguai

O presidente Lula não participará da assinatura do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, marcada para o dia 17, no Paraguai. Apesar de ser um forte apoiador do acordo, que promete criar uma das maiores zonas de livre comércio do mundo, sua ausência se deve à reprogramação do evento que foi inicialmente planejado como ministerial. Apesar disso, Lula se reunirá com líderes europeus em um evento anterior no Rio de Janeiro, destacando seu papel importante na promoção do tratado, que é contestado por oposição de agricultores europeus.

Venezuela relança suas exportações de petróleo após meses de embargo

A Venezuela iniciou a reabertura de poços de petróleo, marcando o retorno das exportações de petróleo bruto após meses de suspensão devido a um embargo dos Estados Unidos. A estatal PDVSA e seus parceiros começaram a enviar carregamentos, com dois superpetroleiros partindo na segunda-feira, representando uma possível retomada de um acordo de fornecimento de 50 milhões de barris entre Caracas e Washington. Apesar da retomada, a produção do país membro da OPEP caiu significativamente nas últimas semanas, resultando em milhões de barris acumulados em tanques e navios, enquanto a PDVSA busca evitar cortes profundos na produção.

Novos acordos comerciais ampliam mercado brasileiro com tarifas reduzidas

A vigência de três novos acordos de comércio, entre o Mercosul e a União Europeia, EFTA e Cingapura, permitirá que quase um terço do comércio exterior brasileiro beneficie-se de tarifas zero ou reduzidas. Essa mudança, segundo o ministro Geraldo Alckmin, elevará as exportações e importações beneficiadas com acesso preferencial de 12,4% para 31,2%, somando um total estimado de US$ 196,4 bilhões ao final de 2025. Isso representa um avanço significativo na competitividade da economia brasileira e potencializa oportunidades para o setor privado, além de impulsionar investimentos e a geração de empregos.

União Europeia e Mercosul firmam acordo histórico de livre comércio

A União Europeia aprovou provisoriamente o acordo de livre comércio com o Mercosul, após 25 anos de negociações, com uma votação majoritária em Bruxelas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou este momento como um dia histórico para o multilateralismo, destacando que os blocos juntos representam 718 milhões de pessoas e um PIB de US$ 22,4 trilhões. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, ressaltou os ganhos mútuos que o pacto trará para ambas as partes. O próximo passo envolve a assinatura do acordo e sua aprovação pelos parlamentos dos países envolvidos, incluindo o Parlamento Europeu.

Aprovado acordo histórico da UE com Mercosul que transforma comércio global

Os países da União Europeia aprovaram um acordo com o Mercosul, estabelecendo a maior zona de livre-comércio global. A assinatura do tratado ocorrerá no Paraguai, com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, representando a UE. Apesar da oposição de alguns países, como França e Polônia, que receiam o impacto sobre os agricultores, o apoio foi alcançado com concessões. O acordo promete beneficiar mais de 720 milhões de consumidores e pode aumentar as relações comerciais entre os blocos, embora precise de aprovação adicional dos Parlamentos da UE e do Mercosul para ser ratificado.

Petroleiro da Chevron parte da Venezuela rumo ao Texas em meio a tensões marítimas

O petroleiro Canopus Voyager, da Chevron, saiu da Venezuela com 500 mil barris de petróleo Special Hamaca Blend, rumo a Frisco, Texas. A partida, ocorrida em meio a tensões marítimas, foi anunciada pela vice-presidente venezuelana, Delcy Rodriguez, em seu canal no Telegram. Os EUA, que realizaram interceptações de petroleiros na região, já apreenderam embarcações associadas ao narcotráfico. A Guarda Costeira americana aumentou a pressão sobre a Venezuela com diversas operações este mês, que culminaram em um bloqueio decretado pelo presidente Donald Trump, evidenciando um cenário de crescente hostilidade nas relações EUA-Venezuela.

China mantém abertura para acordo comercial com o Mercosul

A China reafirmou seu interesse em um acordo comercial com o Mercosul, embora reconheça a inviabilidade imediata da negociação. A postura, analisada pelo Valor Econômico, mostra que Pequim mantém o tema nas discussões, visando oportunidades futuras. O governo chinês não tem pressa para concluir essa parceria e foca em preparar o terreno. Apesar de tensões globais e dificuldades políticas internamente, como no Uruguai e a relação com a Argentina, a China continua a expandir suas exportações, estabelecendo uma estratégia comercial cautelosa e de longo prazo em meio a um cenário internacional complexo.

Lula celebra a inauguração da nova ponte Brasil-Paraguai e fala sobre construção de muros

Na inauguração da Ponte Internacional da Integração Brasil-Paraguai, em Foz do Iguaçu, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou sua preocupação com países que preferem construir muros ao invés de pontes. Ele enfatizou que essa nova infraestrutura, com 760 metros de extensão, simboliza a paz e o fortalecimento das relações entre Brasil e Paraguai. O tráfego será liberado gradualmente, inicialmente para caminhões sem carga, visando facilitar o comércio entre os dois países. O projeto demandou investimentos de R$ 1,9 bilhão e é considerado um passo importante para a integração regional.

