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Putin enfatiza que armas nucleares não são necessárias no conflito com a Ucrânia

O presidente russo, Vladimir Putin, declarou que ainda não há necessidade de utilizar armas nucleares na Ucrânia e expressou a esperança de que essa situação persista. Em uma prévia de entrevista, publicada na televisão estatal russa, Putin assegurou que a Rússia possui força e recursos suficientes para conduzir o conflito a uma 'conclusão lógica'. Ao comentar sobre os ataques ucranianos em território russo, reiterou que não é necessário o uso de armamento nuclear neste momento, citando a doutrina nuclear reformulada que permite quando do ataque convencional por uma potência atômica.

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Putin ameaça usar força militar para controlar Donbass

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou que assumirá o controle total da região de Donbass, na Ucrânia, usando força militar, caso as tropas ucranianas não deixem o território. Durante entrevista à emissora India Today, antes de sua visita a Nova Délhi, ele comentou que a Rússia retomará a área pela força, além de culpar países ocidentais pelo conflito. Desde o início da invasão russa em fevereiro de 2022, a Rússia já controla cerca de 19,2% do território ucraniano, incluindo a Crimeia e partes significativas de Donetsk e Luhansk.

Trump e Putin se aproximam de acordo que pode isolar Zelensky

Donald Trump e Vladimir Putin estão próximos de um acordo que pode solidificar as conquistas da Rússia na Ucrânia e trazer uma difícil derrota para o presidente Volodymyr Zelensky. A proposta, que pode ser anunciada em uma cúpula na próxima semana, envolve a cessão de partes do Donbass e da Crimeia para a Rússia, em troca de um congelamento das hostilidades. Isso poderia isolar a Ucrânia e seus aliados europeus. Trump tem pressionado por uma trégua e está buscando reconhecimento formal das perdas ucranianas, enquanto Zelensky enfrenta a difícil decisão entre aceitar ou não.

Trump pressiona Putin com prazo mais curto para trégua na Ucrânia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a redução do prazo para que Vladimir Putin estabeleça uma trégua na Ucrânia, diminuindo de 50 para apenas 10 a 12 dias. A decisão foi uma resposta à continuidade dos ataques russos a cidades ucranianas, mesmo após diálogos com Trump. Durante uma coletiva na Escócia com o primeiro-ministro britânico Keir Starmer, Trump expressou seu desapontamento com Putin, ressaltando que conversas produtivas não se refletiram em ações concretas. Trump havia ameaçado tarifas de 100% em produtos russos caso as hostilidades não cessassem, mas a Rússia ignorou essa pressão.

Putin demonstra disposição para discutir paz, diz porta-voz do Kremlin

Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, afirmou que Vladimir Putin está disposto a buscar um acordo de paz com a Ucrânia, embora Moscou mantenha seus objetivos em mente. Peskov ressaltou que a retórica do presidente dos EUA, Donald Trump, que promete ajuda militar à Ucrânia e um prazo rigoroso, já é familiar. Putin deseja chegar a uma conclusão pacífica para o conflito, mas o processo é longo e desafiador. As prioridades russas continuam claras e insistem em atingir seus objetivos, mesmo em meio às discussões sobre a paz na região.

Trump e Putin buscam cessar-fogo na Ucrânia, mas sem avanços significativos

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, teve uma conversa de mais de duas horas com Vladimir Putin sobre a Guerra da Ucrânia, mas não obteve progresso nas negociações de um cessar-fogo. Putin reafirmou que só concordará com uma trégua se suas exigências forem atendidas, incluindo a neutralidade militar da Ucrânia e o reconhecimento das áreas anexadas pela Rússia. Trump, que também conversou com o presidente ucraniano Zelenski, expressou frustração com a falta de avanços. O cenário na Ucrânia permanece crítico, com ataques contínuos, resultando em mortes e destruição.

Diálogo crucial entre Rússia e Ucrânia acontece em Istambul

Em encontro histórico em Istambul, negociadores da Ucrânia e Rússia discutiram um cessar-fogo e a possibilidade de um encontro entre os presidentes Volodimir Zelensky e Vladimir Putin. Enquanto os russos expressaram satisfação com as conversas, os ucranianos criticaram as exigências territoriais consideradas inaceitáveis. A reunião resultou em um acordo para a troca de mil prisioneiros, mas o clima de tensão persistiu. Zelensky pediu apoio internacional para sanções contra Moscou, ressaltando a importância de um cessar-fogo incondicional. O diálogo marca o primeiro contato direto entre os dois países em três anos de conflito.

Putin busca negociações de cessar-fogo com a Ucrânia em Istambul

Vladimir Putin anunciou a disposição da Rússia para iniciar 'conversas diretas' com a Ucrânia em Istambul no dia 15 de maio, visando estabelecer um cessar-fogo. Isso ocorre em um contexto de pressão internacional, especialmente da Europa e dos Estados Unidos, para que a Rússia aceite um cessar-fogo de 30 dias. Putin afirmou que as negociações devem ser feitas sem pré-condições e foram motivadas pela insistência das potências ocidentais. Apesar de sugestões de diálogo, a Rússia mantém uma postura resistente às pressões externas, sendo relutante em avançar com um acordo prático até resolver 'nuances' pendentes.