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Trump ameaça tarifas para países que se opuserem à anexação da Groenlândia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou taxar países que não apoiarem a tentativa dos EUA de anexar a Groenlândia, defendendo a medida como crucial para a segurança nacional. Durante um evento na Casa Branca, ele mencionou que a Groenlândia é vital para o novo sistema de defesa aéreo, o Domo Dourado. A ilha, estrategicamente posicionada entre os EUA e a Rússia, tem grande importância geopolítica, e Trump enfatizou que, caso os EUA não a adquiram, Rússia ou China o farão. Países europeus já enviaram tropas para a Groenlândia a pedido da Dinamarca.

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Alemanha, Suécia e Noruega enviam tropas para Groenlândia em resposta a Trump

A Alemanha, Suécia e Noruega anunciaram no dia 14 de janeiro de 2026 que enviarão tropas à Groenlândia para uma missão de exploração entre 15 e 17 de janeiro. Esta ação ocorre em resposta às ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem pressionado a Dinamarca sobre o controle da ilha. O comunicado alemão destaca que essa colaboração visa explorar condições para potencial apoio militar à Dinamarca, que reforçou sua presença na região em parceria com aliados da Otan. A situação é complexa, envolvendo crescente interesse geopolítico de Rússia e China no Ártico.

Acordo Mercosul-União Europeia: um marco estratégico para o Brasil

Após mais de 25 anos de negociações, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia finalmente foi aprovado, marcando um avanço significativo. O economista Marcos Troyjo, arquiteto do acordo, destaca que sua relevância está no contexto geopolítico atual, onde o comércio se torna um elemento estratégico e de segurança. Embora o novo pacto apresente cláusulas de transição e adaptações para o mercado brasileiro, ele almeja aumentar a competitividade do território em um cenário global desafiador. Mesmo com algumas perdas nas condições negociadas, o acordo traz promessas de investimentos significativos e acesso ampliado aos mercados europeus.

Diplomacia brasileira em risco após ataque de Trump à Venezuela

O recente ataque dos EUA à Venezuela e as ameaças de Donald Trump a países latino-americanos revelam a vulnerabilidade da América Latina frente ao poder americano. Especialistas afirmam que o Brasil, embora melhor posicionado que outros, enfrenta desafios na diplomacia, uma vez que suas tradicionais estratégias estão enfraquecidas. O governo de Lula, apesar de condenar a agressão, procura manter boas relações com Trump e outros líderes globais. A articulação internacional do Brasil inclui doações para a Venezuela, enquanto analistas preveem a necessidade de investimentos em defesa para fortalecer a segurança nacional em um novo contexto geopolítico.

EUA apreendem petroleiro russo relacionado à Venezuela e intensificam tensões diplomáticas

Os Estados Unidos apreenderam um petroleiro com bandeira russa, relacionado à Venezuela, no Atlântico Norte, conforme mandado judicial. As autoridades americanas haviam perseguido o navio desde dezembro de 2025, que tentava burlar sanções impostas anteriormente. A apreensão aumenta as tensões entre Washington e Moscou, especialmente após o envio de um submarino russo para escoltar o petroleiro. A Rússia declarou que a ação dos EUA é uma violação do direito internacional, enquanto uma segunda embarcação foi apreendida no Caribe por supostas atividades ilícitas. A situação revela um cenário complexo de geopolítica e comércio de petróleo.

Trump mira Brasil após agir na Venezuela, alerta especialista

O especialista Erick Langer, da Universidade de Georgetown, alerta que Donald Trump pretende influenciar as eleições no Brasil após sua recente operação militar na Venezuela. Ele menciona que Trump busca criar uma colônia econômica na Venezuela, priorizando a extração de petróleo por empresas americanas, independentemente do regime em poder. Langer afirma que essa interferência pode prejudicar a direita brasileira, pois o nacionalismo poderá prevalecer. Além disso, considera o Brasil um contrapeso essencial contra as investidas de Trump na América Latina, dado seu peso político e impacto histórico na região.

Maduro se declara inocente e diz ser prisioneiro de guerra em tribunal de NY

Durante sua audiência em Nova York, Nicolás Maduro se declarou inocente das acusações de tráfico de drogas, afirmando ser o presidente da Venezuela e um 'prisioneiro de guerra'. Enfrentando várias acusações, incluindo narcoterrorismo, ele chegou ao tribunal usando uniforme prisional e algemado, acompanhado de sua esposa, Cilia Flores, também inocente. Manifestantes se reuniram do lado de fora do tribunal, expressando diversos sentimentos sobre o incidente. Maduro alegou ter sido sequestrado em sua casa, enquanto os Estados Unidos realizavam uma operação militar que resultou em sua detenção e transferência para o Centro de Detenção Metropolitano no Brooklyn.

G20 dividido: apoio e condenação ao ataque dos EUA na Venezuela

No G20, a recente operação militar dos EUA contra a Venezuela gerou divisões. Três países, Argentina, Itália e França, apoiaram a ação, enquanto Brasil, Canadá, México, China, Rússia, Turquia, África do Sul e União Europeia a repudiaram. A captura de Nicolás Maduro foi elogiada por líderes como Javier Milei da Argentina, que a considerou uma vitória pela liberdade. Entretanto, muitos líderes chamaram o ataque de violação do direito internacional, exigindo respeito à soberania venezuelana. O secretário-geral da ONU expressou preocupação sobre as consequências dessa ação, pedindo soluções políticas pacíficas para a região.