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Polícia Federal desvenda tentativa de Paulo Henrique Costa para salvar Banco Master

  • A Polícia Federal encontrou uma anotação em agenda de Luana Andrade Ribeiro, ex-diretora do BRB, revelando que o ex-presidente do banco, Paulo Henrique Costa, tentou salvar o Banco Master.
  • Costa afirmou que a operação de compra de carteiras do Master era necessária para evitar a quebra do banco, alegando que os ativos eram adequados e sem suspeitas na época.
  • Após descobertas de problemas documentais em 2025, o BRB começou a adotar medidas para substituir as carteiras fraudulentas comercializadas pelo Master.

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Investigação da Operação Compliance Zero avança apesar de restrições do STF

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, confirmou que peritos tiveram acesso às provas da Operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master. Isso ocorreu apesar das limitações impostas pelo ministro do STF, Dias Toffoli, que mandou lacrar as provas. Rodrigues assegurou que a investigação não sofreu prejuízos e ocorre normalmente. Toffoli havia criticado a PF, mencionando atuação inerte e exigindo a escuta prévia dos envolvidos antes dos depoimentos. A operação, que mira irregularidades no banco, também foca no dono Daniel Vorcaro e seus familiares, sob supervisão da Procuradoria-Geral da República.

Crise no Banco Master: Presidente admite dependência do FGC em depoimento à PF

Daniel Vorcaro, presidente do Banco Master, revelou à Polícia Federal que a instituição estava enfrentando uma grave crise de liquidez e que seu modelo de negócios dependia inteiramente do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Ele defendeu sua estratégia, citando a mudança nas regras do FGC como a causa principal da situação. Após a companhia ser vetada pelo Banco Central para venda ao Banco de Brasília, houve a liquidação extrajudicial do Master. Vorcaro ainda pontuou que a deterioração da reputação do banco iniciada após essas alterações impactou a captação e o sistema financeiro como um todo.

Polícia Federal investiga Banco Master após denúncia anônima

A operação Compliance Zero, relacionada ao Banco Master, teve início após uma denúncia anônima enviada à Polícia Federal. O documento anexo, intitulado 'Informações Banco Máster', despertou interesse dos investigadores, levando a abertura de um inquérito policial. As apurações preliminares confirmaram os indícios de crimes, resultando em evidências de uma rede complexa de relações financeiras e empresariais. Suspeitas incluem gestão fraudulenta, uso de informações privilegiadas e lavagem de dinheiro. O Supremo Tribunal Federal autorizou a continuidade das investigações, considerando as provas apresentadas pela Procuradoria-Geral da República.

Toffoli determina preservação dos aparelhos apreendidos na operação Master

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, determinou que os aparelhos apreendidos pela Polícia Federal na Operação Compliance Zero fiquem carregados e desconectados de qualquer rede de celular ou internet. A decisão visa à preservação do conteúdo dos dispositivos, que serão analisados posteriormente. Todos os materiais apreendidos devem ser lacrados e enviados ao STF, com a intencionalidade de manter a integridade das provas até a análise pericial. A operação focaliza fraudes relacionadas ao Banco Master e inclui mandados de busca contra Daniel Vorcaro e outros indivíduos envolvidos nas investigações.

Operação Overclean avança e investiga deputados por corrupção

A Polícia Federal, junto à Controladoria-Geral da União e à Receita Federal, desencadeou a nona fase da Operação Overclean, visando desarticular uma organização criminosa envolvida em desvios de recursos públicos de emendas parlamentares e lavagem de dinheiro. Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão em Bahia e Distrito Federal, com destaque para o deputado federal Félix Mendonça Júnior. O STF bloqueou R$ 24 milhões em contas de investigados, que podem ser processados por organização criminosa, corrupção, peculato, e lavagem de dinheiro, em um esquema que movimentou cerca de R$ 1,4 bilhão em fraudes.

Eduardo Bolsonaro resiste à volta ao cargo na PF após perda de mandato

Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal, respondeu à solicitação da Polícia Federal para retornar ao cargo de escrivão. Após a perda do mandato pela Câmara, Eduardo publicou um vídeo alegando impossibilidade de voltar ao Brasil, mencionando perseguição por figuras como o ministro Alexandre de Moraes. Ele enfatizou sua determinação em lutar pelo cargo e sua preocupação com benefícios, como aposentadoria e porte de armas. Eduardo, que está nos Estados Unidos desde fevereiro, enfrenta investigações no STF, ligadas a uma suposta articulação contra o Brasil. A PF formalizou o retorno à função, publicado no Diário Oficial.

Eduardo Bolsonaro critica ordem da PF e reafirma honra em vez de emprego

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro utilizou suas redes sociais para criticar a ordem da Polícia Federal para que retornasse ao cargo de escrivão, ao qual ele é concursado. Em sua postagem, ele afirmou que não trocaria sua honra por um emprego, fazendo uma referência à Gestapo, a polícia secreta da Alemanha nazista. Eduardo perdeu seu mandato por ausências não justificadas na Câmara dos Deputados e reside nos Estados Unidos desde março de 2025. Se não retornar ao Brasil, poderá ser demitido do serviço público e não receberá mais remuneração como servidor.