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Lula articula para adiar sabatina de Jorge Messias no Senado

A articulação política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva resultou no cancelamento da sabatina de Jorge Messias, indicado para o STF, pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. A sabatina estava inicialmente agendada para 10 de dezembro, mas o prazo para conquistar apoio era curto. Com esse cancelamento, que Alcolumbre justificou como um erro do governo, Lula ganha tempo para trabalhar pela aprovação de Messias. Ele se reuniu com o relator Weverton Rocha e planeja um encontro com Alcolumbre, já que o nome de Messias enfrenta resistência entre alguns senadores, incluindo críticas pela postura política.

Lira elogia Lula e agita o Centrão com propostas ousadas

Arthur Lira, ex-presidente da Câmara, fez um discurso que reverberou no Centrão ao exaltar Gleisi Hoffmann e insinuar um quarto mandato para Lula, em um contexto de tensão com o Legislativo. Lira, ao discutir a isenção do Imposto de Renda, alertou para a necessidade de conversar sobre o impacto da medida em um futuro próximo. O gesto teve uma interpretação particular dentro do PP, que reiterou a posição de não apoiar Lula. A atuação de Lira também ressaltou fragilidades na liderança de Hugo Motta, atual presidente da Câmara, exacerbando a pressão sobre ele no cenário político.

Desafio de Jorge Messias no Senado: Vencer resistência a duas semanas da sabatina

Jorge Messias, advogado-geral da União, enfrenta um desafio significativo a duas semanas de sua sabatina marcada para 10 de dezembro no Senado. Com forte resistência, especialmente dos partidos PSD e MDB, que somam 25 senadores, Messias terá que percorrer gabinetes para conquistar os 41 votos necessários ao Supremo Tribunal Federal. A pressão aumenta, uma vez que o tempo é curto e as tensões entre o governo e o Congresso crescem devido a investigações em andamento. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, também demonstra contrariedade com a escolha de Messias, complicando ainda mais sua missão.

Lula busca aproximação com o Congresso ao nomear Gleisi Hoffmann para articulação política

O presidente Lula expressou seu desejo de fortalecer laços com os presidentes do Senado e da Câmara, Davi Alcolumbre e Hugo Motta, ao designar Gleisi Hoffmann como ministra das Relações Institucionais. Essa escolha foi debatida em uma cerimônia no Palácio do Planalto, onde Lula afirmou que é essencial não manter distância dos líderes legislativos. Ele ressaltou que, apesar das diferentes funções, todos compartilham o compromisso de garantir a soberania nacional e o bem-estar do povo brasileiro. A nomeação de Gleisi, no entanto, surpreendeu alguns parlamentares que esperavam uma escolha do Centrão.

Jaques Wagner defende Gleisi Hoffmann e desafia críticos

Em resposta a críticas sobre a indicação de Gleisi Hoffmann para a Secretaria de Relações Institucionais (SRI), o senador Jaques Wagner defendeu a escolha, destacando a competência da petista em articular alianças políticas. Ele elogiou suas habilidades na última eleição do presidente Lula, afirmando que ela está ciente de suas responsabilidades. Apesar de resistência de alguns aliados a juntar a Gleisi ao governo, Wagner enfatizou sua capacidade de diálogo e estratégica, convidando os críticos a reconsiderarem suas posições. A petista substitui Alexandre Padilha, que irá para o Ministério da Saúde após a saída de Nísia Trindade.

Nomeação de Paulo Pimenta para coordenar ações no RS não tem viés político, afirma ministro

O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, explicou que a nomeação de Paulo Pimenta como ministro extraordinário no Rio Grande do Sul não tem intenção política. Segundo Costa, Pimenta irá dinamizar e articular as ações do governo federal no Estado, sem executar obras ou ações concretas. A ideia é agilizar as medidas necessárias para atender à população de forma eficiente. Pimenta, gaúcho, tem sido o principal interlocutor do Executivo federal com o governo estadual desde o início da tragédia, coordenando a articulação entre as partes. A nomeação é vista como estratégia para melhorar a atuação do governo na região.

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