Lula pressiona França e Itália por acordo Mercosul-União Europeia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu à França e à Itália que assumam suas responsabilidades para viabilizar a assinatura do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Durante uma declaração no Palácio do Planalto, Lula enfatizou a disposição dos dois blocos para concluir o tratado, que está em negociação há 26 anos. O presidente brasileiro criticou a resistência da França, influenciada por produtores rurais que temem a competitividade com o Brasil. Além disso, Lula expressou esperança de que a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, também contribua para a assinatura do acordo.

Parlamento Europeu dá luz verde para acordo com Mercosul

O Parlamento Europeu aprovou salvaguardas que visam proteger a agricultura europeia antecipando a assinatura do acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul, após 25 anos de negociações. O governo brasileiro aguarda a assinatura do acordo prevista para o dia 20 de dezembro, durante a Cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu. As salvaguardas foram propostas pela França, limitando importações do Mercosul, mas mesmo assim o governo brasileiro não se opôs a elas, priorizando a assinatura do acordo. A aprovação pode representar oportunidades comerciais significativas para ambos os blocos.

Brasil teme recuo da União Europeia em acordo histórico com o Mercosul

O governo brasileiro manifesta preocupação quanto ao recuo da União Europeia em relação ao acordo comercial com o Mercosul, com a assinatura prevista para a próxima semana. O sucesso do pacto, que é crucial após 25 anos de negociações, depende da aprovação em duas votações no Parlamento e Conselho Europeus, programadas entre 16 e 18 de dezembro. A resistência, especialmente de países como França e Polônia, gera ansiedade no Brasil, que pode redirecionar sua política comercial para a Ásia caso o acordo não seja firmado. A urgência se amplifica com as salvaguardas agrícolas em discussão.

São Paulo enfrenta crise energética com 180 mil imóveis sem luz

Neste domingo, a cidade de São Paulo enfrenta uma crise de energia, com cerca de 180 mil imóveis sem eletricidade devido a estragos provocados por um vendaval. A Justiça determinou que a Enel deve restabelecer o serviço, sob pena de uma multa de R$ 200 mil por hora. Moradores relatam situações críticas, como a falta de energia prejudicando a saúde de pessoas dependentes de oxigenoterapia. A situação impacta negativamente o comércio local, especialmente aqueles que dependem de refrigeração, e o Ministério Público requer a suspensão do contrato da Enel enquanto busca soluções para o restabelecimento do fornecimento.

Governo brasileiro teme recuo da União Europeia em acordo histórico com Mercosul

O governo brasileiro está em alerta devido à possibilidade de recuo da União Europeia, a menos de uma semana da assinatura do acordo comercial entre o bloco e o Mercosul, programada para 20 de dezembro em Foz do Iguaçu. Este acordo, discutido desde 1999, precisa ser aprovado em duas votações no Parlamento e no Conselho Europeu, entre 16 e 18 de dezembro. Se não assinado, as chances de recomeçar as negociações decaem. O Brasil, maior economia do Mercosul, deverá buscar novos parceiros na Ásia caso este acordo não seja concluído com sucesso na semana que vem.

Diálogo entre Trump e Lula gera otimismo em Eduardo Bolsonaro

O deputado Eduardo Bolsonaro expressou otimismo após a conversa entre os presidentes Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva sobre tarifas e sanções. Em sua declaração, enfatizou a importância do diálogo franco entre os dois países, desejando que este seja guiado por princípios claros. Lula reiterou a necessidade de Trump reduzir tarifas sobre produtos brasileiros e elogiou a recente retirada da tarifa de 40% sobre carne e café. Ambos concordaram em discutir produtos ainda tarifados, destacando a importância de um entendimento que proteja os interesses estratégicos dos Estados Unidos e as liberdades civis no Brasil.

Lula e Trump: diálogo sobre tarifas e crime organizado

Nesta terça-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone com Donald Trump, expressando interesse em acelerar as negociações para remover a sobretaxa de 40% nos produtos brasileiros. A ligação, que durou 40 minutos, foi considerada produtiva, abordando também a cooperação contra o crime organizado. Recentemente, os EUA retiraram 238 produtos da lista de sobretaxas, mas 22% das exportações brasileiras continuam sujeitas a tarifas. Lula destacou a necessidade de dialogar sobre outros produtos ainda tarifados e reforçou a urgência em colaborar contra o crime organizado, especialmente com ramificações internacionais.

