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Crise no Banco Master: Presidente admite dependência do FGC em depoimento à PF

Daniel Vorcaro, presidente do Banco Master, revelou à Polícia Federal que a instituição estava enfrentando uma grave crise de liquidez e que seu modelo de negócios dependia inteiramente do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Ele defendeu sua estratégia, citando a mudança nas regras do FGC como a causa principal da situação. Após a companhia ser vetada pelo Banco Central para venda ao Banco de Brasília, houve a liquidação extrajudicial do Master. Vorcaro ainda pontuou que a deterioração da reputação do banco iniciada após essas alterações impactou a captação e o sistema financeiro como um todo.

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Banco Master: Ligações Políticas Reveladas em Investigação da Economist

A revista britânica The Economist expôs ligações entre políticos e o Judiciário no caso do Banco Master, liquidado extrajudicialmente pelo Banco Central. O fundador, Daniel Vorcaro, manteve relações com a elite brasileira. A investigação impactou a reputação do STF e do Congresso. O ministro Jhonatan de Jesus, do TCU, criticou a decisão do BC como apressada, levantando questões sobre a influência política. Ciro Nogueira e outros congressistas foram mencionados por tentarem proteger o banco antes da falência. O caso destaca uma preocupante relação entre finanças e política no Brasil, refletindo problemas de corrupção sistêmicos.

Toffoli mantém investigação do Banco Master no STF, desafiando pressões

O ministro Dias Toffoli, do STF, reafirmou sua intenção de manter a relatoria do inquérito que investiga fraudes no Banco Master, considerando que há indícios de envolvimento de mais de uma autoridade com foro privilegiado. Despite pressures from advocates and claims in the media suggesting he might transfer the case to the 1st instance, Toffoli manifestou a necessidade de manter o caso no Supremo, uma vez que a defesa do Banco Central está sendo realizada dentro dessa ação. A investigação poderia resultar em medidas estruturantes para fortalecer a regulação financeira no Brasil, conforme declarado pelo ministro.

Fachin defende Toffoli e afirma que STF não se curva a pressões

Na noite de 22 de janeiro de 2026, Edson Fachin, presidente do STF, defendeu a atuação do ministro Dias Toffoli na supervisão do inquérito sobre fraudes no Banco Master. Fachin destacou que o Supremo não se deixa intimidar por pressões e que sua função constitucional é assegurar o devido processo legal. Em uma nota oficial, ele frisou que as críticas não afastam o compromisso da Corte com a legislação e sua colaboração com instituições como a Polícia Federal e o Ministério Público. Fachin ainda enfatizou a importância da proteção à ordem democrática, mesmo em tempos de crise.

Fachin defende STF e sua autonomia em meio a críticas sobre o caso Banco Master

Edson Fachin, presidente do STF, defendeu a atuação da Corte no caso do Banco Master, respondendo às críticas sobre a condução de Dias Toffoli, relator do processo. Ele reafirmou que alegações de irregularidades serão analisadas de acordo com os procedimentos regimentais e destacou a importância da legalidade e autonomia de instituições como o Banco Central e a Polícia Federal. Fachin enfatizou que não aceitarão pressões externas e que o STF protege o Estado de direito e a democracia, reafirmando a prevenção de intervenções políticas ou midiáticas que visem descreditar a instituição.

Clima de tensão no STF: Pressões sobre Toffoli no caso do Banco Master

A situação no STF quanto ao caso do Banco Master está tensa, especialmente para o ministro Dias Toffoli, alvo de críticas por decisões questionáveis. Ele encurtou prazos para depoimentos e apresenta ligações familiares com um resort ligado a fundos investigados, suscitando controvérsias. Há pressões para a sua remoção do caso, embora seja improvável que ele se declare impedido. O cenário destaca a urgência de estabelecer um código de conduta para os ministros do STF, em resposta às críticas sobre a condução do processo e a busca por transparência nas apurações financeiras em andamento.

STF enfrenta resistência: Afastamento de Toffoli é improvável no caso Banco Master

A história de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) não favorece o afastamento de ministros, como o Dias Toffoli do caso Banco Master. Desde 2000, foram 574 decisões sobre pedidos de impedimento ou suspeição, sem nenhuma concessão de afastamento. A pressão para que Toffoli deixe a relatoria não deve surtir efeito, a não ser que ele opte por ceder. Embora o procurador-geral da República analise representações, a falta de vontade política pode dificultar ações. A condução de Toffoli no caso tem gerado desconforto entre os colegas no tribunal, mas nenhum ministro pressionará para que ele se afaste.

Parlamentares acionam PGR para investigar suspeição de Toffoli em caso do Banco Master

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, recebeu quatro representações de parlamentares para questionar a imparcialidade do ministro Dias Toffoli no caso Banco Master. Os senadores acusam Toffoli de possíveis conflitos de interesse, considerando que ele tem relações familiares com pessoas investigadas. As irregularidades se tornaram mais relevantes após a revelação de que familiares do ministro estão envolvidos em negócios com entidades ligadas ao Banco Master. Parlamentares exigem que Toffoli se declare impedido, lembrando que as regras de impossibilidade e suspeição judicial devem ser respeitadas, mas até agora não houve resposta da PGR.