Brasil não será exportador de minerais críticos, afirma Lula em Moçambique

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou que o Brasil não se tornará um exportador de minerais críticos. Durante uma cerimônia em Maputo, Moçambique, Lula enfatizou que países interessados na exploração de recursos brasileiros devem industrializar o Brasil para que o povo se beneficie dessas riquezas. Ele destacou a urgência da definição soberana das nações sobre o modelo de exploração mineral. Lula também mencionou a relevância do debate global sobre minerais críticos, que surgem como uma possível moeda de troca nas negociações para reduzir tarifas impostas pelos Estados Unidos em outros países.

Trump alivia tarifas sobre produtos agrícolas brasileiros em decisão estratégica

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a suspensão de tarifas de 40% sobre produtos agrícolas brasileiros, incluindo café, carne e frutas. A decisão, que retroage a mercadorias que chegaram aos EUA a partir de 13 de novembro, é resultado de negociações entre os governos americano e brasileiro, com destaque para uma conversa entre Trump e o presidente Lula. Essa medida visa aliviar a pressão inflacionária nos EUA e ajuda a reverter as dificuldades enfrentadas por produtores brasileiros. O governo brasileiro expressou satisfação com a suspensão e reiterou o desejo de continuar as negociações sobre tarifas adicionais.

Trump revoga tarifas sobre produtos agrícolas brasileiros em movimento estratégico

O governo Trump anunciou a suspensão de tarifas de 10% sobre produtos agrícolas, incluindo café, carne, açaí e frutas do Brasil, em uma ordem executiva datada de 14 de novembro de 2025. Esta decisão, que visa aliviar a pressão inflacionária nos Estados Unidos, não altera a tarifa de 40% aplicada a outros produtos brasileiros imposta em julho. O secretário de Comércio brasileiro, Luís Rua, e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, comemoraram o anúncio como um passo positivo em direção ao diálogo e à normalização das relações comerciais entre o Brasil e os EUA, aumentando a confiança dos exportadores.

Reunião entre EUA e Brasil foca em tarifaço de produtos brasileiros

A reunião entre o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o chanceler brasileiro, Mauro Vieira, ocorreu em Washington nesta quinta-feira. O principal tema discutido foi o tarifaço de 50% aos produtos brasileiros, imposto pelo presidente Donald Trump em agosto. Após um breve encontro inicial de 10 minutos, uma reunião ampliada seguiu-se por uma hora, com a presença de vários negociadores e embaixadores brasileiros. Essa conversa ocorre logo após um encontro bilateral entre Trump e Lula, evidenciando a preocupação com as tarifas e a necessidade de diálogo entre as nações para resolver a situação.

Lula defende cooperação global em encontro na Malásia

Durante uma reunião com empresários brasileiros e malasianos na Malásia, o presidente Lula defendeu uma nova ordem internacional baseada na cooperação, rejeitando a ideia de uma nova Guerra Fria. Ele afirmou que o Brasil não quer se alinhar a blocos rivais, mas sim manter uma política externa voltada à paz e ao desenvolvimento. Lula também criticou as barreiras comerciais impostas globalmente, enfatizando a importância do multilateralismo. O presidente ressaltou a necessidade de fortalecer laços diplomáticos com a América do Sul e diversificar parcerias, buscando oportunidades além da Europa e Estados Unidos.

Trump aumenta tarifas sobre produtos canadenses após crise comercial

O presidente dos EUA, Donald Trump, aumentou em 10% as tarifas sobre produtos do Canadá após romper negociações devido a um anúncio considerado enganoso. A decisão, anunciada neste sábado (25), segue críticas de Trump ao governo canadense por suas práticas comerciais. Este aumento de tarifas ocorre em um contexto onde Canadá, Estados Unidos e México estão renegociando o T-MEC, o tratado que mantém 85% do comércio transfronteiriço livre de tarifas. Apesar das tensões, o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, afirmou estar disposto a retomar as negociações assim que os americanos estiverem prontos.

Trump cancela negociações com o Canadá após discurso publicitário de Reagan

O presidente Donald Trump cancelou negociações comerciais com o Canadá, citando uma propaganda que mostrava trechos do discurso anti-tarifário de Ronald Reagan, que considerou 'falsa'. A Fundação Ronald Reagan defendeu que o anúncio distorceu as palavras do ex-presidente, que, em 1987, se opôs a tarifas, enfatizando a importância do comércio livre. Embora Trump critique o uso da propaganda, Reagan acreditava que tarifas prejudicavam a economia e a concorrência. O governo de Ontário filmou a propaganda, que foi transmitida em eventos de grande audiência nos EUA, gerando discussões sobre sua veracidade e impacto nas relações comerciais.

Trump encerra negociações comerciais com o Canadá em meio a controvérsia

Donald Trump anunciou o encerramento de todas as negociações comerciais com o Canadá, acusando o país de usar propaganda enganosa envolvendo um discurso de Ronald Reagan, que critica tarifas. O presidente americano já havia imposto tarifas sobre o aço, alumínio e automóveis do Canadá, provocando uma resposta de Ottawa. O primeiro-ministro de Ontário, Doug Ford, comentou que a ação chamou a atenção de Trump. A Fundação Ronald Reagan declarou que o governo de Ontário usou material de forma inadequada. Enquanto isso, Trump continua pressionando por tarifas altas, aumentando preocupações entre economistas e empresas.

China suspende compra de petróleo russo por sanções dos EUA

As principais empresas petrolíferas estatais da China interromperam as compras de petróleo russo transportado por via marítima em decorrência das sanções dos Estados Unidos aplicadas à Rosneft e à Luk Petroleum. Essa decisão surge em um momento em que a Índia, o principal comprador de petróleo russo via marítima, também está prestes a reduzir drasticamente suas importações por razões similares. Com uma queda esperada na demanda, analistas indicam que tanto a China quanto a Índia podem buscar novos fornecedores, fazendo com que os preços do petróleo não sancionado de outras regiões aumentem.

Lula defende comércio livre e parceria com a Indonésia em visita histórica

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu em Jacarta, Indonésia, com o presidente Prabowo Subianto, marcando a primeira visita de um líder brasileiro ao país desde 2008. Durante o encontro, Lula defendeu a importância do comércio livre, demonstrando interesse em negociar diretamente com as moedas de ambos os países, o real e a rúpia. Lula enfatizou que não busca uma nova Guerra Fria e que é necessário mudar a dinâmica comercial atual. A visita busca fortalecer laços entre Brasil e Indonésia e contemplar a possibilidade de um acordo de comércio até 2026.

Trump defende tarifas e cita Brasil como exemplo de sucesso para pecuaristas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou a importância das tarifas sobre a importação de gado e produtos bovinos, incluindo o Brasil entre os países afetados. Em postagens na Truth Social, Trump declarou que os pecuaristas americanos estão se saindo bem devido a essas medidas de proteção comercial, que ele implementou. Ele mencionou uma tarifa de 50% sobre gado brasileiro como crucial para essa melhora. Trump também destacou que os preços internos do setor precisam ser revistos, enfatizando o papel significativo do consumidor. Ele se reunirá com Luiz Inácio Lula da Silva para discutir a relação comercial.

Trump promete firmeza contra jogo da China com terras raras

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que não irá permitir que a China manipule o mercado de terras raras, essenciais para setores de alta tecnologia, como produção de semicondutores e veículos elétricos. Em declarações feitas a repórteres a bordo do Air Force One, Trump pediu que a China retome suas compras de soja ao nível anterior. Ele também mencionou a possibilidade de reduzir tarifas sobre produtos chineses, desde que a China faça concessões em um acordo mutuamente benéfico, destacando a importância de um compromisso justo entre as nações para a resolução do conflito comercial.

Reunião histórica entre Brasil e EUA: Mauro Vieira e Marco Rubio dialogam sobre comércio

No dia 16 de outubro, o chanceler brasileiro Mauro Vieira e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, realizaram uma reunião produtiva na Casa Branca, discutindo questões comerciais bilaterais. Eles classificaram o encontro como “muito positivo”, firmando o compromisso de cooperar em várias frentes e visando uma reunião entre os presidentes Lula e Trump em breve. Vieira destacou a boa disposição para avançar nas negociações, que incluem a reversão do tarifaço imposto pelos EUA sobre importações brasileiras. A elaboração de uma agenda de reuniões já está em andamento para fortalecer essa colaboração.

Reunião crucial entre Mauro Vieira e Marco Rubio busca reverter tarifaço de Trump

Na tarde de 16 de outubro, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, encontrou-se com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, na Casa Branca. O encontro de mais de uma hora centrou-se na tentativa do governo Lula de reverter tarifas comerciais impostas pelo ex-presidente Donald Trump. A reunião começou com uma conversa particular e passou a incluir equipes dos dois lados. Durante a agenda, discutiram as sanções impostas aos brasileiros e a possibilidade de um encontro entre Lula e Trump. A situação econômica continua tensionada entre os dois países.

Trump destaca diálogo positivo com Lula e busca suspensão de tarifas

Em 14 de outubro de 2025, Donald Trump mencionou sua conversa positiva com o presidente Lula durante uma reunião com o argentino Javier Milei. Trump acredita que a Argentina pode servir de exemplo para outros países sul-americanos, destacando a importância de uma balança comercial justa. Lula, por sua vez, busca abrir um diálogo com os Estados Unidos para suspender as altas tarifas de importação que afetam produtos brasileiros. O aumento de 50% nas taxas foi uma represália às ações contra Jair Bolsonaro. Recentemente, telefonemas entre Lula e Trump têm sido realizados na esperança de um entendimento mútuo.

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